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  • “Goza a vida com a mulher que amas”

    “Goza a vida com a mulher que amas”

    Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias da tua vida vã, os quais Deus te deu debaixo do sol, todos os dias da tua vaidade; porque esta é a tua porção nesta vida, e no teu trabalho, que tu fizeste debaixo do sol.
    Eclesiastes 9:9

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    Bendita hora em que Deus olhou para o homem e disse: “Não é bom que o homem esteja só. Far-lhe-ei uma adjutora que lhe corresponda.”

    Vejam, Deus criou um homem para uma mulher e vice-versa. Deus fez o primeiro casamento e o ordenou para sempre: Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne (Gênesis 2:24).

    Jesus lembrou aos fariseus em Mateus 19.8,9 de que este é o princípio estabelecido por Deus desde o início. Esta é, portanto, a vontade de Deus: que o casamento seja até que a morte os separe. O divórcio foi uma concessão por causa da dureza do coração humano. Jesus ensina que o casamente é para sempre (Mt 19.6).

    Quando Deus criou a mulher fez Adão dormir e quando ele acordou já estava casado, mas hoje, quem quer se casar deve por o joelho no chão porque está a cada dia mais difícil encontrar pessoas para compartilhar vida.

    Quando Adão acordou e viu a mulher que Deus criara, disse: “Isso é que é mulher!” Na verdade, as palavras literais foram: “Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada” (Gênesis 2:23).

    Eclesiastes é pessimista quanto a supervalorização das coisas desta vida. Entretanto, o autor procura filtrar desta vida as coisas mais importantes e aconselha-as como algo que devemos aproveitar o máximo, curtir. Dentre essas coisas está o casamento. Veja a ênfase:

    Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias da tua vida vã“.

    Isto está de acordo com Provérbios 5:18: “Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade“. Ou seja, é um conselho para o homem apegar-se à sua mulher e valorizá-la, curtir seu amor. Aquela mulher que o laçou com laço de amor e mesmo que ela lhe dê cordas, ele não sai de perto. Para onde ele iria se só ela tem o que ele precisa e quer?

    Para este homem a orientação para os bispos em 1 Timóteo 3.2 para ter uma só mulher, não é problema nenhum. Esse bem-aventurado tem motivos de sobras para apegar-se à sua mulher, pois esta é para ele aquela de Provérbios 31.10 seguintes: virtuosa, valorosa, confiável, de bem, de boas obras, que cuida de sua casa, cujos filhos se levantam e dizem em coro afinado: Isso é que é mãe! Também seu marido diz: Isso é que é mulher!
    O ensino bíblico espera que cada família cristão seja estabelecida por pessoas assim, não perfeitas em si mesmas, mas perfeitas em Cristo (Gn 17.1). Perfeitas em obediência a Cristo.

    Somente na presença do Senhor flui perdão que cobrem as faltas; o amor que cobre uma multidão de pecadas. Há orientação segura para o sucesso da família (Ef 5.21-6.4). Na presença do Senhor as imperfeições são superadas.

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  • As Lições do Chamado de Mateus

    As Lições do Chamado de Mateus

    A urgência e a alegria do chamado de Jesus: Lições do chamado de Mateus

    A história de Levi, o cobrador de impostos, que mais tarde se tornou o apóstolo Mateus, é um poderoso lembrete sobre a natureza do chamado de Jesus. Em Lucas 5, a partir do versículo 27, vemos a radicalidade e a beleza dessa convocação. Jesus se aproxima de Levi, um homem desprezado por seu próprio povo por trabalhar para o Império Romano, e simplesmente diz: “Segue-me”. A resposta de Levi, imediata e sem hesitação, nos oferece três lições fundamentais sobre a vida cristã: a urgência, a alegria e a necessidade de tratamento.

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    1. O Chamado que exige urgência
      “Ele, deixando tudo, levantou-se e o seguiu.”

    Mateus não hesitou. Ele era um homem de posses, com um cargo de prestígio e muito bem remunerado. Deixar a coletoria de impostos significava abrir mão de uma vida confortável e segura. Para muitos, sua atitude poderia parecer insensata. Como alguém pode largar tudo para seguir uma pessoa que acabou de conhecer?

    No entanto, Mateus não era um estranho para a fama de Jesus. Ele já tinha ouvido falar do Messias por meio de João Batista, que preparou o caminho do Senhor, e as notícias sobre os milagres e ensinamentos de Jesus já se espalhavam por toda a região. Quando Jesus o chamou, Mateus sabia exatamente o que estava fazendo. Ele não estava seguindo um louco, mas sim o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”.

    A urgência do chamado de Jesus é um convite para priorizar o que realmente importa. Assim como Mateus, muitas vezes o Senhor nos chama para propósitos especiais ou para a salvação, mas a demora na resposta pode nos fazer perder grandes bênçãos. O mais importante na vida é atender ao chamado de Deus, porque isso é uma demonstração de amor e obediência. Em Mateus 22:37, Jesus nos lembra de amar o Senhor nosso Deus “de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento”. Quando amamos a Deus, queremos obedecer e estar perto dele.

    A negligência, por outro lado, traz consequências desagradáveis. O melhor caminho é atender ao Senhor com prontidão, dedicando nossos trabalhos e nossa vida a Ele. O trabalho para o Senhor pode ter suas dificuldades, mas as recompensas são eternas.

    1. O Chamado que traz alegria e convívio
      Após atender ao chamado de Jesus, a primeira coisa que Levi fez foi preparar um grande banquete em sua casa. A alegria de seu novo encontro com Jesus era tão grande que ele quis compartilhar com as pessoas de seu convívio: seus colegas cobradores de impostos e outros que eram considerados pecadores pelas autoridades judaicas.

    Esse gesto de Mateus nos ensina que a alegria de seguir a Jesus não pode ser guardada apenas para nós mesmos. A alegria do Evangelho nos motiva a compartilhar o que temos recebido. Mateus não se isolou em sua nova fé; pelo contrário, ele usou a sua influência para que seus amigos e colegas pudessem também ter a oportunidade de conhecer Jesus.

    O nosso relacionamento com a nossa comunidade e com o próximo é crucial para o nosso testemunho. A melhor estratégia de evangelismo é o nosso relacionamento genuíno com as pessoas. Como disse John Wesley: “Ninguém vai ao céu só. Deve encontrar amigos para ir com ele.” Não podemos comunicar o amor de Deus se não nos relacionamos com as pessoas. Compartilhar a nossa alegria, os nossos dons, e a nossa vida com os outros é a maior demonstração de amor que podemos dar.

    1. O Chamado para o tratamento de Deus
      A atitude de Jesus em comer com cobradores de impostos e “pecadores” gerou críticas dos fariseus e escribas. Eles se consideravam justos e separados dos pecadores. Jesus, no entanto, respondeu com uma verdade profunda: “Não necessitam de médico os sãos, mas os enfermos. Eu não vim chamar justos, e sim os pecadores, ao arrependimento.”

    Jesus veio para curar os doentes e salvar os perdidos. A história de Mateus nos lembra que todos nós precisamos de tratamento. Os fariseus, em sua autossuficiência, não puderam receber a cura e a alegria que Jesus oferecia. Eles se isolaram em sua própria justiça, enquanto aqueles que reconheceram sua necessidade, como Mateus, foram ao banquete, se aproximaram de Jesus e foram transformados.

    O convite de Jesus é para todos, especialmente para os que se sentem perdidos, doentes e pecadores. Se você reconhece que precisa de tratamento, não hesite em procurar o Médico dos médicos. O chamado de Jesus é um convite para a cura de todas as áreas de nossa vida: física, emocional, espiritual e financeira. Atender ao seu chamado é o primeiro passo para uma vida de cura, transformação e bênçãos eternas.

    Você se considera um dos que precisam de tratamento? A vida com Jesus é um convite a ser curado e transformado. Não demore, pois a alegria e a paz de Deus estão disponíveis para todos que atendem ao seu chamado com urgência e alegria.

    Assista ao vídeo sobre o chamado de Mateus no meu canal no Youtube clicando aqui.

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  • Salmo 3: O Grito de Davi em Meio à Adversidade e o Desafio das Imprecações para o Cristão Hoje

    Salmo 3: O Grito de Davi em Meio à Adversidade e o Desafio das Imprecações para o Cristão Hoje

    A vida de Davi foi marcada por altos e baixos, vitórias e perseguições. O Salmo 3 é um testemunho vívido de um desses momentos de extrema aflição, quando o rei se viu cercado por inimigos, inclusive seu próprio filho. Mas o que podemos aprender com a oração de Davi e as chamadas “imprecações” presentes nesse salmo? E, mais importante, como isso se aplica à nossa fé cristã hoje?

    O Contexto de Angústia de Davi: A Traição de Absalão

    Ao lermos o Salmo 3, somos imediatamente confrontados com a intensidade do sofrimento de Davi:

    ¹ Senhor, como se têm multiplicado os meus adversários! São muitos os que se levantam contra mim.

    ² Muitos dizem da minha alma: Não há salvação para ele em Deus.

    ³ Porém tu, Senhor, és um escudo para mim, a minha glória, e o que exalta a minha cabeça.

    ⁴ Com a minha voz clamei ao Senhor, e ouviu-me desde o seu santo monte.

    ⁵ Eu me deitei e dormi; acordei, porque o Senhor me sustentou.

    ⁶ Não temerei dez milhares de pessoas que se puseram contra mim e me cercam.

    ⁷ Levanta-te, Senhor; salva-me, Deus meu; pois feriste a todos os meus inimigos nos queixos; quebraste os dentes aos ímpios.

    ⁸ A salvação vem do Senhor; sobre o teu povo seja a tua bênção.

    O cenário mais provável para essa oração pungente é a fuga de Davi de seu filho, Absalão, conforme narrado em 2 Samuel 15. Absalão, conhecido por sua beleza e vaidade, orquestrou uma conspiração para usurpar o trono de seu pai. Após vingar sua irmã Tamar e ser exilado, ele retornou e, com o apoio de figuras como Aitofel, um ex-conselheiro de Davi, conseguiu levantar uma rebelião que forçou o rei a fugir de Jerusalém.

    Davi se encontrava em uma situação de vulnerabilidade extrema. Seus inimigos eram numerosos e zombavam de sua fé, dizendo que “não havia salvação para ele em Deus“. Contudo, mesmo em meio a essa escuridão, a fé de Davi se manifestava de forma poderosa. Ele clamava a Deus, confiava em Sua proteção como um escudo e, surpreendentemente, conseguiu encontrar paz para dormir, pois sabia que o Senhor o sustentava. O medo não o paralisou; sua certeza de que a salvação vinha do Senhor era sua âncora.

    As Imprecações: Entendendo os Pedidos de Justiça Divina

    No versículo 7, Davi pede a Deus: “Levanta-te, Senhor; salva-me, Deus meu; pois feriste a todos os meus inimigos nos queixos; quebraste os dentes aos ímpios.” Essas são as chamadas imprecações: pedidos a Deus para que castigue os inimigos. Expressões como “que Deus pese a mão sobre eles” ou “que Deus os castigue” são ecos desse tipo de oração.

    É importante notar duas coisas sobre isso:

    1 Não é errado pedir a Deus que nos livre dos inimigos. A história bíblica está repleta de exemplos de justos que clamaram por livramento e justiça divina.

    2 Não é errado pedir a Deus que se vingue dos nossos inimigos, pois a vingança pertence a Ele. A Palavra de Deus é clara: “Minha é a vingança e a recompensa“, diz o Senhor (Deuteronômio 32:35). O apóstolo Paulo ecoa isso em Romanos 12:19: “Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira, porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor.”

    A questão central não é se podemos pedir a Deus que lide com nossos inimigos, mas sim se devemos nós mesmos buscar a vingança ou desejar o mal. A Bíblia proíbe claramente a vingança pessoal.

    A Salvação no Antigo Testamento e a Plenitude em Cristo

    Para Davi, a “salvação” a que ele se referia no Salmo 3 era o livramento de inimigos humanos, como Absalão e Aitofel. No Antigo Testamento, a salvação frequentemente se relacionava a livramentos de infortúnios, doenças e opressores. Davi não tinha a plena compreensão da magnitude da salvação que viria da sua própria descendência, a saber, Jesus Cristo, o Salvador do mundo. A salvação plena, conforme revelada no Novo Testamento, é o resgate do pecado e a oferta da vida eterna.

    O Desafio de Jesus: Amar os Inimigos e Buscar a Perfeição

    É aqui que o Novo Testamento nos convida a um patamar mais elevado. Jesus, em diversas ocasiões, redefiniu a forma como Seus seguidores deveriam lidar com a inimizade:

    Em Lucas 9:54-56, quando Tiago e João quiseram pedir fogo do céu sobre os samaritanos que não queriam receber Jesus. Jesus os repreendeu severamente, afirmando: “Vós não sabeis de que espírito sois. Porque o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las.”

    Mas, o ensinamento ainda mais transformador está em Mateus 5:43-48:

    Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos. […] Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus.”

    O Caminho da Perfeição: Salvação, Não Destruição

    Embora pedir a Deus que nos livre dos inimigos não seja incorreto, o ensinamento de Jesus nos aponta para um caminho de perfeição. Essa perfeição implica em lutar não pela destruição, mas pela salvação de até mesmo do pior inimigo. Jesus deu o exemplo máximo disso, orando por aqueles que O crucificavam.

    É preocupante ver, em nossos dias, cristãos lançando maldições e desejando o mal a outros crentes, simplesmente por divergências de fé ou opiniões. Isso vai diretamente contra o espírito de Cristo e o chamado para amar, abençoar e orar por aqueles que nos odeiam.

    O Salmo 3 nos lembra da confiança inabalável de Davi em Deus, mesmo em face da traição. E o Novo Testamento nos desafia a ir além, amando nossos inimigos e buscando a redenção deles, assim como Cristo fez por nós.

    Qual tem sido a sua postura diante daqueles que te fazem mal? Você tem orado por eles ou desejado sua queda?

    Assista ao vídeo sobre o Salmo 3 no meu canal no Youtube. Clique Aqui.

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    Salmos: De Cânticos Antigos à Vida Atual

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  • A Derrota de Um Rei Ébrio: Uma Lição Atemporal

    A Derrota de Um Rei Ébrio: Uma Lição Atemporal

    A Derrota de Um Rei Ébrio deve servir de lição para todos os que gostam de embriagar

    O relato bíblico de 1 Reis 20:16-21 nos apresenta uma cena surpreendente: um rei, Ben-Hadade da Síria, imerso na embriaguez em meio a seus aliados, trinta e dois outros reis. Em vez de estar vigilante e estrategicamente posicionado, o líder se entrega aos prazeres da bebida, confiante em sua aparente superioridade numérica e armamentista. Essa imagem vívida nos oferece uma poderosa lição sobre a fragilidade do poder quando aliado à imprudência e à falta de autodomínio.

    Lembre-se, mesmo os que não têm grandes responsabilidades como um rei, têm, entretanto, a coisa mais valiosa a guardar: suas vidas, que exige sobriedade e responsabilidade.

    Os espiões de Ben-Hadade cumprem seu papel, informando sobre a saída de um grupo de homens de Samaria. Eram os líderes da província acompanhados de seus jovens. A reação do rei sírio, embriagado pela bebida e pela arrogância, é ordenar a captura de todos com vida. Essa decisão, tomada sob a influência do álcool, demonstra uma subestimação perigosa do inimigo e uma completa desconexão com a realidade da situação.

    A Derrota de Um Rei Ébrio Surpreendido

    O que se segue é um revés inesperado para Ben-Hadade. Atrás dos jovens surge um exército de sete mil homens, que persegue os sírios e os inflige uma grande derrota. O próprio rei sírio mal consegue escapar. O versículo 21 resume a humilhação: “O rei de Israel destruiu os cavalos e os carros, e feriu os sírios com grande estrago”.

    Agora, presta atenção! É impressionante notar de quem Acabe, rei de Israel, tinha medo: um homem entregue à embriaguez em pleno dia. A embriaguez cega para o julgamento, enfraquece a vigilância e mina a capacidade de liderança. Como bem nos adverte o livro de Provérbios (31:4), “Não é para reis, ó Lemuel, não é para reis beber vinho, nem para príncipes desejar bebida forte”. Claramente, o rei da Síria não teve a sabedoria de uma mãe como a do rei Lemuel para guiá-lo, ou se tinha, como muitos, a desprezou.

    Apesar da eficiência de seus espiões em coletar informações, a embriaguez de Ben-Hadade o impediu de utilizar esses dados de forma eficaz. Essa situação ecoa em nossos dias. Muitos ouvem os alertas sobre a necessidade de preparação espiritual e de prestar contas a Deus, mas preferem viver embriagados pelas ilusões do mundo, negligenciando o chamado à sobriedade e à vigilância.

    Sob Os Efeitos da Obediência A Deus

    A narrativa bíblica também destaca a importância da obediência. Conforme a palavra do homem de Deus, a vitória se concretizou (v. 13). Acabe experimentou o sabor de um triunfo genuíno porque, naquela ocasião específica, escolheu seguir as instruções divinas.

    No cotidiano, observamos as consequências trágicas da embriaguez e do uso de outras drogas. Notícias de violência, crimes e acidentes de trânsito frequentemente revelam a influência dessas substâncias. O Apóstolo Paulo nos exorta a fugir das “bebedices, glutonarias e coisas semelhantes” (Gálatas 5:19-21).

    A sabedoria reside em dar ouvidos a essa Palavra, reconhecendo que a sobriedade e o autodomínio são caminhos para a verdadeira vitória, tanto em batalhas literais quanto nos desafios da vida, nas lutas interiores e pessoais.

    A Derrota de Um Rei Ébrio É Um Alerta

    A história do rei ébrio Ben-Hadade serve como um alerta perene. A embriaguez, em suas diversas formas, obscurece o discernimento e nos torna vulneráveis à derrota. Que possamos aprender com esse relato e buscar a sobriedade em todas as áreas de nossa vida, para que, ao contrário do rei sírio, possamos aproveitar as informações que recebemos e trilhar o caminho da verdadeira vitória, guiados pela sabedoria e pela obediência a Deus, o Guia perfeito.

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  • A Utilidade da Palavra Inspirada de Deus

    A Utilidade da Palavra Inspirada de Deus

    A Utilidade da Palavra Inspirada de Deus para produzir em uma pessoa a aptidão completa para todas esferas da vida.

    Qual a Utilidade da Palavra Inspirada de Deus? Ela produz em uma pessoa a aptidão completa para toda boa obra. Isto é o que diz 2 Timóteo 3.16,17: Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para repreensão, para correção e para instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra.”

    Por que a Escritura tem esse poder? Porque ele é inspirada por Deus. Ou seja, Deus é a origem, a fonte, como também, Ele mesmo é a Palavra, na Pessoa do Filho (Jo 1.1).

    E há uma virtude declarada sobre a Palavra de Deus em Isaías 55:10 e 11 que diz que como a chuva cai do céu e faz a terra produzir, da mesma forma, diz Deus, “a minha palavra não voltará para mim vazia, ela fará o que deseja e atingirá o propósito para o qual a enviei“.

    Foi pela sua Palavra que Deus criou o mundo e tudo que nele há. Hebreus 11.6 diz: “Pela fé entendemos que os mundos, pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente“. Por ser tão virtuosa não há nada, nenhuma outra força, nenhuma outra palavra, nem todos os bens materiais e riquezas, nem a escola, nem as melhores faculdades ou universidades do mundo podem ser mais úteis do que a Palavra de Deus para todas as coisas, e em especial, para formação do caráter do homem.

    Digo em especial para formação do homem porque o objetivo de Deus nos enviar sua Palavra seja escrita, proferida ou na Pessoa de Cristo é a nossa salvação total, isto é, no plano horizontal e espiritual.

    Com respeito ao plano horizontal, diz respeito aos nossos relacionamentos uns com os outros: família, igreja e sociedade. Deus tem projetos para nós aqui, como peregrinos na terra, mas com uma missão: fazer discípulos, ensinar a Palavra, viver em oração, em retidão e santidade, apresentando os nossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus (Rm 12.1,2).

    Nesse plano horizontal, dos nossos relacionamentos interpessoais, o Espírito Santo nos forma o caráter, o temperamento e as faculdades mentais para sermos a imagem de Cristo através da Palavra. “Santifica-os na verdade, a tua Palavra é a verdade” (Jo 17.17).

    Com respeito ao plano vertical, o nosso relacionamento com Deus começa aqui no plano horizontal, mas vai para o além, para toda eternidade. Nossa mente não consegue alcançar a compreensão do que isso significa.

    Por exemplo, sobre Jesus Cristo, João 1.1 diz que Ele é o Logos, a Palavra de Deus e, ao mesmo tempo, Deus. Então, o ensino verdadeiramente superior é o que vem do alto, de Deus, do transcendente para o imanente.

    Veja o que nos diz 2 Timóteo 3.16,17:

    “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.”

    Quatro verbos expressam o valor da Bíblia: Ensinar, redarguir(repreender), corrigir e instruir (educar). O ensino é a didaskalia, de onde vem a didática, que é a “Arte de ensinar, de transmitir conhecimentos por meio do ensino.” (Dicio).

    Então, a palavra inspirada por Deus tem a melhor didática, é a melhor capacitada para nos ensinar.

    Destaco ainda, o verbo instruir, que é o ato pedagógico. Pedagogia vem do grego paideia que visava a formação do cidadão ético e moral.

    A palavra pedagogia vem de paideia, é a ciência da educação e do ensino. Forma-se de paidós, (criança) + agogos (condutor). Daí, o pedagogo era o condutor de crianças na aprendizagem.

    Da mesma forma, a Palavra de Deus é a Pedagoga para nos ensinar. O problema é que cada vez mais vemos pessoas descrentes na Bíblia como Palavra de Deus. Mesmo autoridades tem rejeitado o valor da Bíblia para o ensino e formação do cidadão.

    Então, isso explica o ruma desgraçado que a sociedade vem tomando, infelizmente.

  • A Doutrina de Jesus Devocional

    A Doutrina de Jesus Devocional

    A Doutrina de Jesus Devocional é o tema de hoje. Leiamos Marcos 1.21-28 com intuito meditarmos nos ensinos do Senhor.

    Texto Bíblico: Marcos 1:21-28

    “Entraram em Cafarnaum e, logo no sábado, indo ele à sinagoga, ali ensinava.

    E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas.

    E estava na sinagoga deles um homem com um espírito imundo, o qual exclamou,

    Dizendo: Ah! Que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus.

    E repreendeu-o Jesus, dizendo: Cala-te, e sai dele.

    Então o espírito imundo, convulsionando-o, e clamando com grande voz, saiu dele.

    E todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto? Que nova doutrina é esta? Pois com autoridade ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!

    E logo correu a sua fama por toda a província da Galileia.”

    A Doutrina de Jesus Devocional: Melhor Ensino

    As pessoas que, ao longo dos séculos seguem a Cristo comprovam que ele tem a melhor doutrina do mundo. Esta conclusão é a mesma a que chegaram os que ouviram o ensino do excelentíssimo Mestre na sinagoga de Cafarnaum, conforme está escrito no texto bíblico acima. Eles, na ocasião, ficaram admirados da didaskalia de Jesus.

    Este episódio foi o primeiro ensino público de Jesus numa sinagoga, conforme o Evangelho de Marcos.

    A sinagoga era a assembleia dos judeus, isto é, a reunião deles. Consequentemente, o espaço dedicado às reuniões, também passaram a se chamar sinagoga.

    O mesmo acontece conosco hoje. Por exemplo, igreja é a assembleia, ajuntamento de pessoas com propósito. Mas nós chamamos de igreja o prédio usado para tais reuniões.

    Nas sinagogas fazia-se a leitura das Escrituras (Velho Testamento) e faziam orações. Em Lucas 4.33-37 Jesus foi o expositor no texto bíblico.

    O povo logo notou a diferença entre o ensino de Jesus e o ensino dos escribas e fariseus, pois Jesus personificou os princípios que ensinava através da obediência às Escrituras com todo coração, alma e entendimento.

    A doutrina que saía dos lábios de Jesus também saia do coração e da alma. Eram verdades de Deus, enquanto que a doutrina dos fariseus eram falsas, cheias de hipocrisia (Mt 23) e preceito de homens (Mc 7.7;  Mt 15.9).

    O discípulo de Jesus precisa deixar ser apropriado pela doutrina de Cristo de tal forma que ela se torne parte dele, arraigada em sua alma (Mc 4.1-8; Ef 3.17-19).

    Somente desta forma expressaremos a vida do Mestre em nossas vidas, o Deus conosco, pois Jesus é o Emanuel (Jo.10,30; Cl 1.15-20).

    A palavra didache, “ensino”, descrevia o ato de ensinar tanto de Jesus quanto dos fariseus. Mas a distinção estava no espírito com que ensinavam e praticavam tais ensinos. Enquanto os fariseus ensinavam o que não praticavam, Jesus dava expressão aos ensinos, deixando-os fluir em seu convívio com o povo.

    Uma prova disso é que na sinagoga estava um homem possesso de “espírito imundo”. Provavelmente tal homem estivera ali desde sempre, pois era comum todos os sábados se reunirem. Porém ninguém podia curá-lo. Quando Jesus foi ali ensinar, logo libertou o homem. O ensino de Cristo liberta.

    Por isso, o ensino de Cristo passou a se chamar “Doutrina do Senhor” (At 2.42; 13.12; Jo 7.16,17).

    Tal doutrina era do Mestre dos mestres e Senhor dos senhores. Por isso, não só o ensino, mas também o conteúdo e os métodos de ensino.

    A Doutrina de Jesus Devocional: Método de Ensino (Mt 4.23; 11.28-30).

    Jesus ensinou com palavras e ações que expressavam o espírito da Lei de Moisés. Isto é, a doutrina de Jesus não eram palavras vazias carregadas de hipocrisia, mas sim, a personificação da piedade, do amor e da justiça de Deus. Este é o significado de caridade, amor aplicado na prática.

    O Ensino de Jesus ensina-nos a vivermos debaixo da autoridade de Deus. Jesus vivia de forma que Deus era com Ele para curar as pessoas do físico e da alma (Is 53, Mt 8.16,17).

    O Dicionario Internacional de Teologia do Novo Testamento descreve assim o ato de curar pela fé:

    “A cura é a recompensa da fé, porque a fé tem confiança de que mesmo depois dos homens terem feito o máximo possível e fracassado, o poder de Deus em Cristo é inesgotável. A cura não dá origem à fé, mas sim, a pressupõe (Mc 6.5,6). Não é que a fé é o poder que opera o milagre; pelo contrário, é o estado de preparação para o milagre”.

    A igreja, corpo de discípulos de Cristo, deve viver de forma a incorporar e personificar a Doutrina de Jesus e de seu Reino. Assim também, igual a Jesus, deve curar os enfermos do corpo de alma.

    • O discípulo cristão precisa encarnar os ensinos de Cristo.
    • Jesus nos ensina com sua doutrina a vivermos o sobrenatural de Deus no mundo físico.
    • Jesus é o companheiro de jugo fiel, manso e humilde que dá alívio às nossas almas.

    Leia também: Jesus Cristo Domina A História

    Carta de Jesus À Igreja de Laodiceia

  • Israel Corrupção Moral e Espiritual

    Israel Corrupção Moral e Espiritual

    Israel Corrupção Moral e Espiritual, Livro de Juízes, cap. 19, um dos textos mais macabros da Bíblia. Marcas de pecados e consequências.

    Morte em Israel Corrupção Moral e Espiritual

    O capítulo 19 do Livro dos Juízes no Bíblia revela um estado de podridão moral e espiritual estarrecedor. Tal estado foi marcado por morte, um banho de sangue numa guerra civil na família de Jacó.

    Por que isto aconteceu? O povo santo se apartou de Deus e adorou ídolos. Esqueceu as conquistas dos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó e não seguiu o legado de fé que eles deixaram. Além disso, esqueceram-se das instruções de Moisés e da Lei que ele deixou.

    O povo se prostituiu espiritualmente e moralmente, abandonou os ensinos de vida da Lei de Deus, e seguiu ídolos, e os costumes dos povos de Canaã.

    Vamos aos fatos registados no capítulo 19 de Juízes. A narração é assustadora. Então, vamos por partes.

    Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

    1ª Parte: A concubina de um levita o abandona e volta para casa do pai (1-3a).

    Um levita tinha uma concubina. Concubina era uma espécie de esposa de segunda categoria. Naquele tempo, a poligamia era aceita lealmente. Então, um homem podia ter várias esposas e/ou esposas e concubinas.

    Estas podiam ser abandonadas mais facilmente do que as esposas oficiais (Gn 21.10-15 Agar). Porém, havia leis que reconheciam os direitos delas (Ex 21.7-11; Dt 21.10-17).

    Algumas traduções dizem que a concubina “adulterou” e foi embora para casa do pai. Outras trazem “aborreceu”; “se irritou”; “foi infiel”…

    Mas, o contexto parece indicar que a mulher se aborreceu com o levita e, por isso, voltou para casa do pai. O motivo de escolher esta interpretação é que ele foi procurá-la para se reconciliar, como diz no texto, “para falar-lhe ao coração” (3).

    Isto era uma frase idiomática que significava falar com carinho, amor e generosidade (Shedd). O objetivo era reconquistar e restaurar o relacionamento entre eles.

    Então parece que a concubina que era de segunda categoria ganhou o primeiro lugar no coração do levita.

    Além disso, o pai da moça a recebeu de volta sem recriminação. Isto seria muito difícil num contexto em que o adultério era punido com a morte (Lv 20.10).

    2ª Parte: O levita chegou na casa do pai da concubina e procura mantê-lo ali (3b-9).

    Quando o levita chegou, o pai da moça o recebeu com alegria (3c). Então, ele o deteve por três dias em sua companhia num clima de festa (4).

    Ao quarto dia o levita se levantou cedo para partir, mas o sogro insistiu que ele ficasse. Então ele ficou.

    Mas, no quinto dia, embora o sogro ainda insistisse para ele ficar, resolveu partir, mesmo já sendo tarde para a viagem.

    Vemos nesse quadro a importância da hospitalidade naquela cultura e naquele tempo. A hospitalidade era algo sagrado, e por isso, deveria ser praticado e respeitado.

    Na terceira parte, veremos mais sobre isso.

    3ª Parte: O Levita procura chegar a uma cidade israelita para passar a noite com sua concubina e seu servo (10-21).

    O homem chegou e ficou na praça da cidade, pois ninguém lhe ofereceu hospitalidade.

    Mas, vindo um homem velho do campo, viu o levita na praça. Este homem, porém, não era um benjamita, mas era efraimita. Ou seja, era conterrâneo do levita que também era de Efraim.

    O velho conversa com o levita investigando de onde ele era e para onde viajava. O levita explica que estava de volta de Belém para a montanha de Efraim, e que ninguém naquela cidade lhe ofereceu hospitalidade, mesmo ele tendo todo sustento necessário para ele e seus acompanhantes.

    Então, o velho ofereceu hospitalidade, alimentou os jumentos, os viajantes lavaram os pés, comeram e beberam.

    Um estrangeiro residente ofereceu hospitalidade digna a um estrangeiro viajante.

    4ª Parte: Malfeitores atacam a casa do anfitrião em busca do levita (22-25).

    Enquanto o anfitrião e seus hóspedes se confraternizavam, malfeitores (malandros, homens filhos de Belial, ímpios) atacaram a casa do velho fazendo tumultos e batendo na porta. Eles queriam que o velho entregasse o levita, pois queriam “conhecê-lo” (22).

    Mas entenda, que “conhecer” era esse que eles queriam tanto? Não era, dizer, olá. Nós somos benjamitas. Qual seu nome? De onde vens? Muito prazer. Não!

    Então, que conhecer era esse que o velho hospedeiro, para acalmar os vagabundos lhes ofereceu sua filha virgem para eles abusarem dela? E eles recuram. Queriam o levita. (23-25a). Conferir com Gn 19.9sgs).

    Mal tratar um hóspede era mais grave do que crime de estupro.

    Loucura é no hebraico nebalah: “devassidão”, “impiedade” (Shedd). Nabal (1 Sm 25.25).

    5ª Parte: O Levita entrega sua concubina aos malandros (25b-30).

    Para tentar acalmar os bandidos e evitar mais danos a si, ao seu hospede e família, o levita entrega sua concubina aos bandidos. Então eles a conheceram (25c).

    Mas que conhecer é este, já que abusaram dela toda a noite até de manhã? Era esse “conhecer” com que queriam conhecer o levita. Cometeram estupro coletivo.

    Então a concubina não resistiu à violência dos bandidos estupradores, e morreu.

    O marido saiu pela manhã e a viu caída à porta. Chamou-a para partir. Mas ela não respondeu. Estava morta.

    O levita, então, colocou-a sobre seu jumento e partiu para casa.

    Ao chegar a casa, tomou um cutelo e partir sua concubina em 12 pedaços e enviou para todo Israel com uma mensagem: Desde o dia em que subiram do Egito, viram algo semelhante? Reflitam nisso. Consultem-se e pronunciem uma sentença.

    Decisão da Assembleia de Israel em Mispa (capítulo 20).

    Todos os filhos de Israel, exceto, claro os benjamitas se reuniram em Mispa, perante o Senhor (1). Eram 400 mil homens de guerra.

    A congregação pediu ao levita para explicar o que aconteceu, como foi cometido tal crime (3-7).

    O levita buscava uma decisão de justiça contra aquele crime ignominioso, infame ou horrível, vergonha e loucura (6).

    A decisão da assembleia foi: Sairemos contra os benjamitas por sortes (8-11).

    A assembleia pede aos efraimitas que entreguem os homens que cometeram crime (12-18)

    Mensagem: Que maldade é esse que cometeram? Entreguem os homens filhos de Belial para que os matemos e tiremos de Israel o mal (12b-13a).

    Benjamim não quis entregar os homens malignos. Pelo contrário, ajuntou-se para a guerra (13b-18).

    Benjamim: 26000 peritos na guerra (15).

    Israel: 400mil.

    Israel consultou a Deus em Betel para ver quem sairia primeira à batalha. Foi Judá (18).

    Benjamim venceu o primeiro. Matou 22 mil homens de Israel (21).

    Israel tornou a consultar a Deus. Iremos contra nosso irmão? (23). Resposta: Subi contra Benjamim (23).

    Benjamim venceu a segunda batalha: 18 mil mortos de Israel (24,25).

    Israel chorou perante o Senhor, jejuou, ofereceu holocausto e oferta pacífica. Depois perguntou: Tornaremos contra Benjamim, nosso irmão, ou desistiremos?

    Resposta: Subi que amanhã eu os entregarei nas vossas mãos (28).

    Israel armou emboscado. Uma parte fugiu dos benjamitas que ainda mataram 30 israelitas (31).

    Dessa vez Israel matou 25100 benjamita. Saíram 26700 e sobrou 1600 (35).

    Israel ainda atacou a cidade de Gibeá

    Na emboscada, Israel matou quase todos os benjamitas: 25 mil, afora os que mataram da cidade e dos lugarejos em volta (44-48). Sobrou apenas 600 homens.

    Cap. 21 – Como restaurar a tribo de Benjamim

    Sobrou da guerra 600 homens. Sem esposas.

    Israel havia prometido que ninguém daria suas filhas aos benjamitas (21.1)

    O povo chorou diante de Deus em Betel lamentando a falta da tribo de Benjamim (2-3).

    Ofereceram culto: edificaram altar, apresentaram holocausto e ofertas pacíficas (4).

    Haviam dito que quem não comparecesse à assembleia em Mispa seria morto (5)

    Tiveram compaixão de Benjamim (6)

    Como conseguir esposas para os 600 restantes e manter a tribo de Benjamim? (7).

    Como o povo de Jabes-Gileade não atendeu a convocação da assembleia, os homens foram mortos e conservaram 400 moças para os benjamitas (8-15).

    Mas ainda restaram 200 benjamitas solteiros. E agora? (16-25).

    Agora se tornaram ladrões de mulheres. Se seus pais as dessem em casamento feririam o acordo de não lhes dar suas filhas. Mas se fossem roubadas, não teriam culta.

    Lições

    O levita não deveria ter uma concubina. Só fez arruinar a vida da moça. Pelo menos deveria tê-la deixado ir embora.

    Dramatizou o caso no pior cenário possível em busca de justiça: Esquartejar a pobre concubina.

    Os benjamitas foram coniventes com os pecadores e corresponsáveis pelos crimes cometidos

    Os israelitas acertaram em pedir os culpados a serem castigados.

    A assembleia do povo tomou várias decisões ainda mais agravantes: Medidas desesperadas.

    Leia também: O Amor Entre Duas Mulheres

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