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  • A Derrota de Um Rei Ébrio: Uma Lição Atemporal

    A Derrota de Um Rei Ébrio: Uma Lição Atemporal

    A Derrota de Um Rei Ébrio deve servir de lição para todos os que gostam de embriagar

    O relato bíblico de 1 Reis 20:16-21 nos apresenta uma cena surpreendente: um rei, Ben-Hadade da Síria, imerso na embriaguez em meio a seus aliados, trinta e dois outros reis. Em vez de estar vigilante e estrategicamente posicionado, o líder se entrega aos prazeres da bebida, confiante em sua aparente superioridade numérica e armamentista. Essa imagem vívida nos oferece uma poderosa lição sobre a fragilidade do poder quando aliado à imprudência e à falta de autodomínio.

    Lembre-se, mesmo os que não têm grandes responsabilidades como um rei, têm, entretanto, a coisa mais valiosa a guardar: suas vidas, que exige sobriedade e responsabilidade.

    Os espiões de Ben-Hadade cumprem seu papel, informando sobre a saída de um grupo de homens de Samaria. Eram os líderes da província acompanhados de seus jovens. A reação do rei sírio, embriagado pela bebida e pela arrogância, é ordenar a captura de todos com vida. Essa decisão, tomada sob a influência do álcool, demonstra uma subestimação perigosa do inimigo e uma completa desconexão com a realidade da situação.

    A Derrota de Um Rei Ébrio Surpreendido

    O que se segue é um revés inesperado para Ben-Hadade. Atrás dos jovens surge um exército de sete mil homens, que persegue os sírios e os inflige uma grande derrota. O próprio rei sírio mal consegue escapar. O versículo 21 resume a humilhação: “O rei de Israel destruiu os cavalos e os carros, e feriu os sírios com grande estrago”.

    Agora, presta atenção! É impressionante notar de quem Acabe, rei de Israel, tinha medo: um homem entregue à embriaguez em pleno dia. A embriaguez cega para o julgamento, enfraquece a vigilância e mina a capacidade de liderança. Como bem nos adverte o livro de Provérbios (31:4), “Não é para reis, ó Lemuel, não é para reis beber vinho, nem para príncipes desejar bebida forte”. Claramente, o rei da Síria não teve a sabedoria de uma mãe como a do rei Lemuel para guiá-lo, ou se tinha, como muitos, a desprezou.

    Apesar da eficiência de seus espiões em coletar informações, a embriaguez de Ben-Hadade o impediu de utilizar esses dados de forma eficaz. Essa situação ecoa em nossos dias. Muitos ouvem os alertas sobre a necessidade de preparação espiritual e de prestar contas a Deus, mas preferem viver embriagados pelas ilusões do mundo, negligenciando o chamado à sobriedade e à vigilância.

    Sob Os Efeitos da Obediência A Deus

    A narrativa bíblica também destaca a importância da obediência. Conforme a palavra do homem de Deus, a vitória se concretizou (v. 13). Acabe experimentou o sabor de um triunfo genuíno porque, naquela ocasião específica, escolheu seguir as instruções divinas.

    No cotidiano, observamos as consequências trágicas da embriaguez e do uso de outras drogas. Notícias de violência, crimes e acidentes de trânsito frequentemente revelam a influência dessas substâncias. O Apóstolo Paulo nos exorta a fugir das “bebedices, glutonarias e coisas semelhantes” (Gálatas 5:19-21).

    A sabedoria reside em dar ouvidos a essa Palavra, reconhecendo que a sobriedade e o autodomínio são caminhos para a verdadeira vitória, tanto em batalhas literais quanto nos desafios da vida, nas lutas interiores e pessoais.

    A Derrota de Um Rei Ébrio É Um Alerta

    A história do rei ébrio Ben-Hadade serve como um alerta perene. A embriaguez, em suas diversas formas, obscurece o discernimento e nos torna vulneráveis à derrota. Que possamos aprender com esse relato e buscar a sobriedade em todas as áreas de nossa vida, para que, ao contrário do rei sírio, possamos aproveitar as informações que recebemos e trilhar o caminho da verdadeira vitória, guiados pela sabedoria e pela obediência a Deus, o Guia perfeito.

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  • Quem São As Pessoas Mais Felizes do Mundo?

    Quem São As Pessoas Mais Felizes do Mundo?

    Quem São As Pessoas Mais Felizes do Mundo? Jesus disse: “Bem-aventurados os que não viram e creram”

    E, estando elas muito atemorizadas, e abaixando o rosto para o chão, eles lhes disseram: Por que buscais o vivente entre os mortos?

    Não está aqui, mas ressuscitou

    Lucas 24:5,6a

    “Bem-aventurados os que não viram e creram” em Jesus Cristo ressuscitado. Esses têm a fé e a  felicidade que transforma tristeza em alegria. 

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    Jesus Cristo Vive e Continua Operando Maravilhas

    Estamos há quase dois mil da morte de Cristo. Segundo o calendário cristão, estamos a 2025 anos do nascimento de Cristo. Isso significa que em 2033, estaremos a exatos 2 mil anos de sua morte, pois Cristo teria morrido aos 33 anos.

    Mas, apesar do tempo decorrido, a crença de que Jesus Cristo morreu e ressuscitou permanece viva em muitos cristãos em todo o mundo. Os séculos e as muitas dúvidas levantadas ao longo da história não foram capazes de apagar a fé cristã, pelo contrário, parece que as perseguições abrasam mais o fervor dos discípulos de Cristo.

    Fato inegável: Jesus continua operando maravilhas e transformando vidas. A cada dia muitas pessoas encontram no Senhor motivos para viver, para mudar de vida e para pregar em testemunho de sua fé.

    Entretanto, há muitos que ainda precisam da salvação do Senhor, porém continuam buscando o Salvador entre mortos. Por isso, estes vivem uma falsa alegria e com falta de significado para suas vidas. Outros vivem em tormentos causados pelo medo da morte.

    O que aconteceu no primeiro dia da semana após a morte de Cristo mudou a vida dos discípulos. Eles estavam tristes e escondidos com medo dos judeus (Jo 20.19), que foram os causadores da morte de Jesus. Os discípulos temiam porque o próximo alvo agora seriam eles.

    “A vossa tristeza se transformará em alegria” (Jo 16.20)

    Mas, além do medo, um vazio invadiu a alma dos discípulos, pois eles deixaram tudo e seguiram a Jesus, acreditando que este restauraria o reino a Israel e reinaria sobre o mundo. Eles, os discípulos, seriam seus ministros dominando sobre o Império Romano, e reinando sobre todas as nações (Mc 9.33-37; 10.35-41; At 1.6).

    Mas agora, o Mestre e Senhor deles estava morto e eles seriam os próximos a morrer. A frustração e o vazio tomaram conta deles.

    Como eles saíram do medo para a coragem? Como a tristeza deles se converteu em alegria? Foi a notícia da ressurreição: O Senhor ressuscitou!

    A partir de então o clima mudou no interior deles. Pedro correu ao sepulcro e constatou que algo teria acontecido, porém ainda não tinha certeza. Tudo pareceu aos discípulos como um “delírio” (Lc 24.11) e ficaram “maravilhados” (Lc 24.12). Entretanto ainda a alegria deles não era completa, porque duvidavam.

    Bem-aventurados, mas creram no Cristo VIvo

    Como acreditar numa notícia tão extraordinária entregue por três mulheres? Mulheres nem eram contadas na época. Mulheres eram facilmente levadas por fantasias. Mulheres não tinham credibilidade naquela sociedade. Fato é que, entre os principais discípulos de Jesus só haviam homens; eram 12.

    Entretanto, as mulheres são mais crentes. Mulheres são mais zelosas. Por isso, elas foram ao sepulcro para cuidar do corpo de Jesus como era costume delas para com os mortos (Mc 16.1). Mesmo atemorizadas, elas foram ao sepulcro. O medo não as impediu de servir ao Senhor.

    Então, elas foram as primeiras a terem notícias da ressurreição. Que honra! Cumpriu-se um princípio bíblico: Deus honra aqueles que O honram (1 Sm 2.30; Jo 12.26). Nesse caso as mulheres honram mais ao Senhor, procurando-o, sem temor, após a morte dele. Mesmo morto, o Senhor continuava sendo o Senhor delas. O medo não as impediu de procurá-lo e servi-lo.

    Elas foram as primeiras a receberem a notícia de que o Senhor não se encontra entre os mortos, pois Ele vive.. 

    Desde então, acabou a busca pelo Salvador no sepulcro. A alegria voltou. A paz invadiu suas almas. A alegria delas foi completa.

    Mas aqui está uma prova de que as Escrituras são autênticas e verdadeiras, e não um livro escrito para enganar. Ela narra os fatos de modo simples, tal como aconteceu. Caso quisesse enganar, nenhum escritor daria às mulheres voz nessa história milagrosa. Mulheres jamais seriam testemunhas da ressurreição do Senhor. Esta honra seria dada a um profeta, a um sumo sacerdote ou a um homem reconhecidamente piedoso, com credibilidade.

    Mas inacreditável ainda é que a incumbida de anunciar os onze principais discípulos a ressurreição do Senhor foi justamente Maria Madalena, que anteriormente fora prostituta, de quem Jesus havia expulsado sete demônios (Mc 16.9-11). Lógico! Eles não acreditaram nela.

    E foi assim que a grande notícia abalou Jerusalém e abalaria todo o mundo a partir de então: Jesus ressuscitou! Ele deu provas disso. Apareceu aos dois discípulos no caminho de Emaús (Lc 24.13sgs). Aos discípulos atemorizados e escondidos numa casa (Lc 24.36-49) quando até, comeu com eles. Apareceu a Tomé uma semana depois (Jo 20.25-29). Eles tocaram em Jesus, conversaram e receberam instruções do Senhor por 40 dias e muitos o viram (At 1.3). Ele apareceu a mais de quinhentos irmãos (1 Co 15.6).

    Cristo é anunciado como Salvador desde então, e o será até o fim do mundo. E é “bem-aventurado os que não viram e creram” (Jo 20.29). 

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  • Elias e Eliseu: Transferência de Ministério

    Elias e Eliseu: Transferência de Ministério

    Elias e Eliseu: Transferência de Ministério. Deus anunciou a aposentadoria de Elias (1 Reis 19-21).

    Elias partiu e encontrou Eliseu lavrando com doze juntas de bois. Lançou-lhe a capa (v. 19). Eliseu deixou os bois, correu atrás de Elias e pediu para deixar ir “beijar” o pai e a mãe. 

    Imagem de Djane Daviss por Pixabay

    Elias lhe diz: “Vai, volta; o que te fiz eu?” (v. 21). 

    Eliseu deixou Elias, voltou, matou sua junta de bois e o cozeu com a madeira dos aparelhos do arado e a deu ao povo. Então seguiu a Elias.

    Os nomes de Elias, “Jeová é Deus”, e Eliseu, “Deus é Salvação”, formam uma mensagem doutrinária e evangelística. O primeiro ensina que Jeová é o único Deus. Não existe outro. Nem Baal, nem Aserá nem qualquer outro pode valer. 

    O segundo informa que esse Deus Jeová é salvação. Isaías enfatizaria isto mais tarde..

    Eliseu era um homem ocupado. Ele estava arando a terra quando Elias o chamou. A Bíblia Vida Nova diz que “se as doze juntas de bois pertenciam a seu pai e povo mencionado em 21 eram servos domésticos e agrícolas, e sua família deveria ser próspera”. 

    Bem, para ter matado os bois, assado a carne com a madeira do arado e dado tudo ao povo (v. 21), só podia ser o dono, pois um empregado dificilmente faria isso. 

    O chamado de Elias foi mais importante do que o seu trabalho, porque era o chamado de Deus. E com que maestria ele exerceria seu ministério! Que dedicação exemplar! Também, trata-se do chamado do homem considerado o pai dos profetas, Elias. 

    Este aparece na transfiguração de Jesus representando todos os profetas (Lc 9.30). Sua autoridade é indiscutível. Eliseu sabia muito bem a quem estava seguindo. Ele não é seguidor de profetas loucos. Mas seguir o homem de Deus.

    O Chamado de Deus

    Deus tem chamado muitas pessoas durante muitos anos, mas elas continuam apegadas aos seus bois. Consideram-no mais importante do que o serviço de Deus. 

    Muitas coisas têm efêmeras têm mantido as pessoas longe de Deus e de seu propósito. Até quando permanecerão cativas?

    Jesus foi mais exigente que Elias. Este permitiu a Eliseu despedir-se de seus pais. Jesus exigiu obediência imediata (Lc 9.57-62). 

    O chamado de Jesus não é o chamado de um profeta, mas do Filho de Deus. Manda quem pode; obedece quem tem juízo.

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    Leia também: A mulher que amas

  • Elias no Divã de Deus

    Elias no Divã de Deus

    Elias no Divã de Deus: “Que Fazes Aqui?” e a Cura para o Desânimo (1 Reis 19. 9-18)

    Elias entrou numa caverna onde passou a noite e lhe veio a palavra do Senhor dizendo: “Que fazes aqui, Elias?” (v. 9). 

    Elias falou de seu zelo pelo Senhor Deus, enquanto “os filhos de Israel deixaram a aliança, derrubaram os altares de Deus, e mataram os profetas do Senhor.

    Só eu fiquei e tentam matar-me também, disse ele (v.10). Deus o chama para fora da caverna, a se pôr em sua presença, pois Deus vai passar. Passa um vento forte que despedaçava as penhas, mas o Senhor não está no vento. 

    Depois veio um terremoto, mas o Senhor não está no terremoto (v. 11). 

    Depois um fogo, porém o Senhor não estava no fogo.

    Depois uma voz calma e suave (v. 12). Só então Elias saiu à entrada da caverna. “Ouvindo-a, Elias envolveu o rosto na capa e, saindo, pôs-se à entrada da caverna”.

    Elias no Divã de Deus Desabafa Sua Angústia e Solidão

    Uma voz lhe dizia: “Que fazes aqui, Elias?” (v. 13). Elias torna a falar do seu zelo, enquanto os filhos de Israel deixaram a aliança, derrubaram os altares, e mataram os profetas de Deus. Resta só ele e querem matá-lo também (v. 14). 

    Deus lhe diz: “Vai, volta pelo teu caminho para o deserto de Damasco. Quando lá chegares, unge a Hazael rei sobre a Síria” (v.15) e a Jeú, rei de Israel, e a Eliseu ungirás profeta em teu lugar (v. 16). “Quem escapar da espada de Hazael, Jeú matará, e quem escapar da espada de Jeú, Eliseu o matará” (v. 17). “Também conservei em Israel sete mil – todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que não o beijou” (v. 18).

    Elias chegou ao Horebe ou Sinai, entrou numa caverna onde passou a noite e o Senhor falou com Ele: “Que fazes aqui Elias?”. Foi ali que um dia Deus falou com Moisés e lhe deu Sua palavra (Ex 20). Agora Deus fala com o seu profeta. Era um lugar considerado sagrado. O lugar da presença de Deus. Por isso era chamado “o monte de Deus” (8). Quando estamos abatidos, tristes, desanimados devemos buscar perseverantemente a presença de Deus. 

    Algumas Considerações

    Muitos quando estão desanimados nem se quer vão às reuniões da igreja, que muitas vezes fica ao lado de sua casa, no seu bairro ou cidade.

    Elias investiu numa caminhada de “quarenta dias e quarenta noites” (v.8) para buscar essa presença bendita. A voz de Deus lhe dera forças e direção para prosseguir no seu ministério. 

    Elias respondeu a Deus falando de seu zelo e de como os filhos de Israel estavam pecando. Aqui temos a tônica de todos os profetas, o objetivo principal da profecia: o povo deixou a aliança, derrubou os altares, e mataram os profetas (veja Mt 23.37). 

    A partir disso o profeta chamava o povo ao arrependimento e à conversão a Deus. Isto quer dizer que o profeta olhava para trás (o pacto no Sinai, Ex 20), para a situação em que se encontravam, e proferia uma sentença futura. O profeta não é um vidente, embora haja evidência na profecia.

    A queixa de Elias, como já vimos, tem fundamento. Ele está abatido com razão. Ele está sofrendo de depressão por motivos reais e em decorrência de seu ministério estressante. 

    De fato, muitos constatam que “lidar com gente é pior do que lidar com animais”. Mas Deus está interessado em gente, e não há como o profeta se esquivar. Ele terá que sair da caverna e cumprir a vontade de Deus. 

    Mas primeiro, Deus, o Psicólogo, vai curar-lhe a depressão. Elias está no Divã de Deus. A forma de tratamento é singular: Só Deus conhece essa terapia. 

    Elias, devido aos milagres realizados, talvez pensasse que não adiantava mais lutar, não tinha mais o que fazer. Já havia anunciado falta de chuva, faltou. Anuncia chuva, choveu. Onde havia a última porção de comida disse que não faltaria, não faltou. Pediu para Deus msndar fogo do céu, desceu e consumiu completamente não só o holocausto, mas tudo que sobre onde estava preparado. Correu mais veloz do que os cavalos do rei.Bem, o que mais poderia fazer para o rei, a rainha e o povo se converterem e acabar a perseguição? 

    Agora a rainha jurou-lhe de morte e ele não está vendo jeito de escapar, senão, fugir. Talvez Elias estivesse esperando Deus fazer algo ainda mais extraordinário. Então Deus mostrou algumas coisas como veremos a seguir sobre Sua maneira de agir.

    Como Deus Age

    1 – Deus não age apenas de forma sobrenatural. Nem sempre teremos um vento destruir, ou fogo descendo do céu, terremoto (At 4.24-31). Às vezes ele age de forma mansa e tranquila. Nem sempre sua voz estremece como aconteceu quando Deus falou com Moisés ali mesmo no Horebe (Êx 19.16-19). Ele também fala mansamente. 

    2 – Elias foi parar ali por causa do medo e do desânimo. Mas Deus o chamou para fora, para ele ouvir Sua voz, e para cumprir a missão profética. Mais tarde o Apóstolo Paulo diria ao um jovem pastor: “Sofre as aflições como bom soldado de Jesus Cristo” (2 Tm 2.3).

    Muitas vezes estamos escondidos na caverna do desânimo e do medo, mas Deus nos chama para fora. Precisamos ouvir a voz de Deus e sairmos da nossa caverna. Precisamos enfrentar a vida com fé em Deus e sua palavra. Elias estava no “monte de Deus“, muitos estão também na igreja de Deus, mas como se estivessem na caverna.

    3 – Elias apresentou suas justificações (ou seriam desculpas?). Ele se sentia só, como Moisés, cujo povo nem esperou ele descer do monte com a palavra de Deus (Ex 32.8). De fato eram problemas sérios. Mas, pessoas estressadas têm a tendência de aumentar, supervalorizar os problemas. 

    Devido a isso, o Pr Jilton Moraes disse que “quase que teríamos um livro chamado Lamentação de Elias”. Entretanto, Deus está acima das circunstâncias difíceis que envolvem nossa vida e ministério. 

    Paremos de lamentar nossa debilidade, nossa dificuldade, os problemas da vida. Deus é maior que tudo isso. Deus chamou Elias para fora e fez-lhe ver coisas ocultas que ele não sabia (Jr 33.3). 

    Ele pensava estar só. Deus lhe mostrou que havia sete mil que não dobraram os joelhos a Baal. Estes lhe serviriam de apoio. 

    Deus mostrou-lhe o que fazer: ungir Hazael, rei da Síria, Jeú, rei de Israel. Estes executariam justiça em Israel. 

    Mandou também ungir a Eliseu, como profeta em seu lugar. Mediante isso, a rainha perversa seria punida e morta (2 Rs 9;), Acabe também (1 Rs 22.29ss) e ele, Elias, iria se aposentar em grande estilo, e iria curtir a aposentadoria no céu, sem precisar passar pelo estresse da morte (2 Rs 2.11). Deus reconheceu que o ministério de seu servo é estressante.

    Lição de Elias no Divã de Deus

    Devemos ouvir a pergunta de Deus: O que você está fazendo aqui, meu filho, minha filha? O que você está fazendo desanimado(a), com medo, estressado? Sai para fora desta caverna. Sai dessa situação. Venha! Ouça-me! Tenho vitória para você. Tenho direção para sua vida. Tenho para você, apoio e uma missão a cumprir. 

    Há sete mil que não dobraram os joelhos perante Baal, o que demonstra que sua pregação tem resultado, embora você não o saiba (18).

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  • Terapia Divina: Profeta Elias

    Terapia Divina: Profeta Elias

    Terapia Divina: Profeta Elias sentou no divã de Deus onde encontrou renovo (1 Reis 19.4-8).

    Elias caminhou durante um dia para o deserto. Então ele orou:  “Já basta, ó Senhor. Toma agora a minha vida, pois não sou melhor do que meus pais” (v. 4). 

    Imagem de Silvia por Pixabay

    Depois deitou e dormiu debaixo de uma árvore. De repente um anjo o tocou e disse:”Levanta-te, e come” (v. 5). 

    Ele olhou, viu um pão cozido e uma botija de água, come, bebe e torna a deitar-se (v. 6). O anjo o tocou pela segunda vez e lhe disse: “Levanta-te e come, pois muito longo te será o caminho” (v.7). 

    Então ele levantou, comeu e bebeu e com a força daquela comida ele caminhou quarenta dias e quarenta noites até o Horebe (v. 8).

    Terapia Divina por Meio de Anjos

    Elias, que antes fora sustentado por corvos, agora é sustentado por anjos. Mas Deus é o agente, porque os corvos foram ordenados por Deus, e o anjo também, pois é o “anjo do Senhor” (v.7), aquele que se acampa ao redor dos que temem a Deus (S1 34.7).

    Há momentos na vida que nos sentimos estressados, desanimados com os embates contra o pecado e contra o mal em nós mesmos e no mundo; contra crises psicológicas: depressão, dificuldades de saúde e financeira, etc. 

    Nesses momentos temos vontade de fazer como Elias. Muitos são os que pedem a morte ou deitam-se inertes sem força para lutar. O pior é que muitos nem oram; perdem o ânimo até para orar.

    Felizmente Elias falou com Deus a respeito de seu estado, e Deus enviou seu anjo para sustentá-lo e fortalecê-lo. Podemos nos sentir desanimados, mas nunca devemos deixar de orar, porque Deus responde à oração e nos envia consolo e força. 

    O nosso melhor psicólogo é Deus. Sentemo-nos no divã de Deus a cada dia e conversemos com Ele sobre nossas dores, tristezas, alegrias, etc.

    Origem do Desânimo de Elias

    O desânimo de Elias tinha razão de ser. A idolatria era intensa. Um rei sem personalidade, influenciado por sua esposa perversa estava no comando do país. Outros profetas já haviam morrido (18.4). Elias enfrentou o rei (18.18), estava destruindo o culto a Baal, defendido e protegido pela rainha (18.22ss), o que deveria esperar? 

    Ele enfrentou, sozinho, 850 profetas (18.19). A rainha, revoltada, queria matá-lo (19.2). Ele se sentia só (19.14) muitos perdem as esperanças. Por muito menos que isto muitos estão morrendo de estresses imaginários. Os problemas de Elias ao menos eram reais. 

    Se você está desanimado(a), faça como diz o hino: “confia em Deus, que Ele sempre te ouvirá, confia em Deus, que Ele nunca falhará, confia em Deus, e a negra nuvem passará, oh não duvides, mas confia em Deus“.

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    Leia também: Deus em nossa agenda diária

    Abençoai! Abençoai!

  • JESUS: A Oferta Perfeita e Completa para Expiar Os Pecados

    JESUS: A Oferta Perfeita e Completa para Expiar Os Pecados

    JESUS: A Oferta Perfeita e Completa para Expiar Os Pecados, Hebreus 10.1-17 – Rascunho.

    Cristo, o Advogado (intercessor) único diante de Deus (1 Jo 2.1,2).

    Propiciação: A única oferta aceitável que pode aplacar a ira de Deus.

    Oferta vicária: A oferta de Cristo em nosso lugar. Substitutiva.

    Faça a Leitura de Hebreus 10

    A Oferta: Imagem de Chil Vera por Pixabay

    Hebreus Capítulo 10 – Resumo

    O escritor procura convencer seus leitores de que os preceitos da Lei e do culto judaico são insuficientes para expiar pecados. Para isso ele cita o Salmo Messiânico:

    Salmos 40.5-7:

    • A entrada de Cristo no mundo( v. 5): Encarnação;
    • Sacrifício e oferta não quisestes (5,6; 1 Sm 15.22,23)
    • Um corpo me formaste, diz respeito ao nascimento de Cristo.

    As prescrições da Lei não eram aceitas por Deus para remir os pecados. Essas coisas deveriam ensinar a eles a obediência, que era o que, de fato, Deus quer.

    VERSO 10 É O VERSO CHAVE

    Pelo cumprimento dessa vontade fomos santificados, por meio do sacrifício do corpo de Jesus Cristo, oferecido uma vez por todas.”

    Os sacrifícios no culto da VA eram repetitivos porque não tinham poder de purificar os pecadores definitivamente. 

    O sacrifício de Cristo sim, pois conforme as profecias de Jr 31.33-34 a lei perfeita de Deus seria escrita na mente e no coração e o pecado destes seriam esquecidos de uma vez para sempre, então, não seria mais necessário oferta pelo pecado.

    Testemunho do Espírito Santo (v.15):

     2 Tm 3.16,17:

    Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça,

    para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra.

    O Espírito Santo é inspirador de todas as Escrituras, desde o Gênesis até o Apocalipse. Por isso dizemos que a Bíblia é infalível. Porque ela é escrita por homens, mas sua origem e autor é Deus.

    A obra de Cristo garante a realidade do nosso perdão de forma definitiva e eterna.

    Diz o Espírito Santo 8.12; 10.17: NÃO LEMBRAREI MAIS, e eu enfatizo, NÃO LEMBRAREI MAIS DOS SEUS PECADOS. 

    Portanto, pensar em substituir isso por rituais e ofertas absurdas como animais, culto baseado em outros mediadores, mandingas e superstições é loucura, insensatez. No mínimo: Falta de bom senso. 

    O Espírito Santo é PESSOA DIVINA. Ele dá testemunho. Se fosse uma energia não daria testemunho, não falaria nada. 

    Não há mais nenhuma outra oferta pelos pecados. A de Cristo é total, final e cabal.

    Foi o que Jesus disse depois de provar o cálice da ira de Deus: 

    Tendo-o provado, Jesus disse: “Está consumado! ” Com isso, curvou a cabeça e entregou o espírito.”

    João 19:30

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  • O Que É A Fé?

    O Que É A Fé?

    O Que É A Fé? É a virtude que não é nossa, mas nos foi doado por amor, para conhecermos a Deus e nos relacionarmos com Ele.

    Hebreus 11.1-3 Define o que é fé.

    Imagem de Arnie Bragg por Pixabay

    A fé é a certeza, (hupostasis): Confiança, essência, realidade; segurança, é uma substância (ou realidade) doadora, ou uma garantia. 

    No Novo Testamento, “hupostasis” é usado para transmitir a ideia de uma realidade ou essência fundamental.

    A fé é a essência invisível das coisas visíveis (3). Mas a própria fé é uma dádiva que vem da essência invisível: Deus. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.” (Ef 2.8). 

    Nós não temos capacidade para ter fé em Deus. Toda capacidade que temos é para pecar. Disso sabemos muito bem. Então, a graça e a fé são dádivas de Deus para nós. Isso prova que Deus nos ama e quer nos salvar.

    A fé é a essência da vida cristã. O que não é produto da fé, é pecado: Rm 14.23:

    Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado”. 

    A fé é um dos três pilares permanentes e fundamentais que dão sentido a tudo na vida cristã. 1 Co 13.13:  “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.”

    A fé é o meio de vivermos a vida cristã agradando a Deus (11.6). E sem fé é impossível agradar-lhe.

    Pela fé, desde o terceiro homem, Abel, e muitos outros, há milhares de anos atrás, deixaram testemunho que fala até hoje. 

    Muitos têm lido, escutado e se inspirado nos testemunhos deles, e alcançado a salvação.

    Fico pensando até onde vai meu testemunho, e o de minha geração e dos contemporâneos. Que legado estamos deixando?

    A fé de trata Hebreus é a fé em Jesus Cristo como único e absoluto meio de se achegar a Deus. Ele é o Sumo Sacerdote que entrou no tabernáculo celestial, na presença de Deus (Hb 3.1; 4.14,15; 5.20; 7.26-28; 8.1,2; 9.11).

    Jesus é o caminho novo e vivo no qual devemos andar “verdadeiro coração, em inteira certeza de fé” (Hb 10.22).

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