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  • A Mulher Que Amas: Bênção de Deus

    A Mulher Que Amas: Bênção de Deus

    A Mulher Que Amas: Bênção de Deus, Eclesiastes 9.9: Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias da tua vida vã, os quais Deus te deu debaixo do sol, todos os dias da tua vaidade; porque esta é a tua porção nesta vida, e no teu trabalho, que tu fizeste debaixo do sol.

    A Mulher Que Amas, ou seja, sua esposa, com quem você se casou, homem, é bênção de Deus para sua vida. O amor dessa mulher deve ser o prêmio para a vida do marido todos os dias.

    A Mulher Que Amas, Quem É Ela?

    Imagem de Sonam Prajapati por Pixabay

    A gente sabe que não é bem assim, mas este é o ideal, e é o que pode fazer um casamento pleno de bênçãos e alegrias. Provérbios 18.22 diz: “Aquele que encontra uma esposa, acha o bem, e alcança a benevolência do Senhor.

    É claro que uma coisa leva à outra, pois a mulher boa esposa que o escritor bíblico tem em mente é aquela de Provérbios 31.10-31, a mulher  virtuosa.

    Então, bendita hora em que Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só. Far-lhe-ei uma adjutora que lhe corresponda.”

    Vejam que Deus criou um homem para uma mulher e uma mulher para um homem, e casou-os. Foi o primeiro casamento da história da humanidade (Gn 2.2).

    Jesus lembrou aos fariseus que este é o princípio estabelecido por Deus (Mt 19,8,9). Essa é a vontade de Deus. Divórcio  é uma concessão “por causa da dureza de coração” de homens e mulheres, consequências do pecado. Jesus ensina que o casamento deve ser perpétuo (Mt 196b).

    Mulher: Bênção de Deus

    Assim, o casamento entre um homem e uma mulher é bênção de Deus. Foi isso que Adão expressou em Gênesis 2.23: “Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada.” Este cântico ou poesia foi para dizer: “Essa é que é mulher!”.

    Então note, homem, Adão foi o único da história que podemos dizer que dormiu solteiro, e acordou casado. Mas você que é solteiro, não pense que vai acontecer o mesmo com você. Sai à conquista de sua esposa com joelho no chão em oração ao Senhor, para que a sua mulher seja bênção na sua vida. Muitos acham que a mulher é maldição, mas é porque não a buscou como bênção de Deus.

    O autor de Eclesiastes é pessimista quanto à supervalorização das coisas desta vida. O autor procura filtrar desta vida as coisas mais importantes, e as aconselha, como algo que podemos aproveitar ao máximo, curtir. Dentre essas coisas, está o casamento. Veja a ênfase: “Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias da tua vida vã”. Este pensamento está permeando todo o Livro, como por exemplo, 5.18 (Confira).

    A mulher que amas”, é aquela que o laçou com laço de amor e mesmo que ela lhe dê cordas, você não sai de perto. Você diz assim: “Para quem irei eu, se só você tem o que preciso?” Mais ou menos como Pedro disse a Jesus: Para quem iremos nós? (Jo 6.68).

    Paulo orientou aos bispos a que fossem maridos de uma só mulher. Mas certamente que o que se tem em mente é a mulher ideal, mulher com M maiúsculo, cuja performance está muito bem descrita em Provérbios 31.10-31. Quais são os adjetivos dessa mulher: Ela é virtuosa, valorosa, confiável, cheia de boas obras, que cuida com excelência da casa, cujo os filhos se levantam e a elogia dizendo: “Essa é que é mãe. E o seu marido diz: “Essa é que é mulher!

    Mas certamente, essa mulher espera ter maridos e filhos honrados, que a respeitem. Penso que a ideia é que cada lar seja representado por uma família real em que o marido é o rei, a mulher a rainha e os filhos são  príncipes e princesas. Esse é o desafio para a família em Cristo ou seja, família cristã.

    Com certeza não será uma família perfeita em si mesma, mas o será em Cristo, a família que Deus espera que sejamos.

    Na presença do Senhor flui o amor e o  perdão que o lar precisa para cobrir as imperfeições. Há orientações seguras para o sucesso da família em Efésios 5.21-6.4.

    Veja as bênçãos do casamento:

    1- Afetividade. “A mulher que amas”. Reconhece que o homem é um ser carente de amor: a) Primeiramente de Deus; b) Mas também do próximo: Parentes e amigos; c) Conjugal: Romântico e sexual. 

    2 – Alegria.  O Verso básico diz: “Goza”, isto é, “alegre-se”. O prazer que os cônjuges têm no casamento abençoado. 

    Certo jovem estava namorando uma moça já fazia muitos anos e não a pediu em casamento. Quando ela insistiu em querer saber porque, ele disse que queria gozar a vida primeiro antes de casar. Então ela disse, tá certo. Você está livre para gozar a vida, mas eu quero me casar e vou procurar alguém que o queira.

    Não há nada mais agradável para o homem do que casar conforme a Bíblia orienta.

    3 – Perpetuidade ou seja, descobrir as bênçãos da permanência na união. É como descobrir a cada dia o sabor do vinho que quanto mais velho, melhor.

    4 – Alimento para a alma em que há segurança emocional. Esta é a porção desta vida que logo terminará. No além não há casamento (Ec 9.10).

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    Leia também: Lições de Vida: História de José do Egito

    Utilidade da Palavra Inspirada por Deus

  • Trabalho É A Sorte da Vida Diligente

    Trabalho É A Sorte da Vida Diligente

    Trabalho É A Sorte da Vida Diligente. Acasos não existem, mas sim, providências divinas. Equivale a dizer: “Não foi sorte. Foi Deus”.

    Veja o que diz Rute 2.3: “Ela se foi, chegou ao campo e apanhava após os segadores; por casualidade entrou na parte que pertencia a Boaz, o qual era da família de Elimeleque.”

    Imagem de Sasin Tipchai por Pixabay

    Casualidade Consequente do Trabalho

    Percebemos que a sorte de Rute e Noemi começou a mudar. Elas voltaram de Moabe para Belém porque ouviram a notícia de que Deus tinha acabado com a fome ali.

    Mas, ainda assim, ao chegarem em Belém, teriam de trabalhar e buscar meios de sobrevivência. Rute não perdeu tempo, mas propôs-se logo a trabalhar apanhando espigas de trigo após os segadores no campo.

    Havia leis de Deus que os fazendeiros deixassem os pobres colherem o resto das espigas que caia e/ou que sobrava durante a colheita (Lv 19.9; 23.22; Dt 24.19).

    Havia, então, um recurso embora que mínimo, para manter a vida do pobre e das viúvas desamparadas.

    Este recurso, entretanto, não era conquistado sem trabalho. O meio estabelecido por Deus para nossa sobrevivência é o trabalho. Disse Deus:

    “No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás” (Gn 3.19).

    A Bíblia ensina que todos devemos trabalhar e fazer o que é bom. E mais, quem não trabalha, não deve ter o que comer (2 Ts 3.10).

    Então, percebemos que Rute era uma mulher diligente, trabalhadora e por isso ela se encontrou com a “casualidade” de colher restos de espigas na terra de Boaz.

    Por “acaso” ela sem saber foi colher espiga na terra de um possível remidor.

    As aspas nas palavras acima casualidade e acaso são para dizer que não existem estas não existe nas vidas guiadas por Deus.

    Deus estava guiando as vidas de Rute e Noemi. Ele via o valor daquelas mulheres e se alegrava com elas. Por isso, a história delas não teve acaso,  ao meu ver, teve providências.

    Além disso, esse drama revela pessoas de caráter, de honra e de responsabilidade, coisas que Deus busca e aprova nas pessoas.

    Não foi sorte. Foi Deus. Não foi fácil. Foi trabalho duro e horado.

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