Tag: Bíblia Sagrada

  • IS 55.3: O Chamado de Deus

    IS 55.3: O Chamado de Deus

    Recebemos convites de muitas gentes, para muitas coisas boas ou ruins. O melhor convite, o melhor chamado que podemos ouvir neste mundo é o chamado de Deus. Deus nos convida o tempo todo. Como? Veja!

    1 Inclinai os ouvidos e vinde a mim

    Este convite foi para o povo de Judá, que vivia uma religiosidade hipócrita, um culto fingido. No caminha de encenação em que viviam o fim seria a morte, a desgraça. Por isso, Deus em toda sua misericórdia convidou-os para a sinceridade; ouvi-lo de verdade.

    Diz o Senhor inclinai os ouvidos, como filho que escuta o pai ou o servo que está atento ao mestre, qual o comando que Ele nos dá. Deus convida a levantarmos as orelhas, as antenas de nosso aparelho auditivo e ouvir bem, ouvir com atenção, ouvir para obedecer, captar atentamente os ensinos proféticos. Deem-me ouvidos! Cheguem bem perto! Vinde a mim.

    O menino Samuel orientado pelo sacerdote Eli, disse: Fala, Senhor, pois teu servo ouve. Que todos nós estejamos prontos a ouvir a Deus.

    2 O Resultado de Ouvir a Deus nos Alcançará: “Vossa alma viverá”

    Jesus fez o mesmo convite para os que estavam cansados e oprimidos pelas hipocrisias dos escribas e fariseus: “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei” (Mt 11.28-30).

    Vida é o que Deus nos promete em Cristo, e vida abundante (Jo 10.10; 14.6).

    O único meio de obtermos a vida eterna é pela fé em Jesus Cristo.

    O texto de Isaías aponta exatamente para esse tempo em que todas as promessas de Deus seriam realizadas em Jesus.

    Se você quer vida eterna, saiba que Jesus é o único meio. Ouvir a Jesus gera vida e vida eterna. Responda ao chamado de Cristo e viva eternamente.

    3 – A Aliança perpetua

    Deus prometeu isso a Davi, que era da tribo de Judá de quem descendeu Jesus, o Messias (Cristo) prometido para salvar.

    Isaias menciona que essas promessas são as “fiéis misericórdias prometidas a Davi”. A base para o agir de Deus é sua fidelidade e sua misericórdia. Amor é o que move Deus em nossa direção para nos salvar. No Novo Testamento isso se chama “graça” (At 13.34; Ef 2.8-9).

    Enquanto muitos convites humanos nos levam a perdição, à desgraça, ou a momentâneos prazeres, Deus nos chama para alegrias eternas que vão além desta vida terrestre.

    Não perca tempo! Achegue-se logo a Jesus!

  • Ef 1.3: A Verdade Transformadora da Plenitude Cristã

    Ef 1.3: A Verdade Transformadora da Plenitude Cristã

    Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestes em Cristo”

    • Pelo Deus bendito
    • Pelo Pai de nosso Senhor Jesus Cristo
    • Com toda sorte de bênçãos espirituais.

    Nada de maldição hereditária para a vida do cristão. Esta era a concepção do Velho Testamento para o povo de Israel, que já em Ezequiel começou a ser mudada (Ez 18.20; 33.20). Na velha crença, os filhos levariam os pecados dos pais. Agora, com Cristo a bênção eterna é completa chegou, pois Jesus Cristo veio desfazer o poder de toda maldição.

    Cristo se fez maldição por nós na cruz do calvário conforme Gl 3.23:

    Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro

    Cristo desfez o poder do pecado quando ele riscou o escrito de dívida que era contra nós perante a justiça de Deus. Colossenses 2:14,15:

    Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.

    E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo.

    1 Jo 1.9: Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. 

    Cristo desfez o poder da morte. 1 Coríntios 15:54-57:

    E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória.

    Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?

    Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.

    Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 

    Cristo desfez o poder do diabo e do inferno 1 João 3:8:

    Quem pratica o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: Para desfazer as obras do diabo”

    Colossenses 2:15: “E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo”

    Quebra de maldição é para incrédulos e não para crentes em Cristo; é para desobedientes e não para obedientes a Deus. Deuteronômio 11:26-28:

    “Eis que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição;

    A bênção, quando cumprirdes os mandamentos do Senhor vosso Deus, que hoje vos mando;

    Porém a maldição, se não cumprirdes os mandamentos do Senhor vosso Deus, e vos desviardes do caminho que hoje vos ordeno, para seguirdes outros deuses que não conhecestes”. 

    Queres desfazer as maldições em sua vida?  Só Cristo pode refazer tudo novo. 2 Coríntios 5:17: 

    Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”. 

    Renda-se a Cristo e viva sem condenação;

    Romanos 8.1: “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito

    Imagem de Arnie Bragg por Pixabay

    Veja este conteúdo no meu canal no Youtube clicando aqui.

    Leia também:

    Veja mais artigos

    Bíblia Online

  • Como Encontrar A Verdadeira Paz

    Como Encontrar A Verdadeira Paz

    Como Encontrar A Verdadeira Paz em um mundo de guerras? Muitos buscam resposta sem conseguir resultado. Salmo 37.7 ensina o segredo que vai mudar sua vida.

    Como Encontrar A Verdadeira Paz Salmo 37.7

    Descansa no Senhor, e espera nele; não te indignes por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa astutos intentos.

    Meditando no Versículo Bíblico

    Este Salmo é cheio de conselhos para os crentes que tendem a invejar ou ficarem confusos sobre a prosperidade dos ímpios. Desde o verso 1º ele já começa aconselhando-nos a não invejarmos os malfeitores (ímpios, gente que não teme a Deus). Eles colherão o que estão plantando (v2).

    Muitas vezes lutamos em trabalhos e fadigas tentando prosperar ou mesmo, procurando ter um algo um pouco melhor para sobreviver, e não conseguimos.

    Ao olharmos a nossa volta, vemos gente que não respeita Deus vivendo tranquilamente; parece que nada de ruim lhes acontece. Então, ficamos confusos, porque a teologia da prosperidade nos ensina sempre que os crentes devem ser prósperos financeiramente, do tipo: “Muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender.

    Mas a história não é bem essa. O ensino bíblico é bem diferente. O ensino das Escrituras é que temos de aprender a viver contentes com o que temos conseguido dignamente, porque essa é a vontade de Deus: que tenhamos uma vida digna de Cristo. E essa é a nossa maior riqueza. A riqueza da comunhão com o Senhor. Essa comunhão nos leva à glória eterna.

    Além disso, devemos observar o que diz o Salmo 1.5,6: Os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos, por que o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios perecerá.

    Na linguagem usada por Jesus em Marcos 8.36: “Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”

    Assim, quando nos ocupamos invejando ou ficamos confusos com a prosperidade dos perversos, perdemos a fé na providência de Deus, perdemos a paz, e caímos da graça do Senhor. Se nós caímos da graça, nos encontraremos na desgraça do destino dos ímpios no juízo de Deus.

    Além disso, corremos o risco de nos lançarmos a práticas indignas de Cristo, perderemos a comunhão com o Espírito Santo, teremos ansiedades e depressões que nos levarão à derrota.

    A Derrota de Israel

    Israel falhou em buscar a paz de Deus ao olhar para a prosperidade dos ímpios e ficar desanimado ao ponto de desprezar a obra de Deus após o cativeiro babilônico. Isso aconteceu por volta de 397 a.C. Na época eles consideram inútil servir ao Senhor, e que a serviço de Deus era desprezível.

    Por essa razão, Deus anunciou a eles o dia do juízo, quando eles então verão a diferença entre o justo e o ímpio. Veja o capítulo 3, versículo 18: “Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve.

    Precisamos aprender com Jesus que disse: “Essas coisas vos tenho dito para que tenhas paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (Jo 16.33).

    Então o segredo para uma vida de paz é vivermos em Jesus. Nele deve estar nossa mente e coração, e não nas coisas passageiras desta vida.

    Assista a este conteúdo no YouTube: Clique Aqui.

    Siga minha página no Facebook; Clique Aqui.

    Leia o Salmo 37 completo: Aqui.

  • Estudo Apocalipse de João Introdução

    Estudo Apocalipse de João Introdução

    Estudo Apocalipse de João Introdução A mensagem de esperança endereçada por Jesus para sua igreja neste mundo de tribulação.

    A mensagem foi testificada por João e enviada às sete igrejas da Ásia, mas se aplica a todas as igrejas de todos os lugares e em todos os tempos.

    Estudo Apocalipse de João: O Autor

    Embora haja discussões a respeito da autoria do livro, atribui-se a João, o discípulo amado e autor do quarto Evangelho.

    Ele se apresenta como João, mas omite a palavra apóstolo. A linguagem é diferente do Evangelho de João. Por isso, algumas dúvidas surgiram quanto à autoria.

    Mas, tais diferenças podem ser explicadas pelo estilo literário bem diferente, como é o estilo apocalíptico (veremos mais adiante).

    Era comum uma pessoa anônima adotar o pseudônimo de pessoas com maior credibilidade para que seus escritos ganhassem autoridade e aceitação das pessoas.

    Então, como saberemos se este tal “João” era mesmo ou não o Apóstolo? Vejamos algumas considerações:

    1 – Este João era pessoa conhecida entre as Igrejas da Ásia (1.9);

    2 – Ele era classificado como profeta (22.9);

    3 – Justino Mártir (Cidade de Éfeso, em 135 d.C.) o identificou como o Apóstolo;

    4 – Irineu (180 D.C), discípulo de Policarpo, identificou este João como sendo o Apóstolo;

    5 – O Cânon Muratoriano (cerca de 175) o identificou como sendo o Apóstolo, filho de Zebedeu;

    6 – Polícrates, Clemente de Alexandria, Tertuliano e Orígenes (cerca de 225 D.C.) testemunharam que este João é o Apóstolo e autor do Evangelho de João.

    Ou seja, estes eram estudiosos bem mais próximos dos fatos no espaço e no tempo. Então, o testemunho deles deve ser considerado como mais valiosos.

    Opiniões contrárias ficam por conta de Dionísio de Alexandria (c. 265) e Eusébio (c. 325). Mas a História da Igreja contemporânea não deu crédito a eles. Prova disso é que desde aqueles tempos o Apocalipse consta como sendo de autoria joanina.

    Destinatários

    Os destinatários estão bem identificados no Livro: “…O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sarde, a Filadélfia e a Laodiceia” (Ap 1.11).

    A Ásia, aqui mencionada, foi identificada como sendo a região da Ásia Menor ou Anatólia (Turquia).

    Estudo Apocalipse de João: Época da Escrita

    A época mais aceita é o reinado do Imperador César Domiciano. Ele queria ser adorado como deus. Por isso construiu templos à sua divindade por todo império. Voltarei a mencioná-lo.

    Assim sendo, a data mais aceita pelos estudiosos é 95 d.C.

    O Local da Escrita

    O local da escrita também é identificado no Livro. O autor “estava na ilha de Patmos” (1.9), localizada na “rota marítima de Éfeso a Roma” (Introdução ao Estudo do Novo Testamento – Broadus David Hale).

    Ele estava exilado ali “por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus” (1.9). Segundo Hale, Domiciano o teria exilado em Patmos para trabalhar nas minas de sal. A fonte destas informações é Irineu e Eusébio.

    Eusébio registra ainda que depois da morte de Domiciono, o imperador César Nerva soltou João.

    Estudo Apocalipse de João: A Data da Escrita

    Assim sendo, a data mais aceita para a escrita do Livro de Apocalipse de João é final do I século, entre 81 e 96 D.C. Adotamos 95 como a data mais provável.

    Contexto da Escrita

    O imperador César Domiciano exigia ser chamado de deus e senhor. Com isso, desejava unir todo Império sob sua adoração. Quem não declarasse em público o imperador como senhor e deus, seria condenado como ateu e traidor do Império. Além disso, teriam suas propriedades confiscadas e muitas outras opressões, até a morte.

    Mas para os cristãos só Jesus Cristo é o Senhor. Então, desenvolveu-se perseguição a esses que se recusaram a confessar o imperador.

    E mais, diante das autoridades, os cristãos declararam a Jesus como Senhor.

    Esta era a principal provação para a igreja, mas não a única. No decorrer das meditações abordarei tais perseguições com mais detalhes.

    Leia mais sobre o Apocalipse: Jesus Cristo Domina A História

error: Deseja uma cópia. Solicite-a por e-mail em nosso formulário de contato