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  • A Utilidade da Palavra Inspirada de Deus

    A Utilidade da Palavra Inspirada de Deus

    A Utilidade da Palavra Inspirada de Deus para produzir em uma pessoa a aptidão completa para todas esferas da vida.

    Qual a Utilidade da Palavra Inspirada de Deus? Ela produz em uma pessoa a aptidão completa para toda boa obra. Isto é o que diz 2 Timóteo 3.16,17: Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para repreensão, para correção e para instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra.”

    Por que a Escritura tem esse poder? Porque ele é inspirada por Deus. Ou seja, Deus é a origem, a fonte, como também, Ele mesmo é a Palavra, na Pessoa do Filho (Jo 1.1).

    E há uma virtude declarada sobre a Palavra de Deus em Isaías 55:10 e 11 que diz que como a chuva cai do céu e faz a terra produzir, da mesma forma, diz Deus, “a minha palavra não voltará para mim vazia, ela fará o que deseja e atingirá o propósito para o qual a enviei“.

    Foi pela sua Palavra que Deus criou o mundo e tudo que nele há. Hebreus 11.6 diz: “Pela fé entendemos que os mundos, pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente“. Por ser tão virtuosa não há nada, nenhuma outra força, nenhuma outra palavra, nem todos os bens materiais e riquezas, nem a escola, nem as melhores faculdades ou universidades do mundo podem ser mais úteis do que a Palavra de Deus para todas as coisas, e em especial, para formação do caráter do homem.

    Digo em especial para formação do homem porque o objetivo de Deus nos enviar sua Palavra seja escrita, proferida ou na Pessoa de Cristo é a nossa salvação total, isto é, no plano horizontal e espiritual.

    Com respeito ao plano horizontal, diz respeito aos nossos relacionamentos uns com os outros: família, igreja e sociedade. Deus tem projetos para nós aqui, como peregrinos na terra, mas com uma missão: fazer discípulos, ensinar a Palavra, viver em oração, em retidão e santidade, apresentando os nossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus (Rm 12.1,2).

    Nesse plano horizontal, dos nossos relacionamentos interpessoais, o Espírito Santo nos forma o caráter, o temperamento e as faculdades mentais para sermos a imagem de Cristo através da Palavra. “Santifica-os na verdade, a tua Palavra é a verdade” (Jo 17.17).

    Com respeito ao plano vertical, o nosso relacionamento com Deus começa aqui no plano horizontal, mas vai para o além, para toda eternidade. Nossa mente não consegue alcançar a compreensão do que isso significa.

    Por exemplo, sobre Jesus Cristo, João 1.1 diz que Ele é o Logos, a Palavra de Deus e, ao mesmo tempo, Deus. Então, o ensino verdadeiramente superior é o que vem do alto, de Deus, do transcendente para o imanente.

    Veja o que nos diz 2 Timóteo 3.16,17:

    “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.”

    Quatro verbos expressam o valor da Bíblia: Ensinar, redarguir(repreender), corrigir e instruir (educar). O ensino é a didaskalia, de onde vem a didática, que é a “Arte de ensinar, de transmitir conhecimentos por meio do ensino.” (Dicio).

    Então, a palavra inspirada por Deus tem a melhor didática, é a melhor capacitada para nos ensinar.

    Destaco ainda, o verbo instruir, que é o ato pedagógico. Pedagogia vem do grego paideia que visava a formação do cidadão ético e moral.

    A palavra pedagogia vem de paideia, é a ciência da educação e do ensino. Forma-se de paidós, (criança) + agogos (condutor). Daí, o pedagogo era o condutor de crianças na aprendizagem.

    Da mesma forma, a Palavra de Deus é a Pedagoga para nos ensinar. O problema é que cada vez mais vemos pessoas descrentes na Bíblia como Palavra de Deus. Mesmo autoridades tem rejeitado o valor da Bíblia para o ensino e formação do cidadão.

    Então, isso explica o ruma desgraçado que a sociedade vem tomando, infelizmente.

  • Apocalipse 19 .1-10 Culto no Céu

    Apocalipse 19 .1-10 Culto no Céu

    Apocalipse 19.1-10 Culto no Céu. O Clima de adoração a Deus é enfático: os anjos, a multidão remida e toda a corte celestial O louva.

    Apocalipse 19.1-10 Culto no Céu: Deus recebe louvor da multidão dos anjos (1-3;7,11,12).

    A adoração e o louvor é carregado de Aleluias (Deus seja Louvado!).

    Quais os motivos? Por sua salvação é uma das respostas. Então temos aqui outra expressão de culto, que é a gratidão pelo que Cristo fez por nós.

    Mas também, se reconhece a gloria de Deus. Este reconhecimento marca a reverência à dignidade de Deus.

    Também é reconhecida a sua honra. Não há outro digno de honra universal senão Deus. Ele é único Deus.

    Ainda há menção do seu poder. Há então, o reconhecimento do domínio, do controle de tudo. Deus é o pantókrator, o que controla todas as coisas ou que tem tudo em suas mãos.

    Imagem de Sabine Zierer por Pixabay

    Apocalipse 19.1-10: Deus Recebe Louvor da Multidão dos Remidos (4-5).

    Os doze patriarcas de Israel e os doze apóstolos de Jesus formam a totalidade da Igreja ou Povo de Deus.

    As quatro criaturas, possivelmente Querubins e representam toda a natureza (Sl 14, Rm 8.19).

    Os profetas e os mártires junto com todos os fiéis louvam a Deus (6.10;7.3;10.7;11.18; 12.6; 17.14;19.2). O clima é de alegria porque chegou a justiça. Aleluia!

    Apocalipse 19.1-10 Culto no Céu: Deus Recebe Louvor de Toda A Corte Celestial (6-9)

    Os anjos de todas as ordens angelicais, junto com todos os remidos provocam um estrondoso louvor no céu: músicas, águas, forte trovões…

    O motivo é o Reino estabelecido do Messias, o Cordeiro de Deu (6).

    Pelas bodas do Cordeiro com sua noite, a Igreja redimida, vestida de linho fino resplandecente, que são as obras de justiça, vida consagrada e pureza (santidade).

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  • A Verdadeira História do Natal de Jesus

    A Verdadeira História do Natal de Jesus

    A Verdadeira História do Natal de Jesus está a ligada à expressão: “Plenitude dos Tempos” de Gálatas 4.4,5: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei; Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.

    Imagem de G.C. por Pixabay

    O Que A Verdadeira História do Natal de Jesus tem a Ver com A Plenitude dos Tempos?

    Qual a relação entre a Verdadeira História do Natal de Jesus com a “A Plenitude dos Tempos” no Relógio de Deus?

    O Livro de Eclesiastes inicia o capítulo 3 dizendo que “ Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. 

    Então, Deus determinou o tempo em que enviaria seu Filho ao mundo. Esse tempo determinado é a “plenitude dos tempos”. Não é um tempo acidental ou entregue ao acaso, mas um tempo proposital, marcado no calendário e no relógio de Deus.

    Por isso, não é apenas um tempo qualquer, mas o tempo pleno, que marcou o centro da história, e a dividiu em antes e depois de Cristo. 

    A expressão: “Deus enviou seu Filho” atesta a identidade de Jesus como Deus-Filho com Deus-Pai.

    Além disso, atesta também, sua preexistência. Jesus não começou a viver no dia em que nasceu de Maria, mas já existia antes. Ele é o Verbo de Deus, o criador de todas as coisas (Jo 1.1-3).

    A expressão “nascido de mulher”. comprova a narrativa do nascimento de Jesus da virgem Maria, mas também que Ele, e somente Ele, “se fez carne” e habitou entre nós, conforme o Evangelho de João 1.14. Ou seja, Ele não foi feito. Ele se fez. Ainda, Jesus não reencarnou, mas se fez carne. 

    Diz também que Ele nasceu sob a lei para remir os que estavam debaixo da lei. Isto significa que Jesus nasceu debaixo da lei de Moisés e a cumpriu ao ponto de se tornar duas vezes Senhor da Lei.

    Então, Ele é duas vezes Senhor da lei. Uma como Deus, o autor dela e outra, como o único homem, cumpridor dela.

    Portanto, Jesus é o Senhor da lei. Onde a lei nos condena, Ele, pelo seu senhoria e graça, nos perdoa, mediante nosso arrependimento a confissão de pecados.

    Assim, podemos ser filhos adotivos de Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo.

    Em resumo, esta é a verdadeira história do Natal.

    A Plenitude dos Tempos

    Mas ainda, há um tempo determinado para a volta de Jesus para buscar sua igreja e julgar o mundo. Isto também está no calendário de Deus como um tempo especial.

    Isto foi ensinado por Jesus em Atos 1.7: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder.

    Deus tem o seu cronos e seu kairos, ou seja, tempos e épocas oportunos para cada coisa. Deus é organizado. Jesus está voltando! Prepare-se!

    Feliz Natal!

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  • Ter a vida nas mãos de Deus

    Ter a vida nas mãos de Deus

    Ter a vida nas mãos de Deus não nos isenta de problemas temporais. Pelo contrário, podemos até padecer muito mais por isso. Veja esse exemplo.

    2 Timóteo 1.12: Por cuja causa padeço também isto, mas não me envergonho, porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia.

    Ter a vida nas mãos de Deus não nos isenta de problemas

    Ter a vida nas mãos de Deus não nos isenta de problemas temporais. Pelo contrário, podemos até padecer muito mais por isso. Porém, teremos nosso descanso eterno.

    Isto é o que vemos no verso acima. No contexto, o apóstolo Paulo diz que a vinda de Jesus Cristo, ou seja, o Natal, e consequente sua missão aboliu a morte e trouxe à luz a vida pelo evangelho.

    Então, ele, Paulo foi escolhido por Jesus pregador, apóstolo e doutor dos gentios. Mas por isso, ele padecia na prisão em Roma.

    Paulo deixa claro que sua missão aos gentios era clara e muito bem focada. Não havia nenhuma dúvida do que ele deveria fazer, sofrer, viver, em fim, enfrentar quaisquer coisas para cumprir sua missão: Levar o evangelho a todos os não judeus, ou seja, gentios.

    Não obstante sua prisão, ele estava firme em sua missão, bem como em sua confissão de fé em Cristo. Veja que ele diz enfaticamente: “Eu sei em quem tenho crido”, e “estou bem certo de que é poderoso”.

    Assim, ele estava afirmando que, apesar das adversidades e da prisão por causa do evangelho, ele não estava desanimado e nem desesperançoso. Pelo contrário, ele estava bem seguro no poder de Cristo para guardar o seu “depósito”.

    Qual era o depósito de Paulo?

    Mas que depósito é este? Certamente não era dinheiro em algum banco qualquer, muito menos em algum paraíso fiscal. O depósito de Paulo era a doutrina de Cristo que ele ensinava aos gentios em cumprimento de sua missão, e da qual ele teria de prestar contas Àquele que o chamou para o ministério, no dia do juízo, o qual ele chama de “aquele dia”.

    Ter a vida nas mãos de Deus é a certeza de sermos absolvidos

    Desta forma, todos os que vivem sob obediência a Cristo padecerão de alguma forma neste mundo, mas podem ter a certeza, igual ao apóstolo Paulo, de viver seguro de que serão livres da condenação no juízo final.

    Este dia do juízo, que em algumas traduções está com D maiúsculo é o dia mais crucial em toda a nossa existência terrena e pós terrena. Nele será decretado a nossa sentença eterna, o nosso destino eterno. Por isso, este “Dia” deve ser a nossa principal preocupação.

    E o que podemos fazer para nos sairmos bem naquele Dia? A única coisa que podemos fazer é estarmos certos, convictos e seguros no poder de Cristo para nos guardar.

    Como diz o hino do Cantor Cristão 377 “Pois eu sei em quem crido, e estou bem certo que é poderoso, pra guardar o meu tesouro, até o dia final”.

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  • O Presente de Deus aos Homens

    O Presente de Deus aos Homens

    O Presente de Deus aos Homens é Jesus Cristo. Mas, será que é este o sentido do Natal que celebramos? Onde está jesus em nossas festas?

    O Natal de Jesus É O Presente de Deus aos Homens

    O Presente de Deus aos Homens é Jesus Cristo. Em Jesus, temos todas as bênçãos de Deus, pois ele é nosso elo de ligação com o Pai.

    Mas, será que é este o sentido do Natal que celebramos? Onde está jesus em nossas festas? Vejamos como os homens o receberam quando ele nasceu.

    O nascimento de jesus foi marcado por agitações, assim como toda sua vida. Um decreto de Cesar Augusto ordenou que todos fossem alistados por família.

    Por causa disso, José teve de viajar com Maria grávida de Nazaré da Galileia para Belém da Judeia, pois era da família de Davi.

    O Evangelho de Lucas registra que não havia lugar nas hospedarias suficientes para todos. Provavelmente por causa do recenseamento, a cidade de Belém estava lotada.

    Então, o casal foi se hospedar num curral, “e teve ali o seu filho primogênito; envolveu-o em faixas e o deitou em uma manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem” (Lucas 2.7). Que nota triste! Ninguém deu a preferência a uma mulher grávida!

    O nascimento de um filho era considerado uma bênção, principalmente de um primogênito. Este seria o líder da família quando o pai, neste caso, José, partisse. A esse filho era destinado maior herança, e ele seria o gestor dos bens da família. Havia muita expectativa no nascimento de um primogênito.

    Entretanto, este Filho especial, por causa de sua missão, não teve um lugar digno para nascer. Ainda que fosse o Unigênito de Deus e primogênito de Maria. Ninguém deu a preferência que a mãe, naquele estado, carecia.

    Além disso, queriam matá-lo e, nesse empenho mataram a muitos meninos. Mas o menino Jesus escapou pela proteção e direção de Deus.

    Muitos diriam: Mas e os outros meninos: Por que Deus não os livrou também?

    Bem, não sabemos. Mas uma consideração é que os outros eram filhos de pecadores, e, como tais, destinados à morte (Sl 14; Rm 3).

    Outro ponto a considerar é que, aquele que foi protegido seria o Salvador do mundo, inclusive dos que foram mortos naquele horrível e lamentável quadro de maldade humana.

    Desde de seu nascimento muitos queriam matar o Senhor. Só conseguiram quando chegou o momento oportuno de Deus (Jo 13). E nesse caso, a morte é assim mesmo: só demora mais um pouquinho, mas sempre vem.

    Porém, os homens não podem mais matá-lo, pois morreu e ressuscitou para nunca mais morrer. Mas muitos continuam ainda recusando dar-lhe um lugar em suas vidas e em seus lares. Infelizes, não entendem que Jesus Cristo é presente de Deus para salvá-los da condenação eterna.

  • OS TRÊS ESTÁGIOS DA SALVAÇÃO

    OS TRÊS ESTÁGIOS DA SALVAÇÃO

    OS TRÊS ESTÁGIOS DA SALVAÇÃO: Regeneração e justificação, santificação e glorificação.

    Versículo do Dia

    Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida. Jo 5.24

    Vamos destacar deste versículo as palavras:

    • Ouvir: Obedecer
    • Crer: Confiar
    • Morte: Estado pecaminoso (Ef 2.1,2,5)

    OS TRÊS ESTÁGIOS DA SALVAÇÃO É UM PROCESSO

    A Salvação Acontece com Um Processo de Três Estágios.

    Estágios da salvação: Inicia com a fé em Jesus (Hb 11.6 Ora, sem a fé é impossível ser-lhe agradável, Pois aquele que se aproxima de Deus deve crer que ele existe e que recompensa os que o procuram). A fé vem pelo ouvir (obedecer) a palavra de Deus (Rm 10.17 A fé vem…)

    1º ESTÁGIO: Regeneração e Justificação

    Jesus ensinou que quem que não nascer de novo não pode entrar no Reino de Deus (Jo 3.3, 5,6).

    Pedro ensinou que:

    Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva e que permanece para sempre” (1 Pe 1.23). Crer na palavra. Arrepende-se de seus pecados (Mc 1.15).

    Quando entramos nesse processo nos tornamos novas criaturas em Cristo (2 Co 5.17): “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.

    Quando a pessoa é regenerada ela também recebe a Justificação Rm 5.1. Funciona como uma declaração de Deus de que você não está mais em ofensa das leis dele.

    É isso que Jesus disse com a expressão: “Não entra em condenação, mas passou da morte para a vida”, o “escrito de dívida perante a justiça de Deus foi riscado pelo perdão de Cristo e você é justificado (Cl 2.13-15).

    Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, pois a lei do Espírito da vida em Cristo te libertou da lei do pecado e da morte (Rm 8.1,2).

    2º ESTÁGIO: Santificação

    O processo deve continuar transformando a vida do cristão de um home natural na imagem de Cristo, porque Deus nos chama para a santidade. “Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pe 1.16).

    Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Entretanto esses agora devem andar no Espírito, isto é, em comunhão com o Espírito de Deus constantemente, pois os que andam na natureza humana não podem agradar a Deus. Se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo (Rm 8.9).

    Segui a paz com todos e a santificação sem a qual ninguém verá o Senhor (Hb 12.14).

    3º ESTÁGIO: Glorificação

    É o último estágio da salvação. Ocorre quando o cristão entra no estágio espiritual, ao terminar sua carreira terrena, seja pelo arrebatamento que ocorrerá quando Cristo voltar, ou ainda, pela ressurreição.

    Veja o que diz Rm 8.30

    “E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou.”

    Vejas os seguintes textos bíblicos:

    1 Jo 3.2

    “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos.”

    1 Co 15.42-44

    “Assim também a ressurreição dentre os mortos. Semeia-se o corpo em corrupção; ressuscitará em incorrupção. Semeia-se em ignomínia, ressuscitará em glória. Semeia-se em fraqueza, ressuscitará com vigor. Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual.”

    Fl 3.20,21

    “Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas.

    1 Ts 4.17,18:

    Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.

    Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.

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    Como Tratar da Ansiedade

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  • Como Tratar da Ansiedade

    Como Tratar da Ansiedade

    Como Tratar da Ansiedade e Encontre a paz através da fé em Deus!

    MATEUS 6.33

    Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.

    Como Tratar da Ansiedade: Ensino de Jesus em Mateus 6

    Em Mateus 6, a partir do versículo 25, Jesus ensina a não ficarmos ansiosos pelas questões de sobrevivência neste mundo: como preocupação com o que comer, o que beber e o que vestir.

    O excesso de preocupação com nossa sobrevivência nos traz inquietações que nos levam a uma vida ansiosa com seus males. Quais são os males causados pela ansiedade?

    Basta olharmos alguns artigos médicos/científicos em busca de resposta a esta pergunta que encontraremos problemas físicos e mentais que causam várias doenças, as vezes sem possibilidade de reversão.

    Já li tantos livros, artigos psicológicos, bem como já ouvi tantas palestras em que os especialistas falam de doenças cardíacas, gastrointestinais, musculares, distúrbios do sono, depressão, déficit de atenção, em fim, uma infinidade de males que nascem com a ansiedade.

    Aqui, neste artigo para reflexão, nos interessa os ensinos de Jesus, o Mestre por excelência. No referido texto acima, Jesus nos ensina que é inútil ficarmos ansiosos.

    A ansiedade tem a ver com cuidar com preocupação e medo, uma consequência da insegurança que gera cada vez mais insegurança.

    O que aumenta a ansiedade

    Entretanto, quem confia em Deus deve estar seguro da providência divina. Ou seja, quem tem fé em Deus confia que Ele providenciará tudo necessário.

    As vezes não conseguimos tal segurança por que queremos viver num padrão que o mundo, com seu secularismo consumista, nos impõe. Um padrão que nos afasta do que Deus estabeleceu para nós, cidadãos dos céus.

    Então, cada vez mais vemos pessoas correndo de um lado para outro em busca de mais recursos financeiros, materiais e profissionais. O tempo e as energias gastas são sempre insuficientes e insatisfatórios para atender a um mercado cada dia mais escravizante.

    E o que acontece com a vida cristã? Como ficam as necessidades espirituais, com a família…? Essas coisas não são importantes para o mundo secularista, mas devem ser prioridade para a vida do cristão. Por isso, Jesus disse: “Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça”.

    Esse é o conselho para cristãos de todos os tempos, mas principalmente para o nosso em que parece que um dia de 24 horas não é suficiente.

    Como Tratar da Ansiedade sem ficarmos mais ansiosos

    Entretanto, vai aqui um alerta. Não confunda buscar primeiro o reino de Deus com se ocupar com os trabalhos eclesiásticos e litúrgicos da religião. As vezes nos ocupamos mecanicamente com o trabalho do Senhor e não propriamente com o Senhor. Alguém poderia dizer: Mas não é isso que um servo deve fazer?

    A resposta é sim, mas, primeiramente, não seremos salvos pelo muito que fizermos, e sim, pelo que Jesus fez. Devemos confiar nisso.

    Em segundo lugar, não somos meros servos, mas filhos por adoção em Cristo. Assim o serviço que devemos prestar não é de escravo que serve, mas de filhos que servem.

    Isso é bem diferente. O servo serve porque ele existe para prestar serviços contínuos ao seu senhor. Um filho ou filha de Deus serve porque tem prazer de agradar a seu Pai, numa obra em que é herdeiro(a) dos bens eternos.

    Em outras palavras, o cristão deve servir porque isso é prestar culto a Deus, e, se tiver que se emprenhar ao máximo para isso que o faça por amor, pois este é o grande mandamento:

    Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força (Mt 12.30). E se não for por amor, nada tem valor (1 Co 13).

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