Tag: Jesus Cristo

  • Quem São As Pessoas Mais Felizes do Mundo?

    Quem São As Pessoas Mais Felizes do Mundo?

    Quem São As Pessoas Mais Felizes do Mundo? Jesus disse: “Bem-aventurados os que não viram e creram”

    E, estando elas muito atemorizadas, e abaixando o rosto para o chão, eles lhes disseram: Por que buscais o vivente entre os mortos?

    Não está aqui, mas ressuscitou

    Lucas 24:5,6a

    “Bem-aventurados os que não viram e creram” em Jesus Cristo ressuscitado. Esses têm a fé e a  felicidade que transforma tristeza em alegria. 

     felizes, bem aventurados,  medo, cristo, cristo redentor, Páscoa, ressurreição de jesus, alegria,

    Jesus Cristo Vive e Continua Operando Maravilhas

    Estamos há quase dois mil da morte de Cristo. Segundo o calendário cristão, estamos a 2025 anos do nascimento de Cristo. Isso significa que em 2033, estaremos a exatos 2 mil anos de sua morte, pois Cristo teria morrido aos 33 anos.

    Mas, apesar do tempo decorrido, a crença de que Jesus Cristo morreu e ressuscitou permanece viva em muitos cristãos em todo o mundo. Os séculos e as muitas dúvidas levantadas ao longo da história não foram capazes de apagar a fé cristã, pelo contrário, parece que as perseguições abrasam mais o fervor dos discípulos de Cristo.

    Fato inegável: Jesus continua operando maravilhas e transformando vidas. A cada dia muitas pessoas encontram no Senhor motivos para viver, para mudar de vida e para pregar em testemunho de sua fé.

    Entretanto, há muitos que ainda precisam da salvação do Senhor, porém continuam buscando o Salvador entre mortos. Por isso, estes vivem uma falsa alegria e com falta de significado para suas vidas. Outros vivem em tormentos causados pelo medo da morte.

    O que aconteceu no primeiro dia da semana após a morte de Cristo mudou a vida dos discípulos. Eles estavam tristes e escondidos com medo dos judeus (Jo 20.19), que foram os causadores da morte de Jesus. Os discípulos temiam porque o próximo alvo agora seriam eles.

    “A vossa tristeza se transformará em alegria” (Jo 16.20)

    Mas, além do medo, um vazio invadiu a alma dos discípulos, pois eles deixaram tudo e seguiram a Jesus, acreditando que este restauraria o reino a Israel e reinaria sobre o mundo. Eles, os discípulos, seriam seus ministros dominando sobre o Império Romano, e reinando sobre todas as nações (Mc 9.33-37; 10.35-41; At 1.6).

    Mas agora, o Mestre e Senhor deles estava morto e eles seriam os próximos a morrer. A frustração e o vazio tomaram conta deles.

    Como eles saíram do medo para a coragem? Como a tristeza deles se converteu em alegria? Foi a notícia da ressurreição: O Senhor ressuscitou!

    A partir de então o clima mudou no interior deles. Pedro correu ao sepulcro e constatou que algo teria acontecido, porém ainda não tinha certeza. Tudo pareceu aos discípulos como um “delírio” (Lc 24.11) e ficaram “maravilhados” (Lc 24.12). Entretanto ainda a alegria deles não era completa, porque duvidavam.

    Bem-aventurados, mas creram no Cristo VIvo

    Como acreditar numa notícia tão extraordinária entregue por três mulheres? Mulheres nem eram contadas na época. Mulheres eram facilmente levadas por fantasias. Mulheres não tinham credibilidade naquela sociedade. Fato é que, entre os principais discípulos de Jesus só haviam homens; eram 12.

    Entretanto, as mulheres são mais crentes. Mulheres são mais zelosas. Por isso, elas foram ao sepulcro para cuidar do corpo de Jesus como era costume delas para com os mortos (Mc 16.1). Mesmo atemorizadas, elas foram ao sepulcro. O medo não as impediu de servir ao Senhor.

    Então, elas foram as primeiras a terem notícias da ressurreição. Que honra! Cumpriu-se um princípio bíblico: Deus honra aqueles que O honram (1 Sm 2.30; Jo 12.26). Nesse caso as mulheres honram mais ao Senhor, procurando-o, sem temor, após a morte dele. Mesmo morto, o Senhor continuava sendo o Senhor delas. O medo não as impediu de procurá-lo e servi-lo.

    Elas foram as primeiras a receberem a notícia de que o Senhor não se encontra entre os mortos, pois Ele vive.. 

    Desde então, acabou a busca pelo Salvador no sepulcro. A alegria voltou. A paz invadiu suas almas. A alegria delas foi completa.

    Mas aqui está uma prova de que as Escrituras são autênticas e verdadeiras, e não um livro escrito para enganar. Ela narra os fatos de modo simples, tal como aconteceu. Caso quisesse enganar, nenhum escritor daria às mulheres voz nessa história milagrosa. Mulheres jamais seriam testemunhas da ressurreição do Senhor. Esta honra seria dada a um profeta, a um sumo sacerdote ou a um homem reconhecidamente piedoso, com credibilidade.

    Mas inacreditável ainda é que a incumbida de anunciar os onze principais discípulos a ressurreição do Senhor foi justamente Maria Madalena, que anteriormente fora prostituta, de quem Jesus havia expulsado sete demônios (Mc 16.9-11). Lógico! Eles não acreditaram nela.

    E foi assim que a grande notícia abalou Jerusalém e abalaria todo o mundo a partir de então: Jesus ressuscitou! Ele deu provas disso. Apareceu aos dois discípulos no caminho de Emaús (Lc 24.13sgs). Aos discípulos atemorizados e escondidos numa casa (Lc 24.36-49) quando até, comeu com eles. Apareceu a Tomé uma semana depois (Jo 20.25-29). Eles tocaram em Jesus, conversaram e receberam instruções do Senhor por 40 dias e muitos o viram (At 1.3). Ele apareceu a mais de quinhentos irmãos (1 Co 15.6).

    Cristo é anunciado como Salvador desde então, e o será até o fim do mundo. E é “bem-aventurado os que não viram e creram” (Jo 20.29). 

    ASSISTA A ESTE CONTEÚDO NO MEU CANAL NO YOUTUBE

  • A Suficiência Absoluta do Sacrifício de Cristo

    A Suficiência Absoluta do Sacrifício de Cristo

    A Suficiência Absoluta do Sacrifício de Cristo deveria ser algo a que se confessam cristãos deveriam depositar total confiança. Entretanto, não é o que constatamos nas confissões e práticas de muitas religiões que se dizem cristãs. Há os que declaram não ser Cristo suficiente, e por isso, procuram estabelecer outros meios necessários para salvação tais como: obras de caridade, preceitos da Velha Aliança, uma multidão de mediadores, etc.

    Essas coisas, entretanto, não são de hoje, pois já no primeiro século do cristianismo havia igrejas tentando implementar outros meios para se achegar a Deus. Menciono dois exemplos disso: A Carta de Paulo aos Gálatas, que é uma repreensão à igreja por achar necessário incluir as práticas judaicas da Velha Aliança. Assim fazendo estavam passando para outro evangelho, no caso, um falso evangelho (Gl 1.6-8).

    Outro exemplo é a Carta aos Hebreus, onde o autor procura convencer seus leitores, que também, estavam voltando às práticas da Velha Aliança, de que o sacrifício de Cristo é eficiente, absoluto, único e suficiente para purificar-nos dos pecados. Não há outro.

    O que Cristo fez na cruz pelos que crêem nele é o único meio tanto para bênçãos terrenas e, muito mais ainda, para redenção espiritual. Quaisquer outros meios são inúteis. 

    O mesmo podemos dizer do serviço e prestação de culto. Qualquer culto em que Cristo não seja o centro e único meio de se aproximar de Deus é inútil. 

    Por que o sangue de Cristo é assim eficiente? 

    Hebreus 9 contrasta a transitoriedade e imperfeição da Velha Aliança baseada nos sacrifícios de animais com o sacrifício de Cristo na cruz. No santuário havia o santo lugar e o santo dos santos. No santo dos santos só o sumo-sacerdote entrava uma vez por ano para apresentar o  sacrifício de um animal puro e sem mácula por si mesmo e pelo povo. 

    Mas na Nova Aliança, os versos 11 e 12, do capítulo 9, diz: “Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação, nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção.”

    Então, vimos que o sacrifício de Cristo é superior a quaisquer outros e nem devemos associá-los a outros, pois não é desta criação, não é transitório, não é temporal; mas é atemporal, eterno e celestial.

    • Cristo não ofereceu sangue de animais, mas ofereceu seu próprio sangue, a si mesmo.
    • Jesus Cristo é o Filho por quem Deus declarou total aceitação (Mt 3.17; Mc 9.7).
    • Cristo é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29). 
    • Jesus Cristo foi impecável diante de Deus e dos homens (Jo 8.46).

    A prova de tudo isso é que Jesus ressuscitou dentre os mortos, caso não fosse aceitável por Deus, tal não aconteceria (At 13.34-39).

    Só Jesus Cristo salva (At 4.12). 

    Jesus não precisa de advogados associados para defender ao que nele crê. Ele é suficiente.

    Concluindo, o culto verdadeiro é aquele em que a fé em Cristo é o único, absoluto e suficiente Mediador para nos aproximarmos e nos relacionarmos com Deus.

    Inscreva-se no meu canal no Youtube. Clique Aqui

  • A Verdadeira História do Natal de Jesus

    A Verdadeira História do Natal de Jesus

    A Verdadeira História do Natal de Jesus está a ligada à expressão: “Plenitude dos Tempos” de Gálatas 4.4,5: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei; Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.

    Imagem de G.C. por Pixabay

    O Que A Verdadeira História do Natal de Jesus tem a Ver com A Plenitude dos Tempos?

    Qual a relação entre a Verdadeira História do Natal de Jesus com a “A Plenitude dos Tempos” no Relógio de Deus?

    O Livro de Eclesiastes inicia o capítulo 3 dizendo que “ Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. 

    Então, Deus determinou o tempo em que enviaria seu Filho ao mundo. Esse tempo determinado é a “plenitude dos tempos”. Não é um tempo acidental ou entregue ao acaso, mas um tempo proposital, marcado no calendário e no relógio de Deus.

    Por isso, não é apenas um tempo qualquer, mas o tempo pleno, que marcou o centro da história, e a dividiu em antes e depois de Cristo. 

    A expressão: “Deus enviou seu Filho” atesta a identidade de Jesus como Deus-Filho com Deus-Pai.

    Além disso, atesta também, sua preexistência. Jesus não começou a viver no dia em que nasceu de Maria, mas já existia antes. Ele é o Verbo de Deus, o criador de todas as coisas (Jo 1.1-3).

    A expressão “nascido de mulher”. comprova a narrativa do nascimento de Jesus da virgem Maria, mas também que Ele, e somente Ele, “se fez carne” e habitou entre nós, conforme o Evangelho de João 1.14. Ou seja, Ele não foi feito. Ele se fez. Ainda, Jesus não reencarnou, mas se fez carne. 

    Diz também que Ele nasceu sob a lei para remir os que estavam debaixo da lei. Isto significa que Jesus nasceu debaixo da lei de Moisés e a cumpriu ao ponto de se tornar duas vezes Senhor da Lei.

    Então, Ele é duas vezes Senhor da lei. Uma como Deus, o autor dela e outra, como o único homem, cumpridor dela.

    Portanto, Jesus é o Senhor da lei. Onde a lei nos condena, Ele, pelo seu senhoria e graça, nos perdoa, mediante nosso arrependimento a confissão de pecados.

    Assim, podemos ser filhos adotivos de Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo.

    Em resumo, esta é a verdadeira história do Natal.

    A Plenitude dos Tempos

    Mas ainda, há um tempo determinado para a volta de Jesus para buscar sua igreja e julgar o mundo. Isto também está no calendário de Deus como um tempo especial.

    Isto foi ensinado por Jesus em Atos 1.7: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder.

    Deus tem o seu cronos e seu kairos, ou seja, tempos e épocas oportunos para cada coisa. Deus é organizado. Jesus está voltando! Prepare-se!

    Feliz Natal!

    Assista no Youtube. Clique Aqui.

    Leia também:

    Ter a vida nas mãos de Deus

    o presente de deus para os homens

  • Ter a vida nas mãos de Deus

    Ter a vida nas mãos de Deus

    Ter a vida nas mãos de Deus não nos isenta de problemas temporais. Pelo contrário, podemos até padecer muito mais por isso. Veja esse exemplo.

    2 Timóteo 1.12: Por cuja causa padeço também isto, mas não me envergonho, porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia.

    Ter a vida nas mãos de Deus não nos isenta de problemas

    Ter a vida nas mãos de Deus não nos isenta de problemas temporais. Pelo contrário, podemos até padecer muito mais por isso. Porém, teremos nosso descanso eterno.

    Isto é o que vemos no verso acima. No contexto, o apóstolo Paulo diz que a vinda de Jesus Cristo, ou seja, o Natal, e consequente sua missão aboliu a morte e trouxe à luz a vida pelo evangelho.

    Então, ele, Paulo foi escolhido por Jesus pregador, apóstolo e doutor dos gentios. Mas por isso, ele padecia na prisão em Roma.

    Paulo deixa claro que sua missão aos gentios era clara e muito bem focada. Não havia nenhuma dúvida do que ele deveria fazer, sofrer, viver, em fim, enfrentar quaisquer coisas para cumprir sua missão: Levar o evangelho a todos os não judeus, ou seja, gentios.

    Não obstante sua prisão, ele estava firme em sua missão, bem como em sua confissão de fé em Cristo. Veja que ele diz enfaticamente: “Eu sei em quem tenho crido”, e “estou bem certo de que é poderoso”.

    Assim, ele estava afirmando que, apesar das adversidades e da prisão por causa do evangelho, ele não estava desanimado e nem desesperançoso. Pelo contrário, ele estava bem seguro no poder de Cristo para guardar o seu “depósito”.

    Qual era o depósito de Paulo?

    Mas que depósito é este? Certamente não era dinheiro em algum banco qualquer, muito menos em algum paraíso fiscal. O depósito de Paulo era a doutrina de Cristo que ele ensinava aos gentios em cumprimento de sua missão, e da qual ele teria de prestar contas Àquele que o chamou para o ministério, no dia do juízo, o qual ele chama de “aquele dia”.

    Ter a vida nas mãos de Deus é a certeza de sermos absolvidos

    Desta forma, todos os que vivem sob obediência a Cristo padecerão de alguma forma neste mundo, mas podem ter a certeza, igual ao apóstolo Paulo, de viver seguro de que serão livres da condenação no juízo final.

    Este dia do juízo, que em algumas traduções está com D maiúsculo é o dia mais crucial em toda a nossa existência terrena e pós terrena. Nele será decretado a nossa sentença eterna, o nosso destino eterno. Por isso, este “Dia” deve ser a nossa principal preocupação.

    E o que podemos fazer para nos sairmos bem naquele Dia? A única coisa que podemos fazer é estarmos certos, convictos e seguros no poder de Cristo para nos guardar.

    Como diz o hino do Cantor Cristão 377 “Pois eu sei em quem crido, e estou bem certo que é poderoso, pra guardar o meu tesouro, até o dia final”.

    Siga para o Youtube e assista a este conteúdo. Clique Aqui

    Leia também:

    Jesus Cristo: A âncora do Cristão

  • Jesus Cristo: A Âncora do Cristão

    Jesus Cristo: A Âncora do Cristão

    Jesus Cristo: A Âncora do Cristão. A alma do crente em Cristo está ancorada na esperança que vem do Senhor. Não há necessidade de mais nada e nem de ninguém.

    Jesus Cristo: A Âncora da Nossa Alma

    Para que serve uma âncora? A âncora é um objeto pesado que permite imobilizar um outro objeto flutuante. 

    Devido ao seu desenho com um circo no topo, um formato de cruz logo abaixo e, igualmente, duas pontas na parte final, dizem ter sido usado como símbolo da Santíssima Trindade. O circo no topo representa Deus-Pai, a cruz representa Deus-Filhos e as duas pontas abaixo, representa o Espírito Santo.

    O escritor aos Hebreus, na Bíblia, usa a âncora como símbolo de firmeza e segurança da esperança cristã (Hb 6.19).

    Talvez por isso a âncora tenha sido usada como símbolo por cristãos perseguidos, segundo narram alguns.

    No sentido figurado, a palavra pode ser aplicada para várias coisas, como, abrigo, proteção, apoio, etc. Nesse sentido, o casamento deve ter o sentido de uma âncora, isto é, apoio e segurança familiar. 

    Especialmente os cônjuges devem ser âncoras um para o outro, formando um lar que seja âncora para toda a família.

    Um Caso Específico

    Voltando ao escritor aos Hebreus, o escritor ensina que a igreja tem em Cristo a âncora segura e firme da alma. Não necessita de mais nada e nem de ninguém. Cristo é suficiente, pois é maior do que tudo que se possa apresentar em termos de religião ou solução para se chegar a Deus. Jesus entrou no santo lugar no céu.

    Isso foi escrito a uma igreja que sofria forte influência dos judaizantes, que exigiam obediência à Lei de Moisés e a todos  os demais ritos judaicos.

    Assim, os cristãos estavam correndo o risco de trocarem Cristo por Moisés, ou seja, o Senhor pelo servo; O sacerdócio eterno de Cristo pelo efêmero da Velha Aliança; O caminho novo e vivo pelo sacrifício de Cristo pelo velho caminho de sacrifício de animais; O sangue de Cristo pelo sangue de bodes. Que esperança haveria para eles? Qual seria o destino deles? 

    Assim, pela negligência, corriam o risco de deixar escapar por entre os dedos a salvação por causa da apostasia que ameaçava se tornar realidade.

    O escritor escreveu para persuadi-los a manterem posição diligente e perseverante em Cristo. 

    Ainda  hoje, vemos que as ações judaizantes ainda tem muita força. Muitos cultos cristãos estão contaminados de judaísmo com ritos, petrechos e mandingas judaicas. Isso revela um cristianismo sem identidade autêntica, sem firmeza. 

    Ao cobiçarem a prosperidade judaica, muitos herdaram também o destino deles. Segundo Jesus, em Mateus 8.11 e 21.31, por exemplo, publicanos, meretrizes e gentios entram na frente deles no Reino dos céus, enquanto eles seriam lançados nas trevas.

    Quem é verdadeiramente cristão, não precisa de mais nada e nem de ninguém. Já tem a âncora de sua alma.

    Leia o texto de Hebreus 6

    Presente de Deus para os homens

    Os Três Estágios da Salvação

  • O Presente de Deus aos Homens

    O Presente de Deus aos Homens

    O Presente de Deus aos Homens é Jesus Cristo. Mas, será que é este o sentido do Natal que celebramos? Onde está jesus em nossas festas?

    O Natal de Jesus É O Presente de Deus aos Homens

    O Presente de Deus aos Homens é Jesus Cristo. Em Jesus, temos todas as bênçãos de Deus, pois ele é nosso elo de ligação com o Pai.

    Mas, será que é este o sentido do Natal que celebramos? Onde está jesus em nossas festas? Vejamos como os homens o receberam quando ele nasceu.

    O nascimento de jesus foi marcado por agitações, assim como toda sua vida. Um decreto de Cesar Augusto ordenou que todos fossem alistados por família.

    Por causa disso, José teve de viajar com Maria grávida de Nazaré da Galileia para Belém da Judeia, pois era da família de Davi.

    O Evangelho de Lucas registra que não havia lugar nas hospedarias suficientes para todos. Provavelmente por causa do recenseamento, a cidade de Belém estava lotada.

    Então, o casal foi se hospedar num curral, “e teve ali o seu filho primogênito; envolveu-o em faixas e o deitou em uma manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem” (Lucas 2.7). Que nota triste! Ninguém deu a preferência a uma mulher grávida!

    O nascimento de um filho era considerado uma bênção, principalmente de um primogênito. Este seria o líder da família quando o pai, neste caso, José, partisse. A esse filho era destinado maior herança, e ele seria o gestor dos bens da família. Havia muita expectativa no nascimento de um primogênito.

    Entretanto, este Filho especial, por causa de sua missão, não teve um lugar digno para nascer. Ainda que fosse o Unigênito de Deus e primogênito de Maria. Ninguém deu a preferência que a mãe, naquele estado, carecia.

    Além disso, queriam matá-lo e, nesse empenho mataram a muitos meninos. Mas o menino Jesus escapou pela proteção e direção de Deus.

    Muitos diriam: Mas e os outros meninos: Por que Deus não os livrou também?

    Bem, não sabemos. Mas uma consideração é que os outros eram filhos de pecadores, e, como tais, destinados à morte (Sl 14; Rm 3).

    Outro ponto a considerar é que, aquele que foi protegido seria o Salvador do mundo, inclusive dos que foram mortos naquele horrível e lamentável quadro de maldade humana.

    Desde de seu nascimento muitos queriam matar o Senhor. Só conseguiram quando chegou o momento oportuno de Deus (Jo 13). E nesse caso, a morte é assim mesmo: só demora mais um pouquinho, mas sempre vem.

    Porém, os homens não podem mais matá-lo, pois morreu e ressuscitou para nunca mais morrer. Mas muitos continuam ainda recusando dar-lhe um lugar em suas vidas e em seus lares. Infelizes, não entendem que Jesus Cristo é presente de Deus para salvá-los da condenação eterna.

  • Parábola do Publicano e do Fariseu

    Parábola do Publicano e do Fariseu

    Leitura Diária: Parábola do Publicano e do Fariseu, em Lucas 18.9-14 tem dois ensinos: a oração e a salvação. Vejamos como orar e como ser salvo.

    O que são parábolas?

    Jesus utilizava as parábolas em seus ensinos. As parábolas eram histórias reais ou fictícias que visam transmitir princípios morais, éticos e espirituais.

    Vejamos, então, quais os ensinos na parábola do publicano e do fariseu.

    Leitura Diária: Parábola do Publicano e do Fariseu – A Oração do Fariseu.

    Primeiramente, precisamos saber quem eram os fariseus. Em síntese, os fariseus eram um partido religioso que defendia a observância da Lei de Moisés. Mas os status político dominava a classe farisaica e eles passaram a abandonar a Lei para observar suas próprias tradições.

    Por isso, eles se opuseram a Jesus Cristo, pois viram nele uma ameaça ao seu status político dentro do judaísmo.

    Na Parábola do Publica e do Fariseu, fica claro como eles se sentiam superiores às demais pessoas. Então Jesus contou esta parábola para ensinar contra a falsa confiança em si mesmo. Vejamos o texto bíblico.

    E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros:
    10 Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano.
    11 O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano.
    12 Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo.
    13 O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!
    14 Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado.”

    O verso 9 diz qual o objetivo do ensino de Jesus neste parábola e quis eram seu público alvo: “Uns que confiavam em si mesmo, crendo que eram justos, e desprezavam os outros.”.

    Fica claro, também, que estes que “confiavam em si mesmo, crendo que eram justos, e desprezavam os outros”, eram os fariseus, representados por um fariseus que orava.

    A Oração do Fariseu – Oração inútil

    Este fariseu, em sua oração se gabava de sua religiosidade, da justiça que achava que tinha diante de Deus, e desprezava as outras pessoas, veja o verso 11 e 12.

    O outro personagem da parábola era um publicano. Quem era os publicanos? Os publicanos era da nação de Israel que cobram impostos para o Império Romano.

    Eles cobram além da taxa exigida pelo Império, para tirarem um lucro a mais para eles. As palavras de Zaqueu, que era chefe de publicanos demonstra isso (Lc 19.1-10).

    Por isso, eles eram odiados e considerados pelos seus patrícios como pecadores dignos do inferno, principalmente pelos líderes religiosos: Sumo-sacerdotes, sacerdotes, escribas, fariseus…

    Como foi a oração do publicano? Veja o verso 13.

    Um único verso descreve a oração do publicano. Ele não se achava digno diante de Deus, batia no peito sentindo sua miséria, pedindo misericórdia.

    Então, Jesus disse: “Este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado.”

    Esta parábola tem vários dois ensinos principais sobre a oração e salvação. Mas tem, também, outros ensinos correlacionados: a justificação, o que é a humildade, por exemplo.

    Sobre a oração, Deus responde favoravelmente não pelos méritos religiosos ou legais de alguém, mas pela sinceridade, verdade e humildade de alguém, quem quer que seja.

    O motivo disto está em outro ensino: A universalidade do pecado, pois diz a Escritura que todos pecaram (Rm 3.16).

    Logo, não há nenhum justo, nem um se quer, todos pecaram. Então, não temos nenhuma justiça a reivindicar diante de Deus.

    Por outro lado, se a pessoa confessa seu estado miserável e carente da graça e misericórdia de Deus, ela então, recebe o favor divino, pois está a favor da declaração de Deus: Todos pecaram.

    E para todos só um remédio: Arrependimento e confissão dos pecados a Jesus Cristo (1 Jo 1.9).

    Neste caso, a oração do publicano fui útil diante de Deus.

    O que é a humildade?

    Mas, então, o que é a humildade? A humildade, segundo podemos inferir desta parábola é: Reconhecermos nossas fraquezas, nossos pecados e indignidade diante de Deus, e suplicar por misericórdia.

    E isso é muito sério e importante, porque Deus não deixará nenhum soberbo (contrario de humilde) entrar no céu, pois diz a Escritura:

    Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes (Tg 4.6) e,

    Bem-aventurados os pobres de espírito (humildes), porque deles é o reino dos céus (Mt 5.3)

    Quer ser abençoado por Deus Deus? Siga a instrução abaico:

    Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte (1 Pe 5.6)

    Leia a Bíblia Online

    Sigam-se no Youtube

erro: Deseja uma cópia. Solicite-a por e-mail em nosso formulário de contato