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  • Apocalipse 19 .1-10 Culto no Céu

    Apocalipse 19 .1-10 Culto no Céu

    Apocalipse 19.1-10 Culto no Céu. O Clima de adoração a Deus é enfático: os anjos, a multidão remida e toda a corte celestial O louva.

    Apocalipse 19.1-10 Culto no Céu: Deus recebe louvor da multidão dos anjos (1-3;7,11,12).

    A adoração e o louvor é carregado de Aleluias (Deus seja Louvado!).

    Quais os motivos? Por sua salvação é uma das respostas. Então temos aqui outra expressão de culto, que é a gratidão pelo que Cristo fez por nós.

    Mas também, se reconhece a gloria de Deus. Este reconhecimento marca a reverência à dignidade de Deus.

    Também é reconhecida a sua honra. Não há outro digno de honra universal senão Deus. Ele é único Deus.

    Ainda há menção do seu poder. Há então, o reconhecimento do domínio, do controle de tudo. Deus é o pantókrator, o que controla todas as coisas ou que tem tudo em suas mãos.

    Imagem de Sabine Zierer por Pixabay

    Apocalipse 19.1-10: Deus Recebe Louvor da Multidão dos Remidos (4-5).

    Os doze patriarcas de Israel e os doze apóstolos de Jesus formam a totalidade da Igreja ou Povo de Deus.

    As quatro criaturas, possivelmente Querubins e representam toda a natureza (Sl 14, Rm 8.19).

    Os profetas e os mártires junto com todos os fiéis louvam a Deus (6.10;7.3;10.7;11.18; 12.6; 17.14;19.2). O clima é de alegria porque chegou a justiça. Aleluia!

    Apocalipse 19.1-10 Culto no Céu: Deus Recebe Louvor de Toda A Corte Celestial (6-9)

    Os anjos de todas as ordens angelicais, junto com todos os remidos provocam um estrondoso louvor no céu: músicas, águas, forte trovões…

    O motivo é o Reino estabelecido do Messias, o Cordeiro de Deu (6).

    Pelas bodas do Cordeiro com sua noite, a Igreja redimida, vestida de linho fino resplandecente, que são as obras de justiça, vida consagrada e pureza (santidade).

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  • NEM TODA VITÓRIA EXIGE QUE DEMOS CAMBALHOTAS DE ALEGRIA

    NEM TODA VITÓRIA EXIGE QUE DEMOS CAMBALHOTAS DE ALEGRIA

    NEM TODA VITÓRIA EXIGE QUE DEMOS CAMBALHOTAS DE ALEGRIA, Texto escrito por © Tapajós – verão 2025, publicado aqui com permissão.

    © Tapajós

    Último torneio do ano, uma partida fantástica de xadrez entre o Grande Mestre ucraniano IVANCHUK e o Grande Mestre estado-unidense NARODITSKY pelo Campeonato Mundial de Blitz. Ivanchuk, reconhecidíssimo em suas genialidades enxadrísticas, tem a vantagem no tabuleiro, mas comete um erro mínimo e perde a partida. Incrédulo, sua reação é absolutamente emotiva – veja vídeo.

    Imagem de Jan Vašek por Pixabay – A foto não é a imagem do jogo em questão aqui, mas apenas ilustrativa. As imagens reais estão no vídeo acima. Confira.

    Mas quero falar de NARODITSKY, que tinha tudo para soltar um grito, abrir um sorriso e festejar a vitória jogando em casa. Exausto e vendo a reação de Ivan, o mestre americano se contém. Abaixa também a cabeça. Mexe melancolicamente algumas peças do tabuleiro. Depois de um tempo, pega o seu copo, sua bolsa, levanta-se e sai como um fantasma.

    Alguém vendo o vídeo pela primeira vez terá dúvidas sobre quem venceu. Naroditsky foi o vencedor e respeitou a dor do derrotado.

    Essa é a implacável realidade da vida: há vencedores e perdedores. Ora estamos de um lado, ora de outro. Majoritariamente, conselheiros tendem a oferecer ajuda a quem perde, a quem é derrotado. Mas é preciso, talvez muito mais, que os vencedores recebam ajuda.

    Porque vencer nos coloca na posição de superioridade. A hierarquização dos nossos relacionamentos tem o seu lado positivo, mas ela é sempre perigosamente arrogante.

    Porque vencer nos retira a sensibilidade: num passe de mágica esquecemos a dor, muitas vezes angustiante, daqueles que são derrotados. Nossas comemorações pelas vitórias não são recheadas de empatia pelos derrotados, mas recheadas de esquecimento deles.

    Porque vencer é o resultado de disputas, de embates, de guerras. Diante de cada vitória há um rastro de sangue, morte, frustração, depressão. A História registra: para uma União Soviética vencedora na 2ª. Guerra Mundial, 20 milhões de russos mortos; para oitenta milhões de alemães felizes com 7 gols marcados contra o Brasil, duzentos milhões de brasileiros incrédulos e desnorteados em 2014. Vinte e nove pessoas sobreviveram à queda recente de um avião no Cazaquistão – 38 morreram.

    Até quando há empate num confronto, há perdas.

    Espera-se sempre que o perdedor seja civilizado, educado, esportista e reconheça de bom grado a vitória do outro. O que devemos esperar dos vencedores além de suas comemorações? Naroditsky nos deixa uma sugestão: nem toda vitória exige que demos cambalhotas de alegria – às vezes é preciso vencer sentindo a dor do derrotado.

    Muitos se preparam para a vitória. Poucos estão preparados para agir adequadamente quando vitoriosos.

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  • Conselhos para Aprovação de Deus

    Conselhos para Aprovação de Deus

    Conselhos para Aprovação de Deus, baseado em 2 Timóteo 2.3-7. Como ser um obreiro aprovado? Vejamos o conselho de Paulo ao jovem pastor Timóteo.

    Conselhos para Aprovação de Deus em 2 Tm 2.3-7

    Assume a tua parte de sofrimento como um bom soldado de Cristo Jesus. Ninguém, engajando-se no exército, se deixa envolver pelas questões da vida civil, se quer dar satisfação àquele que o arregimentou. Do mesmo modo um atleta não recebe a coroa se não lutou segundo as regras. O agricultor que trabalha deve ser o primeiro a participar dos frutos. Entende o que eu digo; e o Senhor te dará compreensão em todas as coisas.” (Bíblia de Jerusalém).

    Os conselhos do Apóstolo Paulo ao jovem pastor Timóteo era para ensiná-lo e o objetivo a ser alcançado está no verso 7: “Entende o que eu digo; e o Senhor te dará compreensão em todas as coisas“.

    Ou seja, Paulo queria que Timóteo alcançasse o entendimento para que ele tivesse também compreensão dada pelo Senhor em todas as áreas da vida.

    Quais os Conselhos que Ajudariam Timóteo Alcançar Maior Compreensão da Parte de Deus?

    Os Conselhos para a o entendimento e compreensão vindos de Deus são:

    Imagem de Mohamed Hassan por Pixabay

    1 A figura do bom soldado de Cristo Jesus (v.3)

    São muitas as aplicações da vida militar no vida cristã dentro da Bíblia. Não mencioná-los aqui, mas isto é facilmente comprovado. Apenas para citar um dos muitos exemplos, veja Efésios 6.10sgs.

    Por que a figura do soldado? Porque o soldado estava sempre de prontidão. Nada deveria se interpor entre ele e sua missão. A missão era sua prioridade máxima.

    Assim, também deve ser o obreiro cristão, seja pastor, missionário, evangelista ou mesmo o mais simples discípulo de Cristo deve estar sempre pronto a servir desembaraçadamente ao Senhor.

    Claro que isso é muito mais aplicado e exigido dos chamado exclusivamente para o ministério da Palavra, ou seja, pastor e missionário.

    Trata-se de uma caminhada de fé na provisão de Deus, o Senhor dos Exércitos não deixará seus soldados passarem necessidade.

    Porém, vemo-nos envolvidos em tantos negócios deste mundo que nos impede de servir apropriadamente ao Senhor. O resultado disso são cultos pobres da Palavra de Deus e de vidas santas e consagradas ao Senhor.

    2 A figura do Atleta (v.5)

    Vemos, também, a figura do atleta. O foco está no atleta que lutava no Coliseu, por exemplo, onde ocorriam as competições esportivas mais diversas, exemplo: lutas entre gladiadores.

    Mas havia as regras para o combate, e só seriam coroados vencedores os que lutassem segundo as regras.

    A aplicação desse ensino é que nenhum pastor, missionário ou qualquer atleta de Cristo não receberia a aprovação do Senhor se não jogasse conforme as regras estabelecidas por Deus.

    Muitas vezes, ministros cristãos se veem em apertos por querer servir à causa e a muitas outras, faltando com a prioridade que a obra de Deus exige e merece.

    Jesus ensinou que ninguém pode servir a dois senhores. E isso, precisa ser bem considerado por todos os que são chamado pelo Senhor. Estes precisam ter uma vida desembaraçada das coisas desta vida, mesmo as coisas licitas e normais, como o sustento.

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    3 A figura do lavrador (v.6)

    A terceira e última figura é a do lavrador. É dito que o lavrador que trabalha deve ser o primeiro a participar do frutos.

    É bom destacar que esse trabalhar expresso aqui significa trabalhar dentro das regras anteriores aplicadas ao soldado cristão e ao atleta cristão. Ou seja, aquele que trabalha com inteira dedicação e prioridade máxima. Ele trabalha intensas e dedicadamente para o Senhor. Este devem ser os primeiros a usufruir dos frutos de sua dedicação.

    Porém, mesmo Paulo teve de fazer tendas para se sustentar no ministério apostólico, quanto mais um postar em pleno século XXI, marcado por um lado por gananciosos e por outro, por servos sinceros, porém sem condições de se manterem.

    Além disso, há muitas igrejas sem condições de sustentar adequadamente um pastor de tempo integral no ministério da palavra.

    Por outro lado, há outras com condições, porém com muita má vontade de cumprir com seu dever de sustentar adequadamente seus obreiros.

    Diante disso, muitos fazem tendas como Paulo. Ou seja, se lançam aos muitos trabalhos seculares e se desdobram para servir na causa ministerial.

    Fala-se muito mal dos pastores hoje, por causa dos maus obreiros, dos gananciosos e avarentos. mas a obra de Deus hoje é realizada por pastores pedreiros, missionários carpinteiros, empresários, médicos, comerciantes etc. Gente dedica que se desdobram para servir a Deus por que creem que serão recompensada no céu.

    Assim, em meio a tantas responsabilidades e trabalhos, os obreiros cristãos não podem esquecer a prioridade: Servir a Deus com o máximo empenho possível.

    E então, como diz o Senhor em Mateus 25:21: “E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.”

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  • A Verdadeira História do Natal de Jesus

    A Verdadeira História do Natal de Jesus

    A Verdadeira História do Natal de Jesus está a ligada à expressão: “Plenitude dos Tempos” de Gálatas 4.4,5: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei; Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.

    Imagem de G.C. por Pixabay

    O Que A Verdadeira História do Natal de Jesus tem a Ver com A Plenitude dos Tempos?

    Qual a relação entre a Verdadeira História do Natal de Jesus com a “A Plenitude dos Tempos” no Relógio de Deus?

    O Livro de Eclesiastes inicia o capítulo 3 dizendo que “ Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. 

    Então, Deus determinou o tempo em que enviaria seu Filho ao mundo. Esse tempo determinado é a “plenitude dos tempos”. Não é um tempo acidental ou entregue ao acaso, mas um tempo proposital, marcado no calendário e no relógio de Deus.

    Por isso, não é apenas um tempo qualquer, mas o tempo pleno, que marcou o centro da história, e a dividiu em antes e depois de Cristo. 

    A expressão: “Deus enviou seu Filho” atesta a identidade de Jesus como Deus-Filho com Deus-Pai.

    Além disso, atesta também, sua preexistência. Jesus não começou a viver no dia em que nasceu de Maria, mas já existia antes. Ele é o Verbo de Deus, o criador de todas as coisas (Jo 1.1-3).

    A expressão “nascido de mulher”. comprova a narrativa do nascimento de Jesus da virgem Maria, mas também que Ele, e somente Ele, “se fez carne” e habitou entre nós, conforme o Evangelho de João 1.14. Ou seja, Ele não foi feito. Ele se fez. Ainda, Jesus não reencarnou, mas se fez carne. 

    Diz também que Ele nasceu sob a lei para remir os que estavam debaixo da lei. Isto significa que Jesus nasceu debaixo da lei de Moisés e a cumpriu ao ponto de se tornar duas vezes Senhor da Lei.

    Então, Ele é duas vezes Senhor da lei. Uma como Deus, o autor dela e outra, como o único homem, cumpridor dela.

    Portanto, Jesus é o Senhor da lei. Onde a lei nos condena, Ele, pelo seu senhoria e graça, nos perdoa, mediante nosso arrependimento a confissão de pecados.

    Assim, podemos ser filhos adotivos de Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo.

    Em resumo, esta é a verdadeira história do Natal.

    A Plenitude dos Tempos

    Mas ainda, há um tempo determinado para a volta de Jesus para buscar sua igreja e julgar o mundo. Isto também está no calendário de Deus como um tempo especial.

    Isto foi ensinado por Jesus em Atos 1.7: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder.

    Deus tem o seu cronos e seu kairos, ou seja, tempos e épocas oportunos para cada coisa. Deus é organizado. Jesus está voltando! Prepare-se!

    Feliz Natal!

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    Ter a vida nas mãos de Deus

    o presente de deus para os homens

  • Ter a vida nas mãos de Deus

    Ter a vida nas mãos de Deus

    Ter a vida nas mãos de Deus não nos isenta de problemas temporais. Pelo contrário, podemos até padecer muito mais por isso. Veja esse exemplo.

    2 Timóteo 1.12: Por cuja causa padeço também isto, mas não me envergonho, porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia.

    Ter a vida nas mãos de Deus não nos isenta de problemas

    Ter a vida nas mãos de Deus não nos isenta de problemas temporais. Pelo contrário, podemos até padecer muito mais por isso. Porém, teremos nosso descanso eterno.

    Isto é o que vemos no verso acima. No contexto, o apóstolo Paulo diz que a vinda de Jesus Cristo, ou seja, o Natal, e consequente sua missão aboliu a morte e trouxe à luz a vida pelo evangelho.

    Então, ele, Paulo foi escolhido por Jesus pregador, apóstolo e doutor dos gentios. Mas por isso, ele padecia na prisão em Roma.

    Paulo deixa claro que sua missão aos gentios era clara e muito bem focada. Não havia nenhuma dúvida do que ele deveria fazer, sofrer, viver, em fim, enfrentar quaisquer coisas para cumprir sua missão: Levar o evangelho a todos os não judeus, ou seja, gentios.

    Não obstante sua prisão, ele estava firme em sua missão, bem como em sua confissão de fé em Cristo. Veja que ele diz enfaticamente: “Eu sei em quem tenho crido”, e “estou bem certo de que é poderoso”.

    Assim, ele estava afirmando que, apesar das adversidades e da prisão por causa do evangelho, ele não estava desanimado e nem desesperançoso. Pelo contrário, ele estava bem seguro no poder de Cristo para guardar o seu “depósito”.

    Qual era o depósito de Paulo?

    Mas que depósito é este? Certamente não era dinheiro em algum banco qualquer, muito menos em algum paraíso fiscal. O depósito de Paulo era a doutrina de Cristo que ele ensinava aos gentios em cumprimento de sua missão, e da qual ele teria de prestar contas Àquele que o chamou para o ministério, no dia do juízo, o qual ele chama de “aquele dia”.

    Ter a vida nas mãos de Deus é a certeza de sermos absolvidos

    Desta forma, todos os que vivem sob obediência a Cristo padecerão de alguma forma neste mundo, mas podem ter a certeza, igual ao apóstolo Paulo, de viver seguro de que serão livres da condenação no juízo final.

    Este dia do juízo, que em algumas traduções está com D maiúsculo é o dia mais crucial em toda a nossa existência terrena e pós terrena. Nele será decretado a nossa sentença eterna, o nosso destino eterno. Por isso, este “Dia” deve ser a nossa principal preocupação.

    E o que podemos fazer para nos sairmos bem naquele Dia? A única coisa que podemos fazer é estarmos certos, convictos e seguros no poder de Cristo para nos guardar.

    Como diz o hino do Cantor Cristão 377 “Pois eu sei em quem crido, e estou bem certo que é poderoso, pra guardar o meu tesouro, até o dia final”.

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    Jesus Cristo: A âncora do Cristão

  • Jesus Cristo: A Âncora do Cristão

    Jesus Cristo: A Âncora do Cristão

    Jesus Cristo: A Âncora do Cristão. A alma do crente em Cristo está ancorada na esperança que vem do Senhor. Não há necessidade de mais nada e nem de ninguém.

    Jesus Cristo: A Âncora da Nossa Alma

    Para que serve uma âncora? A âncora é um objeto pesado que permite imobilizar um outro objeto flutuante. 

    Devido ao seu desenho com um circo no topo, um formato de cruz logo abaixo e, igualmente, duas pontas na parte final, dizem ter sido usado como símbolo da Santíssima Trindade. O circo no topo representa Deus-Pai, a cruz representa Deus-Filhos e as duas pontas abaixo, representa o Espírito Santo.

    O escritor aos Hebreus, na Bíblia, usa a âncora como símbolo de firmeza e segurança da esperança cristã (Hb 6.19).

    Talvez por isso a âncora tenha sido usada como símbolo por cristãos perseguidos, segundo narram alguns.

    No sentido figurado, a palavra pode ser aplicada para várias coisas, como, abrigo, proteção, apoio, etc. Nesse sentido, o casamento deve ter o sentido de uma âncora, isto é, apoio e segurança familiar. 

    Especialmente os cônjuges devem ser âncoras um para o outro, formando um lar que seja âncora para toda a família.

    Um Caso Específico

    Voltando ao escritor aos Hebreus, o escritor ensina que a igreja tem em Cristo a âncora segura e firme da alma. Não necessita de mais nada e nem de ninguém. Cristo é suficiente, pois é maior do que tudo que se possa apresentar em termos de religião ou solução para se chegar a Deus. Jesus entrou no santo lugar no céu.

    Isso foi escrito a uma igreja que sofria forte influência dos judaizantes, que exigiam obediência à Lei de Moisés e a todos  os demais ritos judaicos.

    Assim, os cristãos estavam correndo o risco de trocarem Cristo por Moisés, ou seja, o Senhor pelo servo; O sacerdócio eterno de Cristo pelo efêmero da Velha Aliança; O caminho novo e vivo pelo sacrifício de Cristo pelo velho caminho de sacrifício de animais; O sangue de Cristo pelo sangue de bodes. Que esperança haveria para eles? Qual seria o destino deles? 

    Assim, pela negligência, corriam o risco de deixar escapar por entre os dedos a salvação por causa da apostasia que ameaçava se tornar realidade.

    O escritor escreveu para persuadi-los a manterem posição diligente e perseverante em Cristo. 

    Ainda  hoje, vemos que as ações judaizantes ainda tem muita força. Muitos cultos cristãos estão contaminados de judaísmo com ritos, petrechos e mandingas judaicas. Isso revela um cristianismo sem identidade autêntica, sem firmeza. 

    Ao cobiçarem a prosperidade judaica, muitos herdaram também o destino deles. Segundo Jesus, em Mateus 8.11 e 21.31, por exemplo, publicanos, meretrizes e gentios entram na frente deles no Reino dos céus, enquanto eles seriam lançados nas trevas.

    Quem é verdadeiramente cristão, não precisa de mais nada e nem de ninguém. Já tem a âncora de sua alma.

    Leia o texto de Hebreus 6

    Presente de Deus para os homens

    Os Três Estágios da Salvação

  • O Presente de Deus aos Homens

    O Presente de Deus aos Homens

    O Presente de Deus aos Homens é Jesus Cristo. Mas, será que é este o sentido do Natal que celebramos? Onde está jesus em nossas festas?

    O Natal de Jesus É O Presente de Deus aos Homens

    O Presente de Deus aos Homens é Jesus Cristo. Em Jesus, temos todas as bênçãos de Deus, pois ele é nosso elo de ligação com o Pai.

    Mas, será que é este o sentido do Natal que celebramos? Onde está jesus em nossas festas? Vejamos como os homens o receberam quando ele nasceu.

    O nascimento de jesus foi marcado por agitações, assim como toda sua vida. Um decreto de Cesar Augusto ordenou que todos fossem alistados por família.

    Por causa disso, José teve de viajar com Maria grávida de Nazaré da Galileia para Belém da Judeia, pois era da família de Davi.

    O Evangelho de Lucas registra que não havia lugar nas hospedarias suficientes para todos. Provavelmente por causa do recenseamento, a cidade de Belém estava lotada.

    Então, o casal foi se hospedar num curral, “e teve ali o seu filho primogênito; envolveu-o em faixas e o deitou em uma manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem” (Lucas 2.7). Que nota triste! Ninguém deu a preferência a uma mulher grávida!

    O nascimento de um filho era considerado uma bênção, principalmente de um primogênito. Este seria o líder da família quando o pai, neste caso, José, partisse. A esse filho era destinado maior herança, e ele seria o gestor dos bens da família. Havia muita expectativa no nascimento de um primogênito.

    Entretanto, este Filho especial, por causa de sua missão, não teve um lugar digno para nascer. Ainda que fosse o Unigênito de Deus e primogênito de Maria. Ninguém deu a preferência que a mãe, naquele estado, carecia.

    Além disso, queriam matá-lo e, nesse empenho mataram a muitos meninos. Mas o menino Jesus escapou pela proteção e direção de Deus.

    Muitos diriam: Mas e os outros meninos: Por que Deus não os livrou também?

    Bem, não sabemos. Mas uma consideração é que os outros eram filhos de pecadores, e, como tais, destinados à morte (Sl 14; Rm 3).

    Outro ponto a considerar é que, aquele que foi protegido seria o Salvador do mundo, inclusive dos que foram mortos naquele horrível e lamentável quadro de maldade humana.

    Desde de seu nascimento muitos queriam matar o Senhor. Só conseguiram quando chegou o momento oportuno de Deus (Jo 13). E nesse caso, a morte é assim mesmo: só demora mais um pouquinho, mas sempre vem.

    Porém, os homens não podem mais matá-lo, pois morreu e ressuscitou para nunca mais morrer. Mas muitos continuam ainda recusando dar-lhe um lugar em suas vidas e em seus lares. Infelizes, não entendem que Jesus Cristo é presente de Deus para salvá-los da condenação eterna.

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Pr Odivan Velasco

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