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  • O Que É A Fé?

    O Que É A Fé?

    O Que É A Fé? É a virtude que não é nossa, mas nos foi doado por amor, para conhecermos a Deus e nos relacionarmos com Ele.

    Hebreus 11.1-3 Define o que é fé.

    Imagem de Arnie Bragg por Pixabay

    A fé é a certeza, (hupostasis): Confiança, essência, realidade; segurança, é uma substância (ou realidade) doadora, ou uma garantia. 

    No Novo Testamento, “hupostasis” é usado para transmitir a ideia de uma realidade ou essência fundamental.

    A fé é a essência invisível das coisas visíveis (3). Mas a própria fé é uma dádiva que vem da essência invisível: Deus. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.” (Ef 2.8). 

    Nós não temos capacidade para ter fé em Deus. Toda capacidade que temos é para pecar. Disso sabemos muito bem. Então, a graça e a fé são dádivas de Deus para nós. Isso prova que Deus nos ama e quer nos salvar.

    A fé é a essência da vida cristã. O que não é produto da fé, é pecado: Rm 14.23:

    Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado”. 

    A fé é um dos três pilares permanentes e fundamentais que dão sentido a tudo na vida cristã. 1 Co 13.13:  “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.”

    A fé é o meio de vivermos a vida cristã agradando a Deus (11.6). E sem fé é impossível agradar-lhe.

    Pela fé, desde o terceiro homem, Abel, e muitos outros, há milhares de anos atrás, deixaram testemunho que fala até hoje. 

    Muitos têm lido, escutado e se inspirado nos testemunhos deles, e alcançado a salvação.

    Fico pensando até onde vai meu testemunho, e o de minha geração e dos contemporâneos. Que legado estamos deixando?

    A fé de trata Hebreus é a fé em Jesus Cristo como único e absoluto meio de se achegar a Deus. Ele é o Sumo Sacerdote que entrou no tabernáculo celestial, na presença de Deus (Hb 3.1; 4.14,15; 5.20; 7.26-28; 8.1,2; 9.11).

    Jesus é o caminho novo e vivo no qual devemos andar “verdadeiro coração, em inteira certeza de fé” (Hb 10.22).

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  • A Suficiência Absoluta do Sacrifício de Cristo

    A Suficiência Absoluta do Sacrifício de Cristo

    A Suficiência Absoluta do Sacrifício de Cristo deveria ser algo a que se confessam cristãos deveriam depositar total confiança. Entretanto, não é o que constatamos nas confissões e práticas de muitas religiões que se dizem cristãs. Há os que declaram não ser Cristo suficiente, e por isso, procuram estabelecer outros meios necessários para salvação tais como: obras de caridade, preceitos da Velha Aliança, uma multidão de mediadores, etc.

    Essas coisas, entretanto, não são de hoje, pois já no primeiro século do cristianismo havia igrejas tentando implementar outros meios para se achegar a Deus. Menciono dois exemplos disso: A Carta de Paulo aos Gálatas, que é uma repreensão à igreja por achar necessário incluir as práticas judaicas da Velha Aliança. Assim fazendo estavam passando para outro evangelho, no caso, um falso evangelho (Gl 1.6-8).

    Outro exemplo é a Carta aos Hebreus, onde o autor procura convencer seus leitores, que também, estavam voltando às práticas da Velha Aliança, de que o sacrifício de Cristo é eficiente, absoluto, único e suficiente para purificar-nos dos pecados. Não há outro.

    O que Cristo fez na cruz pelos que crêem nele é o único meio tanto para bênçãos terrenas e, muito mais ainda, para redenção espiritual. Quaisquer outros meios são inúteis. 

    O mesmo podemos dizer do serviço e prestação de culto. Qualquer culto em que Cristo não seja o centro e único meio de se aproximar de Deus é inútil. 

    Por que o sangue de Cristo é assim eficiente? 

    Hebreus 9 contrasta a transitoriedade e imperfeição da Velha Aliança baseada nos sacrifícios de animais com o sacrifício de Cristo na cruz. No santuário havia o santo lugar e o santo dos santos. No santo dos santos só o sumo-sacerdote entrava uma vez por ano para apresentar o  sacrifício de um animal puro e sem mácula por si mesmo e pelo povo. 

    Mas na Nova Aliança, os versos 11 e 12, do capítulo 9, diz: “Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação, nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção.”

    Então, vimos que o sacrifício de Cristo é superior a quaisquer outros e nem devemos associá-los a outros, pois não é desta criação, não é transitório, não é temporal; mas é atemporal, eterno e celestial.

    • Cristo não ofereceu sangue de animais, mas ofereceu seu próprio sangue, a si mesmo.
    • Jesus Cristo é o Filho por quem Deus declarou total aceitação (Mt 3.17; Mc 9.7).
    • Cristo é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29). 
    • Jesus Cristo foi impecável diante de Deus e dos homens (Jo 8.46).

    A prova de tudo isso é que Jesus ressuscitou dentre os mortos, caso não fosse aceitável por Deus, tal não aconteceria (At 13.34-39).

    Só Jesus Cristo salva (At 4.12). 

    Jesus não precisa de advogados associados para defender ao que nele crê. Ele é suficiente.

    Concluindo, o culto verdadeiro é aquele em que a fé em Cristo é o único, absoluto e suficiente Mediador para nos aproximarmos e nos relacionarmos com Deus.

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