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  • Como Podemos Ter Os Pecados Perdoados por Deus

    Como Podemos Ter Os Pecados Perdoados por Deus

    Atos 3.19: Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e para que venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor.

    Pecado: amartia: pecar, pecado ou adikia: praticar o mal, cometer injustiça. Pecado é errar o alvo proposto por Deus. Qualquer pecado ofende antes de tudo a Deus, e coloca o pecador em condição de condenação no julgamento de Deus. 

    O conceito bíblico é que todos pecaram (Rm 3.16) e carecem de Deus. Ou seja, o pecado é universal. 

    O salário ou recompensa pelo pecado é a morte (Rm 6.23). Então, o único remédio para o pecado é o perdão. Caso contrário a condenação.

    Você e eu, todos nós precisamos de perdão, duas atitudes fundamentais para sermos eternamente perdoados por Deus. 

    A primeira atitude é ARREPENDIMENTO. 

    “Arrependei-vos” diz a palavra. Foi a primeira mensagem pregada por Jesus (Mc 1.15). 

    O que é arrependimento? 

    É metanoia: mudança de mente, de sentimento, de pensamento em relação a uma crença errada. Nesse caso, mudar para a crença certa, orientada por Deus. Mudar da descrença para a crença em Deus. Sair da desobediência para a obediência.

    O que você tem pensado? Qual sua disposição em obedecer à orientação de Deus? 

    A Segunda atitude é converter-se a Deus. 

    Diz a palavra “convertei-vos” para serem cancelados os vossos pecados.

    Veja! O que pode cancelar seus pecados diante de Deus é a conversão. Não são obras nem religiosidade. Não. Se fosse assim, os ouvintes dessa pregação de Pedro estariam todos salvos, pois eram religiosos.

    Mas o que significa converter-se? 

    A palavra grega na Bíblia é Epistrepho: Voltar-se, voltar atrás. Fomos longe demais no pecado, no erro, na rebeldia contra Deus (Sl 53.3; Rm 3.10-23. Então percebemos que é hora de voltar para Deus.

    Em resumo: É perceber-se pecador, longe de Deus e confessar a Jesus como o único caminho de volta.

    Uma ilustração oferecida por Jesus é a Parábola do Filho Pródigo.

    Quando nos arrependemos de nossos pecados e confessamos a Deus recebemos duas grandes bênçãos.

    1ª Grande Bênção: Pecados cancelados

    Tanto a amartia , transgressão contra Deus; quanto adikia, ou seja: a injustiça, a impiedade são cancelados diante de Deus, apagados.

    “De seus pecados não me lembrarei jamais” (Hb 8.12;10.17).

    Então deixa de haver separação entre nós e Deus (Is 59.1,2) e podemos ser abençoados.

    2ª Refrigério pela presença de Senhor

    Eirene: Paz, Shalom de Deus. Isto significa que a guerra contra Deus acabou e a mais perfeita paz é a nova realidade eterna.

    E ainda a cháris; A graça e a paz juntas. Então, “sendo pois justificados pela fé temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 5.1).

    Além e acima de tudo, temos o consolo do Consolador, o Paracleto (João 14.16)

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    Duas Melhores Atitudes Em Tempos de Difíceis

  • Duas Melhores Atitudes Em Tempos de Difíceis

    Duas Melhores Atitudes Em Tempos de Difíceis

    Muitas vezes, ao enfrentarmos dificuldades na vida, trabalhamos demais, acordamos cedo, vamos dormir tarde, noites mal dormidas. Em alguns casos nos sentimos impotentes. Não há nada que se possa fazer. Todas as possibilidades se esgotaram. Estamos de pés e mãos atados. O que fazer? Veja o Ensino e exemplo de Jesus em Mateus 26:37-45.

    Quero abordar: Duas Melhores Atitudes Em Tempos de Crise, baseado no ensino e exemplo de Cristo.

    A 1ª Melhor Atitude É Tempo de Orar.

    Quando estamos de pés e mãos amarrados, num beco sem saída, numa sinuca de bico, aí dizemos: Só um milagre! Só Deus. Só nos resta orar.

    Mas, a fé em Deus deve ser constante para tudo na vida cristã, até mesmo para dormir e acordar, à água que lava nosso rosto… A oração deve ser constante. Não apenas em horas desesperadas, de tristezas, de problemas. 

    O exemplo maior vem do Senhor Jesus que orava constantemente. A oração para Ele não era o último recurso, mas sim o primeiro. Ele sempre buscava estar em comunhão com o Pai.

    Em tempos de crises, em meio a guerras não podemos dormir eternamente em berço esplêndido. É tempo de vigiar, estar em alerta, vestir-se de força para enfrentar o inimigo, vestir a armadura (Ef 6.10s).

    Não dá certo você estar na guerra, lá na trincheira, dizer para seu inimigo: Vamos dar uma trégua que eu preciso dormir. O seu inimigo vai dizer: Dorme, neném!

    O nosso país, nossos familiares e irmãos, nós estamos em crise neste mundo. Tudo que acontece no mundo é problema nosso. É tempo de vigiar e orar como fez Jesus no momento crucial de sua vida.

    Ele buscou parceiros de oração, mas estes preferiram dormir mesmo diante do momento crucial para seu Mestre. Precisamos de parceiros de oração que vigiam conosco. Por isso Deus criou a Igreja, para ser este corpo de comunhão para todas as horas da vida.

    Mas tudo bem. Jesus não podia receber nenhuma ajuda. Ele era o campeão nomeado por Deus. O super heroi para expiar o pecado, por que só Ele, dentre toda a humanidade, desde Adão até o último homem, é a oferta propícia, aceita por Deus. Ele não deveria receber nenhuma ajuda pra ninguém requerer direitos diante de Deus. Obra exclusiva dele.

    O conselho do nosso campeão é: Vigiai e Orai. E esta ordem é constante. Vigiai e orai em todo tempo. 1 Ts 5.17: “Orai sem cessar.

    A 2ª Melhor Atitude é Confiar na Vontade de Deus.

    Muitas pessoas dizem que tem fé, mas quando as coisas caminham contra elas acabam se afastando de Deus, e agindo com incredulidade. Jesus se manteve fiel mesmo diante do silêncio de Deus, mesmo com resposta desfavorável, diante do não. 

    Mas nos dias de hoje as pessoas não aguentam ouvir o não, e ainda dizem: Eu não aceito! Pessoas mimadas que se acham no direito de exigir a benção de Deus, que Deus tem o dever de abençoá-las. 

    Entretanto, nem sempre Deus nos diz sim. Às vezes Ele nos diz espera, outras Ele nos diz não, porque Ele conhece toda nossa vida do princípio ao fim. Ele sabe o que é melhor para nós (Mt 7.7-11; Rm 8.26).

    Daí, precisamos entender que nem sempre a oração nos livra do problema, da crise, mas sempre nos dá forças para vencermos ou para enfrentarmos com dignidade e fé, fazendo com que o resultado seja o objetivo de nossa vida: Qual é esse objetivo? Vivermos para a glória de Deus (1 Co 10.31; Ef 1.12,14).

    Exemplos: Jesus – “seja feita a tua vontade” (v.39).

    Jó 1.26.

    Isto é o que significa não entrar em tentação: não cair da fé e do objetivo proposto por Deus para nós. Ef 6.13.

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  • SALMO 2: A Rebelião Contra Deus e Seu Ungido

    SALMO 2: A Rebelião Contra Deus e Seu Ungido

    Salmos 2:1-12: O Fracasso da Insurreição dos Povos Contra Deus e Seu Ungido

    ¹ Por que se amotinam os gentios, e os povos imaginam coisas vãs?

    ² Os reis da terra se levantam e os governos consultam juntamente contra o Senhor e contra o seu ungido, dizendo:

    ³ Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas.

    ⁴ Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles.

    ⁵ Então lhes falará na sua ira, e no seu furor os turbará.

    ⁶ Eu, porém, ungi o meu Rei sobre o meu santo monte de Sião.

    ⁷ Proclamarei o decreto: O Senhor me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei.

    ⁸ Pede-me, e eu te darei os gentios por herança, e os fins da terra por tua possessão.

    ⁹ Tu os esmigalharás com uma vara de ferro; tu os despedaçarás como a um vaso de oleiro.

    ¹⁰ Agora, pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos instruir, juízes da terra.

    ¹¹ Servi ao Senhor com temor, e alegrai-vos com tremor.

    ¹² Beijai o Filho, para que se não ire, e pereçais no caminho, quando em breve se acender a sua ira; bem-aventurados todos aqueles que nele confiam. 

    Veja outra versão na Bíblia Online

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    Salmo 2 Revela A Rebelião dos Povos Contra Deus e Seu Ungido

    O texto começa com uma pergunta: Por que se enfurecem os gentios e os povos imaginam coisas vãs? (1).

    A resposta na mente do salmista é clara: É uma rebelião sem sentido, inútil, fadada ao fracasso.

    Os reis da terra se levantam contra o Senhor e contra seu Ungido (2). Ungido aqui no contexto se refere ao rei Davi. Podemos tomar como contexto 2 Sm 7, em que Davi se propõe a construir uma casa para Deus: Mas, Deus lhe diz que nunca precisou de casa. Ele livrou Davi de seus inimigos e lhe deu descanso e ainda fez promessas de estabelecer o seu reino para sempre. 

    Então, o Ungido neste primeiro momento é o rei Davi, mas em todos os momentos históricos se referem aos descendentes dele, até chegar o Rei Eterno de sua descendência – Jesus, o Cristo (Ungido). Por isso, este é um Salmo messiânico, e tem uma perspectiva escatológica.

    Todos do povo de Israel e de todos os povos deveriam respeitar o Ungido do Senhor. Davi nunca matou Saul ou lhe fez qualquer mal porque o tinha como ungido do Senhor. Naquele tempo só alguns tinham a unção para o ministério designado por Deus: Reis, sacerdotes, por exemplo. E só estes escolhidos tinham o Espírito Santo. Esta era a Unção. Quando Deus rejeitou Saul, o Espírito do Senhor saiu dele (1 Samuel 16.14-23).

    Entretanto, lembremo-nos de que hoje não há na igreja do Senhor um ungido especial (Ef 1.13), mas todos os crentes são ungidos do Senhor com o mesmo Espírito Santo. Ninguém deve se levantar contra ninguém porque todos somos a comunidade do Espírito de Deus. Somos todos iguais.

    O Ungido  prometido a Davi para reinar para sempre é Jesus de Nazaré. Por isso, que os apóstolos aplicaram o salmo 2 à rebelião das autoridades judaicas e romanas contra Cristo em Atos 4:24-27:

    ²⁴ E, ouvindo eles isto, unânimes levantaram a voz a Deus, e disseram: Senhor, tu és o Deus que fizeste o céu, e a terra, e o mar e tudo o que neles há;

    ²⁵ Que disseste pela boca de Davi, teu servo: Por que bramaram os gentios, e os povos pensaram coisas vãs?

    ²⁶ Levantaram-se os reis da terra, e os príncipes se ajuntaram à uma, contra o Senhor e contra o seu Ungido.

    ²⁷ Porque verdadeiramente contra o teu santo Filho Jesus, que tu ungiste, se ajuntaram, não só Herodes, mas Pôncio Pilatos, com os gentios e os povos de Israel.

    Deus ri dos opositores: Eles são como criancinhas se rebelando contra os pais. Não têm nenhuma chance de vencer. A justiça de Deus os punirá.

    O seu Rei Ungido continuará firme. Ele não é apenas Rei. É Filho (6,7).

    Os povos estão todos debaixo do governo de Cristo (8-9).

    Os versos 10-12 : Um chamado ao arrependimento e reconhecimento do Filho de Deus para que não pereçam. 

    E termina com uma bem-aventurança:

    Bem-aventurados todos os que nele se refugiam.

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  • O Maior Pecador da História de Israel

    O Maior Pecador da História de Israel

    O Maior Pecador da História de Israel marcou a história e levou toda sua descendência à ruína (Estudo em 1 Reis 21.25-29).

    A história bíblica está repleta de reis e rainhas, mas poucos deixaram um legado tão sombrio quanto Acabe, rei de Israel. Sua vida, marcada pela influência maligna de Jezabel, nos oferece um poderoso estudo sobre as consequências do pecado e a misericórdia divina. Em 1 Reis 21, mergulhamos em um episódio que selou o destino de sua linhagem e nos leva a refletir sobre a herança que deixamos.

    No começo do capítulo, vemos como Jezabel instigou a Acabe para cometer pecados tomando a vinha de Nabote. Ela até tomou a decisão dela mesma, dar a vinha de presente para o rei. Claro, usando de mentiras, falso testemunho, suborno e assassinato, ferindo todos os mandamentos de Deus.

    A Sentença Profética (17-24)

    Imagem de Jill Wellington por Pixabay

    Deus mandou o profeta Elias se encontrasse com o rei Acabe na vinha de Nabote. Acabe estava tomando a vinha para si (c. 17,18). Deus mandou Elias dizer a Acabe: “Mataste para tomar a herança? Serás morto e no lugar que os cães lamberam o sangue de Nabote lamberão o seu também” ( v. 19).

    Acabe chamou Elias de inimigo. Elias não negou. Perseguiu-o e alcançou-o porque ele se deixou subornar, se vender para fazer o que é mau aos olhos do Senhor (v 20).

    Em decorrência disso, Deus faria cair desgraça sobre ele: varreria a família dele em Israel (v 21). Deixariam de existir (v. 22). Também os cães devorariam Jezabel (v. 23). Os descendentes de Acabe que morressem na cidade seriam devorados pelos cães e os que morressem no campo, pelas aves (v. 24).

    Deus mandou o profeta falar com Acabe. Deus já sabia inclusive onde Acabe estava naquele momento e onde o profeta o encontraria. Este estava tomando posse da vinha alheia.

    Deus sabe onde nos encontramos e o que estamos fazendo. Deus conhece os atos de injustiça que são cometidos, e os pune (Salmos 139).

    A palavra profética é uma sentença: Mataste para tomar a herança? Serás morto e no lugar que os cães lamberam o sangue de Nabote lamberão o seu também. (v. 19).

    Uma sentença que veio de Iavé através de seu porta-voz, o profeta. A profecia contém consolo, mas também castigo. O profeta tinha uma mensagem de Deus para o rei. A palavra de Deus incomodou Acabe e tem incomodado muitas pessoas que querem viver pecando. Essas pessoas têm pavor da luz porque elas amam as trevas (Jo 3.19).

    Por causa de Acabe, seu filhos, sua linhagem seria exterminada de Israel. Que herança maldita esse pai deixou para seu filhos! O tom da sentença já era conhecido (Veja 1 Reis 14.10,11).

    Hoje, entretanto, nossos pecados não influenciam na salvação de nossos filhos. Nossos pecados não mais punidos neles. Isso foi mudado no cativeiro babilônico com Ezequiel (Ez 18). e alcançou seu auge em Jesus, em que, todo o que nele crer será salvo (Jo 3.16). Agora, cada um responde pelos seus próprios pecados (Rm 14.10,13; 2 Co 5.10).

    Porém, as histórias dos pais sempre deixarão algum tipo de herança para os filhos. Herança de vergonha, de dor, de indignidade, de opressão, etc.

    Que herança nós estamos deixando para nossos filhos Se você tem deixado uma história triste, é tempo de mudá-la. Se você recebeu uma herança maldita, há cura em Jesus para você e para seus filhos. Jesus levou sobre si as nossas maldições (Is 53; Gl 3.14).

    O Maior dos Pecadores (25,26).

    O rei Acabe superou todos os pecadores dentre seu povo e sua geração (v. 25). Ele se deixou contaminar e adotou a idolatria dos cananeus, os quais Deus mandou Moisés e Josué exterminar conforme disse a Abraão (Gn 15.16).

    Acabe aborreceu ao Senhor mais que todos os outros homens, porque sua mulher o instigava para fazer o mal. Esposa foi feita para ser companheira, amiga, ajudadora no bem (Gn 2.18). Jezabel, entretanto, só sabia praticar o mal. Não se encontrava nenhum bom conselho nela. Acabe, por sua vez, era um home sem criatividade até mesmo para pecar. Mas o que faltava nele, sobrava em Jezabel. Ela conseguiu que ele conquistasse o diploma do homem mais pecador do mundo. Conseguiu fazê-lo extremamente desagradável a Deus.

    Entretanto, das esposas cristãs, Deus espera que sejam amigas, amáveis, boas donas de casa, mestras no bem (1 Tm 2.9-15; Tt 2.3-5; 1 Pe 3.1-6), de forma que ganhem seus maridos para Cristo, até mesmo sem palavras.

    Arrependimento para o Maior Pecador (27-29).

    Até que enfim Elias conseguiu uma conversão ao Senhor. Mas será que era arrependimento mesmo ou mais um ato de medo? Parece que Acabe não fazia o que fazia por maldade, mas por fraqueza. Conversão sincera traz consigo mudança de vida, o que parece não ter acontecido com Acabe, como veremos na capítulo 22.

    A sentença permaneceria e se cumpriria (v. 19; 22.38). Apenas foi retardada pela misericórdia de Deus (v. 29), devido a um ato de respeito medroso por parte do rei. Deus é louvado pelo Apóstolo Paulo como o “Pai das misericórdia” (2 Co 1.3). Onde o pecado de Acabe foi grande, a graça foi abundantemente maior (Rm 5.20). Mas mesmo a graça não pode ser tratada como graça barata. Podemos usar da graça, mas não, abusar dela (Rm 6.12).

    Conclusão

    Devemos crer que Deus sabe tudo o que fazemos e onde estamos. Ele é justo Juiz e fará vingança contra o pecado. Não queiramos bater o recorde do rei Acabe de maior pecador. Ao invés disso, usemos do arrependimento e da graça que Deus nos oferece. Além disso, tomemos cuidados com conselhos malignos mesmo dos mais próximos. Estes podem ser nossa ruína, e deles.

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    Por que pregamos o Evangelho de Cristo?

    O Dia em Que o Sol se Escondeu

  • Por que pregamos o Evangelho de Cristo?

    Por que pregamos o Evangelho de Cristo?

    Por que pregamos o Evangelho de Cristo? Respondendo à pergunta: “Por que esses crentes vivem pregando querendo converter todo mundo?”

    Outro dia alguém perguntou: “Por que esses crentes vivem pregando querendo converter todo mundo?”

    Aí eu respondi apontando os motivos pelo qual pregamos o evangelho de Cristo. Não sei dos motivos de outros pregadores, e de outras igrejas, mas, os meus motivos encontram-se nas Escrituras Sagradas. Vou tomar em minha defesa o texto de Marcos 16.15,16:

    E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.

    Vejam bem: Eu poderia nesta manhã linda de outono, pegar minha cadelinha, ir para o cerradinho lá perto de casa, e ficar contemplando a natureza, ouvindo o canto dos pássaros, orando e depois ir para casa almoçar, depois tirar aquela soneca, enfim, levar a vida assim, numa boa.

    Por que, então, interrompo esse programa super agradável para ir pregar ou ensinar o evangelho?

    Por que os crentes fazem isso? Vamos aos motivos expressos neste texto das Escrituras.

    Imagem de travel2h por Pixabay

    1º Motivo: Estamos Cumprindo a Missão: Obedecendo a ordem de Jesus.

    Jesus mandou aos primeiros discípulos. Eles obedeceram. Por isso o evangelho chegou até nós hoje e nós continuamos a fazer a mesma coisa e continuaremos até que Jesus volte.

    É uma ordem soberana. Jesus disse: “Todo poder me foi dado no céu e na terra, por tanto ide…” (Mt 28.18-20).

    Então, manda quem pode. Obedece quem tem juízo. Procuro ser ajuizado, porque sei quem é o Senhor.

    2º Motivo: O evangelho é a melhor notícia de todos os tempos? 

    Qual ordem é ir e pregar o evangelho para todos. Mas o que é evangelho? O evangelho é a mensagem de salvação, as boas novas ou boas notícias de salvação. 

    Mas vai além de boas notícias, pois há muitas boas notícias neste mundo, porém nenhuma melhor do que o evangelho. Veja! Uma pessoa ser curada de câncer é uma boa notícia, não é verdade? Ser curado de Covid19 é uma excelente notícia; ganhar muito dinheiro é ótima notícia. 

    Mas ainda não são as melhores notícias, pois uma pessoa pode ser curada dessas doenças e de outras enfermidades, ganhar muito dinheiro, e ainda assim perder a salvação, e padecer no inferno eternamente.

    Mas o evangelho é a notícia mais importante porque só por ele você pode evitar a perdição eterna. 

    Mateus 16:26: Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma? 

    Nada. Absolutamente, nada. Não há nada que alguém possa oferecer a Deus pela sua salvação, porque tudo que pudermos fazer será apenas obras de pecadores, e obras de pecadores não salvam. Só a oferta de uma vida pura e santa é capaz de salvar. Essa oferta só Jesus pode oferecer; mas ninguém.

    Por isso, nunca houve, não há, e jamais haverá outra notícia mais importante do que a pregação do evangelho.

    Para tudo e ouça o evangelho. Para tudo, igreja, e pregue o evangelho

    Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego. 

    Romanos 1:16

    A grande notícia é: Deus quer salvar a todos. E só há salvação em Jesus Cristo

    3º Motivo: O Evangelho é a salvação?

    O evangelho é o meio pelo qual Deus desvia de nós o julgamento. Obedecendo ao evangelho seremos absolvidos no juízo de Deus porque Jesus, na cruz, padeceu em nosso lugar.

    2 Co 5.10: Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal.

    2 Tessalonicenses 1:5-10: Prova clara do justo juízo de Deus, para que sejais havidos por dignos do reino de Deus, pelo qual também padeceis; Se de fato é justo diante de Deus que dê em paga tribulação aos que vos atribulam, E a vós, que sois atribulados, descanso conosco, quando se manifestar o Senhor Jesus desde o céu com os anjos do seu poder, Com labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo; Os quais, por castigo, padecerão eterna perdição, longe da face do Senhor e da glória do seu poder, Quando vier para ser glorificado nos seus santos, e para se fazer admirável naquele dia em todos os que creem (porquanto o nosso testemunho foi crido entre vós). 

    Mc 16.16: Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.

    Ninguém pode comparecer num tribunal sem um advogado. Então, precisamos de um Advogado. Deus só aceita a advocacia de Jesus em nossa defesa. Se alguém comparecer no tribunal de Deus sem a fé em Jesus, será condenado (2 Tm. 2.5,6; At 4.12). 

    Como podemos obter a advocacia de Jesus em nosso favor? Como ele pode nos defender? Arrependei-vos e crede no evangelho, disse Jesus em Mc 1.15. A fé em Cristo e a confissão de pecados a Ele são o único meio de contratarmos os serviços de Jesus na cruz em nosso favor.

    Pela graça sois salvos por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus (Ef 2.8).

    Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.

    Deus quer que todos os homens sejam salvos, e venham ao conhecimento da verdade. 

    1 Timóteo 2:4

    Nós anunciamos e pregamos que Deus quer salvar você, quer salvar a todos. Deus não quer que ninguém se perca.

    Nós também não queremos que ninguém seja condenado. Por isso, pregamos o evangelho. 

    Jesus não quer que ninguém seja condenado, por isso pregamos. 

    E você? Você quer ser condenado(a)? Alguém aqui quer ser condenado?

    Então, o que tem de fazer?

    Creia em Jesus.

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    A Geografia da Soberania Divina: Desmistificando a Batalha Espiritual Regionalizada

    A Geografia da Soberania Divina: Onde Deus governa? Onde Ele exerce todo seu poder? Descubra neste post.

    A passagem bíblica que narra o confronto entre Israel e a Síria, em 1 Reis 20, nos oferece uma rica ilustração sobre a natureza onipresente e absoluta do poder de Deus. A narrativa não apenas descreve um evento histórico, mas também lança luz sobre concepções equivocadas acerca da atuação divina, tanto naquela época quanto, por analogia, em algumas correntes da teologia contemporânea.

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    O profeta, agindo como porta-voz de Deus, adverte o rei Acabe sobre a iminente investida síria, concedendo-lhe um ano para se preparar (v. 22). Contudo, a estratégia dos sírios revela uma crença limitada e territorial sobre a divindade. Seus servos atribuem a derrota na batalha anterior ao fato de os “deuses de Israel” serem divindades das montanhas, inferindo que, em um terreno diferente, no vale, a vitória seria alcançada (v. 23).

    Seguindo essa lógica falha, o rei da Síria implementou uma reestruturação militar, substituindo reis por capitães e planejando um novo ataque em um vale (v. 24-26). A disparidade entre os exércitos é gritante: Israel surge como “dois pequenos rebanhos de cabras“, enquanto os sírios cobriam a terra com sua multidão (v. 27).

    É nesse cenário de desvantagem numérica que a voz de um homem de Deus ecoa com uma verdade fundamental: “Porquanto os sírios disseram: O Senhor é deus dos montes, e não dos vales, toda esta grande multidão entregarei nas tuas mãos, e assim sabereis que eu sou o Senhor” (v. 28).

    Desmistificando a Batalha Espiritual Regionalizada

    Essa declaração profética desmistifica a crença pagã de que cada região era dominada por uma divindade específica. Em Israel, Javé poderia ter sido, erroneamente, equiparado ao limitado Baal, tido como deus dos montes e bosques. A iminente vitória demonstraria, de forma inequívoca, que Javé é Deus, independentemente da geografia. Sua soberania transcende qualquer fronteira física ou celestial. Não há recanto no universo onde Jeová não reine de forma absoluta.

    Essa antiga crença encontra um eco contemporâneo na teologia da chamada “Batalha Espiritual“, que postula a existência de castas e potestades malignas com domínio sobre regiões específicas. Embora reconheçamos que o mal pode se concentrar em determinados lugares, a lição da narrativa bíblica permanece inabalável: em qualquer lugar, Javé é o Deus absoluto.

    A declaração do profeta anônimo serve como um lembrete poderoso dessa verdade. Assim como os sírios tiveram sua visão limitada da divindade confrontada pela realidade do poder de Deus, também nós devemos firmar nossa convicção na onipresença e onipotência do Senhor.

    As palavras de Jesus ressoam com a mesma autoridade: “Toda autoridade me foi dada no céu e na terra” (Mateus 28:18). Como agentes de Cristo, munidos dessa certeza, avancemos contra as próprias portas do inferno (Mateus 16:18), sabendo que não há território onde o poder do nosso Senhor não alcance a vitória. A batalha não é definida pela geografia, mas pela inabalável soberania de Deus em todos os lugares.

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    A Derrota de Um Rei Ébrio deve servir de lição para todos os que gostam de embriagar

    O relato bíblico de 1 Reis 20:16-21 nos apresenta uma cena surpreendente: um rei, Ben-Hadade da Síria, imerso na embriaguez em meio a seus aliados, trinta e dois outros reis. Em vez de estar vigilante e estrategicamente posicionado, o líder se entrega aos prazeres da bebida, confiante em sua aparente superioridade numérica e armamentista. Essa imagem vívida nos oferece uma poderosa lição sobre a fragilidade do poder quando aliado à imprudência e à falta de autodomínio.

    Lembre-se, mesmo os que não têm grandes responsabilidades como um rei, têm, entretanto, a coisa mais valiosa a guardar: suas vidas, que exige sobriedade e responsabilidade.

    Os espiões de Ben-Hadade cumprem seu papel, informando sobre a saída de um grupo de homens de Samaria. Eram os líderes da província acompanhados de seus jovens. A reação do rei sírio, embriagado pela bebida e pela arrogância, é ordenar a captura de todos com vida. Essa decisão, tomada sob a influência do álcool, demonstra uma subestimação perigosa do inimigo e uma completa desconexão com a realidade da situação.

    A Derrota de Um Rei Ébrio Surpreendido

    O que se segue é um revés inesperado para Ben-Hadade. Atrás dos jovens surge um exército de sete mil homens, que persegue os sírios e os inflige uma grande derrota. O próprio rei sírio mal consegue escapar. O versículo 21 resume a humilhação: “O rei de Israel destruiu os cavalos e os carros, e feriu os sírios com grande estrago”.

    Agora, presta atenção! É impressionante notar de quem Acabe, rei de Israel, tinha medo: um homem entregue à embriaguez em pleno dia. A embriaguez cega para o julgamento, enfraquece a vigilância e mina a capacidade de liderança. Como bem nos adverte o livro de Provérbios (31:4), “Não é para reis, ó Lemuel, não é para reis beber vinho, nem para príncipes desejar bebida forte”. Claramente, o rei da Síria não teve a sabedoria de uma mãe como a do rei Lemuel para guiá-lo, ou se tinha, como muitos, a desprezou.

    Apesar da eficiência de seus espiões em coletar informações, a embriaguez de Ben-Hadade o impediu de utilizar esses dados de forma eficaz. Essa situação ecoa em nossos dias. Muitos ouvem os alertas sobre a necessidade de preparação espiritual e de prestar contas a Deus, mas preferem viver embriagados pelas ilusões do mundo, negligenciando o chamado à sobriedade e à vigilância.

    Sob Os Efeitos da Obediência A Deus

    A narrativa bíblica também destaca a importância da obediência. Conforme a palavra do homem de Deus, a vitória se concretizou (v. 13). Acabe experimentou o sabor de um triunfo genuíno porque, naquela ocasião específica, escolheu seguir as instruções divinas.

    No cotidiano, observamos as consequências trágicas da embriaguez e do uso de outras drogas. Notícias de violência, crimes e acidentes de trânsito frequentemente revelam a influência dessas substâncias. O Apóstolo Paulo nos exorta a fugir das “bebedices, glutonarias e coisas semelhantes” (Gálatas 5:19-21).

    A sabedoria reside em dar ouvidos a essa Palavra, reconhecendo que a sobriedade e o autodomínio são caminhos para a verdadeira vitória, tanto em batalhas literais quanto nos desafios da vida, nas lutas interiores e pessoais.

    A Derrota de Um Rei Ébrio É Um Alerta

    A história do rei ébrio Ben-Hadade serve como um alerta perene. A embriaguez, em suas diversas formas, obscurece o discernimento e nos torna vulneráveis à derrota. Que possamos aprender com esse relato e buscar a sobriedade em todas as áreas de nossa vida, para que, ao contrário do rei sírio, possamos aproveitar as informações que recebemos e trilhar o caminho da verdadeira vitória, guiados pela sabedoria e pela obediência a Deus, o Guia perfeito.

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