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  • O Amor Entre Duas Mulheres

    O Amor Entre Duas Mulheres

    O Amor Entre Duas Mulheres é um drama bíblico que se expressou de tal forma que serve como modelo para o casamento.

    Essa Aliança de Amor Entre Duas Mulheres é a linda história de Rute e Noemi, no Antigo Testamento. Uma aliança tão forte que serve para os votos do casamento até nos dias de hoje.

    Imagem de Natalia Lavrinenko por Pixabay

    O Amor Entre Duas Mulheres Dentro do Contexto do Velho Testamento

    Então, a história marcou o drama de uma família de Israel que se migrou para a terra de Moabe, por causa de uma crise de fome.

    O patriarca da família, Alimeleque migrou para Moabe com sua esposa, Noemi, e seus dois filhos, Malom e Quiliom.

    Porém, tanto Alimeleque quanto seus dois filhos faleceram. Com isso, Noemi e suas duas noras, Rute e Ofra ficaram desamparadas, pois naquele tempo, as viúvas não tinham seguro social e nem pensão. Os mantenedores da viúva, caso o patriarca faltasse, eram os filhos. Mas estes também faleceram.

    Noemi, então, ouviu que Deus tinha abençoado a Israel, a crise de escassez de alimento tinha passado, e havia fartura em sua terra.

    Po isso, ela insistiu que suas noras voltassem para a casa dos pais delas. Assim poderiam ser sustentadas e casarem de novo, vivendo entre o povo delas e seus deuses.

    Ofra voltou, mas Rute insistiu em permanecer com Noemi, apesar de não terem nenhuma esperança de sobreviverem.

    O texto bíblico na Linguagem de Hoje diz assim:

    — Veja! — disse Noemi. — A sua cunhada voltou para o seu povo e para os seus deuses. Volte você também para casa com ela.Porém Rute respondeu: — Não me proíba de ir com a senhora, nem me peça para abandoná-la! Onde a senhora for, eu irei; e onde morar, eu também morarei. O seu povo será o meu povo, e o seu Deus será o meu Deus.Onde a senhora morrer, eu morrerei também e ali serei sepultada. Que o Senhor me castigue se qualquer coisa, a não ser a morte, me separar da senhora!” (Rute 1.15-16).

    Então, percebemos que havia uma ligação espiritual e emocional muito forte entre Rute e Noemi. Ligação esta que muitos deturpam dizendo que elas eram lésbicas.

    Claro que isto só cabe na mente daquelas pessoas que, como dizia a personagem da Escolinha do Professor Raimundo, Dona Bela: “Só pensam naquilo”.

    Isto é o que significa usar o texto como pretexto, pois basta verificar o próprio desenrolar da história de Rute e Noemi para vermos que tal entendimento não se aplica.

    Por exemplo, o tratamento era similar entre mãe e filhas (Rute 1.13). Além disso, Noemi se empenha em ajudar Rute a encontrar um remidor, no caso, marido, o qual veio a ser Boaz (Rute 2.20-23; 3.1-5).

    Assim, por causa da aliança forte de amparo e proteção entre sogra e nora, usa-se até hoje, o voto de Rute a Noemi como os votos de casamento.

  • Carta A Igreja de Éfeso Estudo

    Carta A Igreja de Éfeso Estudo

    Carta A Igreja de Éfeso Estudo em Apocalipse: Advertências, elogios e exortações do Senhor Jesus.

    Estudaremos as sete cartas às igrejas da Ásia. A primeira igreja é a de Éfeso. Nós veremos os elogios, as advertências e a exortação do Senhor a essas igrejas, e as lições aplicáveis a nós (Ap 2.1-8).

    Abra sua Bíblia em Apocalipse, e leia o capítulo 2.1-8. Quais são as lições desse texto? Eu começo apresentando a igreja de Éfeso, isto é, quem eram os destinatários desta carta? Veja um resumo.

    Imagem de Zigor Agirrezabala Vitoria por Pixabay

    Carta A Igreja de Éfeso Estudo em Apocalipse – A Cidade de Éfeso.

    Primeiramente precisamos conhecer a cidade de Éfeso e algumas informações dessa cidade, para entendermos os desafios que a igreja enfrentava ali.

    Serei breve porque os desafios, que é o ponto ao qual quero chegar, já são mencionados pelo Senhor na Carta.

    A cidade de Éfeso ficava situada na “costa ocidental da Ásia Menor, na embocadura do rio Caister, entre Mileto ao sul e Esmirna ao norte” (J. D. Davis).

    A cidade tinha um templo enorme que era uma das sete maravilhas do mundo antigo, dedicado ao culto à deusa Diana ou Artêmis.

    Havia nesta cidade pessoas como Demétrios, que viviam da fabricação de nichos de culto à deusa.

    Tal trabalho ficou prejudicado pela pregação de Paulo, o apóstolo (At 19.1-14).

    Prosperidade de Éfeso.

    Efeso era uma cidade próspera por causa do templo a Diana ao qual concorriam muitos adoradores, e por ser rota comercial marítima.

    O Apóstolo João teria passado seus últimos dias em Éfeso, segundo uma tradição, apontada por Davis.

    Ali, aconteceu o terceiro concílio geral da igreja (431 d.C.) que afirmou o dogma na Pessoa Divina de Cristo Jesus: duas naturezas em uma Pessoa.

    Paulo teve duro combate nessa cidade em defesa do Evangelho de Cristo (1 Co 15.32).

    Agora já temos noção do que ameaçava a saúde espiritual dos cristãos daquela cidade.

    Tudo piorou agora com a imposição do culto ao Imperador, que queria ser adorado como Deus. Ele não aceitava que qualquer cidadão do Império tivesse outro Senhor. Mas para os cristãos, só Jesus Cristo é o Senhor.

    Com essas breves informações em mente, podemos caminhar no nosso estudo da Carta à Igreja de Éfeso.

    Carta A Igreja de Éfeso Estudo em Apocalipse: Advertências, elogios e exortações do Senhor Jesus.

    No verso 1, João recebe ordem para escrever ao anjo da Igreja. O anjo, como já mencionado em estudos anteriores, refere-se ao pastor da Igreja, responsável por entregar a mensagem e os ensinos do Senhor.

    João recebeu ordem para escrever tão somente a palavra do Senhor: “Estas coisas, diz aquele que conserva na mão direita as sete estrelas e que anda no meio dos sete candeeiros” (Ap 2.1).

    Voltando 1.20, vimos que Jesus deu a interpretação dessas figuras. As sete estrelas são os pastores ou anjos das sete igrejas.

    Os sete candeeiros são as sete Igrejas. Jesus tem em sua mão direita, isto é, em sua mão principal, os pastores.

    Ele tem controle sobre eles para fazer o que quiser. Ele é Senhor; é dono deles.

    O Senhor anda no meio das sete Igrejas. Isto indica sua presença em seu corpo (Ef 5.23). Sua onisciência, seu cuidado pastoral e seu zelo para com suas Igrejas não faltam.

    Por isso o verso 2 diz: “Conheço as tuas obras…”. Jesus reconhece as boas obras da Igreja: sua perseverança, seu zelo doutrinário. Os versos 2,3 e 6 são para elogiar.

    Disciplina.

    Jesus ordena e aprova a disciplina corretiva na igreja, e a ordena. Ele elogia a igreja por ter colocado à prova os falsos apóstolos (v. 6).

    Há pontos semelhantes entre a Igreja e seu Senhor: ambos odeiam as obras dos nicolaítas.

    Os nicolaítas são mencionados somente no Apocalipse. A ação deles atingia as igrejas de Éfeso e a de Pérgamo (2.6, 15).

    Suas ações são apontadas em 2.14. Eles ensinavam ao povo comer coisas sacrificadas aos ídolos e a praticar imoralidades.

    Notem que estes tinham lugar e cadeira de ensino na igreja. Tinham confiança da igreja e estavam usando desta para perverter os irmãos. O nome disso é traição.

    Carta À Igreja de Éfeso: Advertências.

    Mas há também as advertências, introduzidas por “Porém…” (v. 4,5). Aqui está o zelo do Senhor chamando a igreja ao primeiro amor.

    Alguém poderia questionar: Mas essa Igreja demonstrava muito amor com seu zelo doutrinário e suas boas obras. Que amor é esse que Jesus disse que estava esquecido?

    O verbo conhecer aqui, segundo estudiosos da língua grega, significa mais do que conhecimento superficial. Indica conhecimento das intenções mais profundas.

    Veja que Jesus é Deus. Ele é onisciente. Somos totalmente conhecidos por Ele.

    O primeiro amor pode ser entendido como o fervor inicial de um coração cheio de gratidão pela libertação e pelo perdão dos pecados.

    No início nós temos uma sintonia mais sentimental com o Senhor, e à medida que vamos entendendo o que Ele fez por nós esse sentimento tende a aumentar.

    Porém, em contexto de combate a heresias e zelo disciplinar, a tendência é ficarmos mais racionais e pouco emocionais. Transformamo-nos em políticos para afirmarmos nossas convicções engessadas.

    Rompe-se, então, o elo saudável entre razão e emoção. Aquele fervor cheio de gratidão vai desaparecendo, e começamos a agir sem refletir nos porquês. Nossas ações vão ficando mais mecânicas.

    Precisamos apresentar a Deus um culto racional (Rm 12.1). Também não podemos nos conformar com este mundo.

    Isto, nos coloca numa situação de guerra contra o pecado. Mas não podemos perder o contato amoroso e grato para com nosso Deus.

    Jesus lutou o bom combate, mas sempre teve o seu momento especial com Deus em oração (Lc 6.12).

    A melhor parte é contemplarmos ao nosso Senhor mais do que tentar servi-lo.

    Marta sempre servia (Lc 10.41; Jo 12.2). Maria sempre adorava (Lc 10.41,42). Jesus elogiou esta, e criticou aquela.

    A igreja de Éfeso parece que partiu para guerra sem a arma mais necessária: o amor. Sem amor é tudo em vão (1 Cor 13).

    Chamado ao Arrependimento

    Prosseguindo na advertência ao pastor, Jesus chama ao arrependimento (v.5). Veja as ações ordenadas:

    • Lembra-te de onde caíste.
    • Arrepende-te e:
    • Volta à prática das primeiras obras. Este é o chamado à conversão.

    Ele não é único e estacionário. Muitos pensam que um dia tomaram a decisão de declarar a Jesus como Senhor, e tudo se resume nisso.

    Mas aqui está o chamado de Cristo para a conversão constante. Precisamos voltar a Deus todos os dias.

    Por fim, vem a advertência coletiva para a Igreja. “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às Igrejas” (v. 7).

    Destaco duas coisas aqui: Dois Ensinos 1 – A carta é endereçada por Cristo, mas quem está falando neste verso é o Espírito Santo.

    É Ele que tem a dizer algo para a Igreja. Ele é o Consolador e Ensinador (Jo 14.26; 16.8-15; Lc 12.12).

    O Espírito Santo é Pessoa Divina. Ele fala, ensina e consola. A advertência dele se une à de Cristo. Não há conflito entre suas ações e Pessoas, mas união perfeita e indivisível, diferentemente do homem (Gn 2.24 com Cap. 3).

    Vemos aqui a ação do Espírito quando o Evangelho é pregado: chama o homem à conversão e exorta-o ao amor. Sua ação consoladora não falta na igreja.

    Devemos glorificar a Deus por Cristo, sua obra, e pelo Espírito Consolador. Estes estão trabalhando para nossa conversão, nossa volta constante a Deus.

    Chamado Universal na Carta A Igreja de Éfeso Estudo em Apocalipse

    2 – Observe o plural “igrejas”. As ordens, elogios, exortações e promessas não eram apenas para a Igreja de Éfeso, mas para todas que pudessem existir naquela cidade, e para todas as outras seis da Ásia, e em todos os lugares, e em todos os tempos.

    Isto nos inclui dentro destes ensinos e promessas. Aqui há uma promessa: comer da árvore da vida.

    A árvore da vida foi proibida a Adão depois do pecado para que ele e sua descendência não se perpetuassem no pecado.

    Agora, O Senhor promete dar de comer dela no paraíso de Deus àquele que vencer em perseverança e amor.

    Leia também: QUEM CONTROLA SUA HISTÓRIA?

  • QUEM CONTROLA SUA HISTÓRIA?

    QUEM CONTROLA SUA HISTÓRIA?

    QUEM CONTROLA SUA HISTÓRIA? “Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso” (Ap.1:8; 11;17).

    “E eu, quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não temas; Eu sou o primeiro e o último”.

    “E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno” (Apocalipse 1:17,18).

    INTRODUÇÃO

    Imagem de ThiagoCI por Pixabay

    Eis um resumo deste capítulo 1 de Apocalipse:

    • A revelação é de Jesus (1);
    • Mas O autor e doador da revelação é Deus (1).
    • O Outorgante é Jesus. Aquele “tem poder para transferir, consentir e outorgar”. Ele é o Mediador único e absoluto (1 Tm 2.5,6).
    • O meio de entrega é por notificação a João, através de um anjo (mensageiro 1). Uma solenidade por meio de sinais simbólicos (ver 1.1,2).
    • O escritor é João, irmão, companheiro na aflição, no reino e na paciência de Jesus Cristo (4,9). Reconhecido.
    • O Destinatário: As Sete Igrejas da Ásia – Sete é símbolo de totalidade e de plenitude. Assim, o livro é para a totalidade das igrejas do Senhor. O que foi dito para aquelas sete valem para todas as outras em todos os tempos e lugares.

    João saúda a igreja com a paz do Eterno Deus e Pai, e do Espírito Santo, e de Jesus Cristo (4,5). Algo que só a igreja pode ter (Jo 14.17).

    Aqui está a Trindade Santa sem o drama da confusão sobre a unidade. É o mesmo Deus de Ex 3.14, o EU SOU.

    Tudo que foi dito até agora nos ensina que Deus tem o controle da história e está conduzindo-a para um fim glorioso para sua igreja. Então o nosso título é uma pergunta:

    QUEM CONTROLA SUA HISTÓRIA, IGREJA?

    1-É Deus Pai

    v.8 Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso (Apocalipse 1:8; 11;17).

    Ex 3.14, O EU SOU. AUTO EXISTENTE, NÃO TEM COMEÇO E NEM FIM. ONIPOTENTE, ONISCIENTE, ONIPRESENTE, IMUTÁVEL, SANTO, JUSTO, AMOROSO E BOM.

    Ele é a origem da obra de criação, e da salvação e também do novo começo.

    “Porque, eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá mais lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão”. Isaías 65:17

    “E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis”. Apocalipse 21:5.

    Com as palavras do verso 8 Deus autentifica a revelação de Jesus Cristo, isto é, empenha a palavra dele garantindo que tudo há de se cumprir, como dizem: Ipsis litteris.

    2-É o Espírito Santo

    Sete espíritos significa a natureza e obra do Espírito Santo:

    Conforme Is 11.2: E repousará sobre ele (Messias) o:

    (1) Espírito do Senhor,

    (2) o espírito de sabedoria

    (3) e de entendimento,

    (4) o espírito de conselho

    (5) e de fortaleza,

    (6) o espírito de conhecimento

    (7) e de temor do Senhor.

    1- Jesus – A fiel testemunha,

    2-O primogênito dentre os mortos (Ap. 13.8: E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo; Ef. 1.4 elegeu nele antes; 1 Pe. 1.20 em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo).

    3-O Príncipe dos reis da terra (Ap. 19.16¹⁶ E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores).

    4-O que nos ama (presente contínuo).

    5-O que nos lavou dos nossos pecados.

    6-Nos fez reinos e sacerdotes para Deus (Ex 16.6; 1 Pe. 2.9).

    A ele a glória e o poder para todo sempre. Amém (6).

    Uma das primeiras palavras é conforto, estimulo e força: Não Temas (1.17).

    Leia também: A IGREJA APROVADA: PÉRGAMO 2

  • Carta À Igreja Morta: Sardes Ap. 3.1-6

    Carta À Igreja Morta: Sardes Ap. 3.1-6

    Carta à Igreja morta, que tinha nome de viva. A quinta das sete cartas às sete igrejas da Ásia (Apocalipse 1.4,11). Característica: corpo morto.

    Texto Bíblico: Clique Aqui.

    A Cidade de Sardes

    A cidade de Sardes orgulhava-se pelas indústrias de lã e de tinturaria. Era o centro do culto a Artêmis, chamada de Cibele naquela região, a mesma Diana dos Efésios (At 19.28).

    Sardes era capital de uma região muito fértil.

    A palavra “Serdes” vem da extração da pedra sardônica na região.

    Era uma importante cidade comercial na época.

    Tivera num passado muito distante um rei chamado Creso, famoso por ser muito rico. Na época a cidade era bem expressiva, e se tornou a capital do reino da Lídia por volta de 546 A.C.

    Mas no tempo da escrita do Apocalipse era uma província da Ásia sob domínio romano. Situava-se à 90 km de Esmirna, e não mais expressiva como outrora.

    A Igreja de Sardes

    Não há relatos de perseguição contra essa igreja. Então, qual era o problema dela? A igreja vivia de aparências, e de histórias do passado.

    Isto prova que a falta de perseguição e a prosperidade não torna uma igreja mais autêntica no seu relacionamento com Deus. Muitas vezes a prova pode até ser uma bênção.

    Então o Senhor deu a ela um ultimato: Se arrepende e vive, ou então, morre de vez.

    Aqui encontramos resposta à pergunta: Qual igreja será salva?

    Qual Igreja Será Salva?

    Quando falamos que a Igreja será salva, muitos perguntam: Qual igreja, pois há tantas? Aqui está a resposta: Muitas se dizem igrejas e tem nome de que estão vivas diante dos homens, mas não diante de Deus.

    O Senhor onisciente diz: “Eu sei as tuas obras, que tens nome de que vives, e está morto” (3.1c).

    Então, não basta ter nome de igreja, e dizer-se de Jesus Cristo ou de Deus, é preciso prestar adoração em Espírito e em verdade. Veja o que está escrito em João 4:23,24:

    Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.

    Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade”.

    Também entenda que:

    Deus ama a verdade no íntimo: Salmos 51:6: “Eis que amas a verdade no íntimo, e no oculto me fazes conhecer a sabedoria”. Então, é em nosso íntimo que Jesus sabe se somos igreja dele ou não.

    O Apóstolo Paulo disse a Timóteo: O senhor conhece os que são seus (2 Tm 2.19), e também aos Coríntios: O Senhor “conhece os pensamentos dos homens” (1 Co 3.20)

    Jesus disse: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem” (João 10.27).

    Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas ovelhas sou conhecido” (João 10.14).

    “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” (Mateus 7:21).

    Então, não é a placa com um nome bonito de igreja, com um pastor erudito e eloquente, nem mesmo, grandes denominações operosas na obra de Deus, mas sim, os que são conhecidos pelo Senhor Jesus Cristo no íntimo.

    Sete Espíritos e Sete Estrelas (3.1).

    Ainda no versículo 1 temos os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas. O que significam? Os sete espíritos de Deus simbolizam a plenitude do Espírito Santo. As sete estrelas são os pastores. Jesus tem a ambos (veja 3.1 com 1.4,20).

    O pastor é duramente advertido nas palavras: “Tens nome de que vives, e estás morto” (Apocalipse 3:1); e, “Não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus” (Apocalipse 3:2).

    As obras foram reprovadas, pois o senhor está procurando mais do que isto. Ele procura por vidas em comunhão, que estejam recebendo e guardando o ensino, e obedecendo ao Espírito Santo com sinceridade. Por isso a admoestação a seguir no verso 3.

    Quatro Admoestações no Versículo 3

    Quatro verbos importantes aqui: Lembra-te, guarda-o, arrepende-te e vigia.

    A primeira admoestação é: Lembra-te.

    O povo de Deus tem facilidade de esquecer os feitos do Senhor em suas vidas. Por isso, um dos objetivos da leitura, das pregações e ensinos das Escrituras é trazer-nos à memória os ensinos do Senhor (Ef 2.11segs).

    A segunda admoestação é: Guarda-o.

    Guardar os ensinos e a comunhão com o Senhor é nossa responsabilidade. Precisamos desenvolver a nossa salvação. A salvação nos é de graça, mas nós devemos cuidar dela até alcançarmos a glorificação. Isto é, até chegarmos ao céu. Como? Através da santificação e consagração ao Senhor (Rm 12.1,2).

    Guardar é conservar. A mesma ordem dada à Igreja de Filadélfia (3.11, guarda o que tens para que ninguém tome a tua coroa).

    Jesus também diz: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele” (João 14:21).

    A terceira admoestação é: Arrepende-te.

    Arrepende-te, diz o Senhor. É um chamado aos não crentes, àqueles que nunca confessaram seus pecados, e nunca entregaram suas vidas a Jesus. Mas, as vezes crentes já veteranos chega a um ponto de ter de recomeçar, voltar ao primeiro amor, como a igreja de Éfeso (Apocalipse 2.4).

    Também como os crestes hebreus que já deviam ser mestres, mas ainda necessitavam de ensino de primeiros passos na fé (Hb 5.12).

    A quarta admoestação: Vigiai.

    Vigia. Aqui vem como advertência: “Se não vigiareis, virei sobre ti como um ladrão…”, diz o Senhor.

    A necessidade de vigilância foi ensinada pelo Senhor aos seus discípulos: “Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor” (Mt 24.42). Isto não foi dito para incrédulos, mas para crentes.

    Essa vigilância significa aquele conservar e guardar bem a comunhão com o Senhor. Também guardar os ensinos e a observância da Palavra com toda verdade e sinceridade, através de uma vida de consagração a Deus (Rm 12.1,2).

    A figura da vinda súbita como um ladrão se aplica à volta do Senhor para julgar o mundo. Mas aqui, porém, refere-se a um julgamento contra a igreja a qualquer momento.

    É equivalente à admoestação à Igreja de Éfeso em 2.5: “…removerei o teu castiçal (igreja)”. Isto ou ainda, um tipo de juízo como por exemplo enfermidades, igual ao que aconteceu à falsa profetisa de  Tiatira (2.22) ou algo do gênero.

    Olha, Deus é amor, mas ama primeiramente a Si mesmo, sua Palavra e seus princípios. As Escrituras têm advertências severas para a igreja:

    Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7). Isso foi dito para uma igreja, e não para incrédulos.

    O povo de Sardes já tinha experimentado derrota por confiar em sua falsa segurança. A cidade estava no alto de uma montanha cercada por penhascos difíceis de ser vencidos pelo inimigo. Nisto confiava e vivia segura, mas em sua história fora derrotada por Ciro 546 A.C, e por Alexandre, o Grande em 334 A.C.

    Também foi devastada por um terremoto.

    A situação da cidade na época da escrita do Apocalipse era outra, mas o povo ainda não abrira mão da falsa segurança das coisas deste mundo.

    A seguir temos promessas.

    Promessas com Tom de Ameaças ou Advertências (3.4,5)

    As promessas foram feitas para os que eram dignos de receber as bênçãos eternas. Estes eram “umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras” (4). Estes “andarão de branco junto” com Senhor.

    Isto significa que serão tratados como vencedores e dignos da comunhão com o Senhor, de andar juntos com Ele.

    Entretanto, não se trata com isso, de merecimento da salvação, mas de valorização da graça que recebeu. Isto está dentro do desenvolver a salvação que Paulo ensinou aos Filipenses 2.12. Ou também a Timóteo:

    Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas” (1 Timóteo 6:12).

    O presente foi dado a vocês. Recebe-o. A benção está diante de vocês. Tome posse dela. Deus faz a parte dele e exige que façamos a nossa.

    Caso contrário não teremos as vestes brancas e não andaremos com Cristo na glória eterna.

    Somente os vencedores terão as vestes brancas, símbolo de pureza, santidade e também de vitória (6.2).

    Estes, também, terão seus nomes escritos no Livro da Vida, símbolo de cidadania celestial, do novo céu e nova terra (Ex 32.32; Ap 20.12,15; 21.27; 22.19).

    Então, este livro da vida é simbolicamente das anotações de Deus no céu, dos registros das obras dos homens na terra.

    O livro de rol de membros da igreja nem sempre está de acordo com o livro de rol de membros de Deus no céu.

    Os crentes de Sardes corriam risco de ter seus nomes riscados do livro da vida. Por isso, Jesus como o Sumo Pastor das ovelhas os chama ao arrependimento e conversão.

    É dramático que uma igreja precise ser chamada à conversão ao Senhor dela, mas como diz o ditado: “Antes tarde do que nunca”.

    Se Jesus está chamando, então tem solução e salvação. Atenda ao Senhor. É melhor do que ter o passaporte cancelado.

    Finalmente, A admoestação geral, isto é, não só para a igreja de Sardes, mas também para todas em todos os tempos e lugares: Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

    Leia também: A Carta À Igreja de Filadélfia

  • A Carta À Igreja de Filadélfia

    A Carta À Igreja de Filadélfia

    A Carta À Igreja de Filadélfia, tal como, a de Esmirna, Jesus não aponta nenhuma contrariedade, mas, elogios e exortações (Ap 3.7-13).

    O esquema da carta segue o mesmo das anteriores: endereçamento ao pastor da igreja, declaração de alguns atributos do remetente, declaração de conhecimento do estado da igreja, exortações e promessas.

    Antes, porém, apresento um breve relato sobre a cidade de Filadélfia.

    A Cidade de Filadélfia

    Imagem de OpenClipart-Vectors por Pixabay

    A palavra “Filadélfia” significa “Amor fraternal” ou “amor aos irmãos” Foi construída por Átalo Filadelfo. A cidade se localizava na Lídia, na Ásia Menor, 27 milhas a sudoeste de Sárdis na planície de Hermos (J. D. Davis).

    A cidade de Filadélfia é atualmente chamada pelos turcos de Allah Sher, a cidade de Deus.

    Filadélfia era uma cidade próspera, com vários templos, e festividades religiosas, inclusive, culto a Dionísio, o deus grego do vinho. A região era grande produtora de uvas.

    A cidade era pequena tal qual a igreja. Porém, ninguém passa despercebido aos olhos daquele que tudo vê. Isto nos leva aos atributos de Jesus.

    Os Atributos de Jesus Cristo.

    Jesus é Santo.

    Jesus se apresenta como Santo. Acontece que santidade é atributo de Deus. Logo, na concepção de Jesus, Ele é Santo Deus.

    Deus-Pai concorda com isso, pois lhe deu toda autoridade no céu e na terra (Mt 28.18), e demonstrou aprovação de Jesus quando declarou prazer nele (Mt 3.17; Lc 9.35).

    Jesus é Verdadeiro.

    Em um contexto plural de falsos deuses, Jesus se declarou verdadeiro. O imperador romano, que se apresentava como deus e exigia adoração de seus súditos não gostaria nada dessa afirmação de Jesus. Mas não importa. Jesus é único verdadeiro. O resto é falso (Jo 14.6).

    Jesus tem a chave de Davi.

    Esta expressão vem de Isaías 22.22, onde era uma profecia em que Deus daria autoridade para Eliaquim, mordomo do rei Ezequias, descendente de Davi.

    Chave de Davi significa autoridade e poder. Jesus é Senhor da história. Ele tem toda autoridade e poder.

    O termo está relacionado com a pessoa do rei Davi e as promessas feitas por Deus a ele (Is 55.3).

    Aqui, Cristo, descendente de Davi, com sua autoridade e poder abriria portas para sua igreja sair vencedora. Ele pôs uma porta aberta diante de sua igreja, e ninguém a pode fechar.

    Como vemos, não é São Pedro o dono das chaves, mas sim, Cristo. Se Pedro teve alguma autoridade, teve-a por doação de Cristo e, temporariamente. Jesus a tem para todo sempre.

    Jesus tem conhecimento divino.

    Em todas as cartas às igrejas Jesus declara: “Conheço as tuas obras”. Sobre isso já falei nas cartas anteriores: Jesus é Deus onisciente.

    Declaração sobre a igreja.

    Jesus diz que conhece as obras da igreja. Estas são aprovadas. Apesar da pouca força da igreja de Filadélfia, ela foi fiel e não negou o nome do Senhor (8).

    Que declaração linda! Será que Jesus pode dizer o mesmo das igrejas de hoje?

    Com seu poder e autoridade, Jesus declara que fará os falos judeus prostrarem-se aos pés da igreja. Além disso, os falsos saberiam que Jesus ama sua igreja. Que cena fantástica! Que declaração de amor!

    As promessas de Jesus para Igreja de Filadélfia.

    Filadélfia foi fiel e guardou perseverantemente a palavra e o nome de Jesus. Por isso, Jesus prometeu que a guardaria da hora da tribulação que viria para provar os que habitam sobre a terra (8,10).

    Sobre isso, Jesus já tinha ensinado aos discípulos que os dias de tribulação serão “abreviados por causa dos escolhidos” (Mt 24.22). Notem que a igreja está na terra e sofre a grande tribulação, entretanto, abreviada.

    Exortações de Jesus à igreja de Filadélfia.

    A exortação começa com advertência: “Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa” (11). Duas figuras se aplicam à coroa: 1 – Coroa está relacionado com reino ou reis. Já fora dito que Deus nos fez reino e sacerdotes para Deus (Ap 1.6); 2 – Coroa de louros era o prêmio aos atletas vencedores.

    Na carreira cristã precisamos de perseverança até conquistar nossa coroa prometida. No caso, a igreja de Filadélfia deveria guardar bem sua coroa.

    Promessas de Jesus à igreja de Filadélfia.

    Segundo estudiosos, a cidade de Filadélfia sofreu terremoto. Os prédios e os monumentos foram derrubados. Mas Jesus promete fazer do vencedor coluna no templo de Deus para sempre (e daí jamais sairá). A coluna edificada por Jesus nada pode abalar.

    O vencedor também terá o nome de Deus e da cidade de Deus gravado sobre si (12). Isto significa que o vencedor será propriedade de Deus, terá o selo de Deus. Ninguém poderá tocar ou violar tal propriedade.

    Por último, a advertência final: “Quem tem ouvidos. Ouça o que o Espírito diz às igrejas” (13).

    Leia também: A IGREJA APROVADA: PÉRGAMO 2

  • DOENÇAS ESPIRITUAIS E CURA DIVINA

    DOENÇAS ESPIRITUAIS E CURA DIVINA

    DOENÇAS ESPIRITUAIS PRECISAM DE CURA DIVINA. Quais os profissionais dessa área? Na compreensão bíblica seriam os cristãos. Eles estão cumprindo sua missão?

    DOENÇAS ESPIRITUAIS: Um Exemplo em Lucas 13.10-17

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    Em Lucas 13 de 10 a 17, o evangelista narra o episódio da cura de uma mulher que andava encurvada há dezoito anos. Então, vamos partir desse episódio para abordar a obra espiritual da igreja em alguns aspectos.

    O que devemos notar sobre a narração de Lucas? Veja, o verso 10 menciona o dia em que isso aconteceu. Foi num sábado.

    PODEMOS CURAR NO SÁBADO OU O HOSPITAL ESTARÁ FECHADO?

    Mas, o que tinha o dia a ver com a cura? É porque na Lei de Moisés o sábado era dia santo em que não era permitido trabalhar (Ex 31.13-18). Quem fosse pego fazendo alguma obra nesse dia era morto.

    Por isso, havia regras explicitas do que se podia ou não fazer no sábado. Porém, essa lei passou a ser mais severa quando em algum momento entre o ano 500 a.C. e o primeiro século antes de Cristo surgiu o judaísmo.

    Por quê? Porque o judaísmo tinha como líderes os sacerdotes, o sumo-sacerdote ou rabinos. Os rabinos produziram a Mishná, integrada ao Talmud (Um volume com vários livros com leis e regulamentos rabínicos, tradições e costumes).

    As intenções dessa obra literária eram boas, mas se perderam no tempo e no espaço, porque elas eram interpretações da Lei escrita, tanto quanto, da lei oral, e continham acréscimos ou modificações que acabavam por anular a Lei e o espírito da mesma.

    Por exemplo, Jesus disse aos escribas e fariseus: “E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus (Mt 15.6).

    Então, a lei do sábado no tempo de Jesus era muito mais rígida por que continham acréscimos das interpretações rabínicas que distorciam a Palavra de Deus.

    Ao mesmo tempo, o poder sacerdotal ganhou dimensões políticas partidárias, ou seja, jogo de poder e autoridade, tornando-os hipócritas. Eles exigiam do povo o que eles mesmos não praticavam. Veja, como exemplo Mateus, capítulo 23.

    DIA DE CURAR DOENÇAS ESPIRITUAIS

    Então, no dia de sábado, dia de reunião na sinagoga, estava uma mulher que a há dezoito anos sofria possessa de um espírito de enfermidade, sem de modo algum se endireitar (v. 11).

    Pergunta: Quem deveria tratar de doenças espirituais? Pessoas espirituais, claro. O sumo-sacerdote, os sacerdotes, os rabinos, ou seja, os que eram líderes espirituais do povo. Eles eram os médicos.

    Porém, as pessoas continuavam doentes e sem tratamento nem no sábado e nem em dia nenhum.

    Creio que a mulher possessa de enfermidade que a deixava encurvada não foi na sinagoga pela primeira vez. Ela devia ir todos os sábados, pelo menos. Era costume das pessoas frequentarem as reuniões. Também era comum encontrar possessas na sinagoga (Mc 1.21-27, 39).

    Entretanto, a mulher sofria há dezoito anos sem encontrar cura, e no dia que encontrou a cura em Jesus, os que deveriam tê-la curado, repreenderam a ela e as demais pessoas dizendo que não era dia de trabalhar (curar) no sábado (14).

    Porém, o sofrimento de dezoito anos daquela mulher terminou quando Jesus a viu, e chamou-a, e disse: Estás livre da tua enfermidade. Ele imediatamente se endireitou. Jesus impôs as mãos sobre ela, ela deu glória a Deus.

    Como que pessoas espirituais podem achar ruim a operação de cura espiritual? É que a fama e a autoridade, como escreveu alguém, envilece o homem. O poder político e religioso corrompe a muitos.

    Esta é uma das razões, também, porque muitos religiosos e religiões estão perdendo autoridade perante o povo. Porque diante de Deus já se perderam há muito tempo.

    Jesus expôs a hipocrisia deles (v15). Eles trabalhavam no sábado para salvar suas ovelhas, seu jumento ou seu boi, para levar-lhes a beber água. Por que não livrar uma filha de Abraão cativa de Satanás há dezoito anos?

    Os opositores se calaram, e saíram envergonhados (v 17).

    OS TRANSMISSORES DA CURA DIVINA HOJE

    Quem deve curar as doenças espirituais hoje? A resposta é a mesma: os espirituais, lógico. Mas, quem são os espirituais?

    A resposta é: pessoas que já foram tratadas por Jesus Cristo; pessoas que têm relacionamento com Deus através de Jesus Cristo; Pessoas que formam a igreja de Cristo, seu corpo sacerdotal aqui na terra. Eu não acredito em nenhuns outros médicos espirituais.

    Caso me digam que há outros, eu os considerarei falsos, pois só as pessoas tratadas pelo Médico dos médicos podem tratar outros doentes.

    Vejo por aí, muitos tratamentos espirituais baseados em acordo com demônios e crenças supersticiosas que podem até dar uma sensação de problema resolvido, mas mantém as pessoas cativas do medo, sob as ameaças do mal. Por exemplo, ameaçam de que o rompimento com as forças do mal trará morte. Coisas assim, que só levam à opressão e à desgraça final.

    Uma Missão Contínua

    A missão de curar doenças físicas e espirituais é sem fim; durará enquanto o mundo existir. Neste contexto esta a igreja de Jesus Cristo, que é formada por aqueles que ele escolheu, e que ouvem a voz dele (Jo 10.14).

    Embora a missão da igreja não seja propriamente curar enfermidades físicas, e sim, pregar o evangelho do Reino, ajudar os que sofrem em todos os sentidos faz parte de sua obra no mundo (Mt 10.8).

    Já as enfermidades espirituais só uma igreja autêntica do Senhor pode curar verdadeira. A autoridade do Senhor está sobre a igreja através do Espírito Santo para desfazer as obras do diabo (1 Jo 3.8).

    O preocupante é que aumentou o número de igrejas dizendo-se do Senhor, mas que não demonstra autenticidade para tratar doenças espirituais. Ou seja, igrejas no nome, mas não na realidade. Por outro lado aparecerem outras oferecendo curas por dinheiro, ou seja, falsas igrejas.

    Assim sendo, continuamos tendo muitos doentes não só frequentando os cultos, mas sim, sendo membros atuantes na igreja. Por quê? Porque não estão considerando o Corpo do Senhor (Igreja) com dignidade. Paulo acusou: “Por causa disso há entre voz muitos fracos e doentes” (1 Co 11.30). E também, não estão exercitando o que Tiago mandou? (Tg 5.16).

    Assim como no caso da mulher encurvada que frequentava a sinagoga semanalmente e não encontrava cura, muitos estão frequentando e trabalhando nas igrejas todos os dias doentes. Pastores estão se suicidando, pessoas vivem oprimidas anos e mais anos sem encontrar remédio. Sentam-se ruins nos bancos para os cultos e saem pior. Por quê?

    Com certeza que há muitas respostas, mas quero abordar apenas uma: A presença de Deus. Se a presença de Deus não for junto não adianta ir a lugar nenhum, não há nada a fazer neste mundo (Jo 15.15; Êx 33.15).

    Há muita confusão na igreja pós-moderna. Muitas, nas melhores das intenções, se lançam a realizar as obras para Deus, e acham que Deus está junto, como Marta, irmã de Lázaro e Maria, amigos de Jesus (Mt 10.40,41). Fazer boas obras para Deus nem sempre significa aprovação de Deus. Deus tem de vir antes sempre. Não se pode trocar a obra pelo Senhor da obra. Também não importa o que você faz, mas sim o que você é.

    Desta forma, a principal obra da igreja e manter-se unida ao Senhor. Haverá sempre muitos desafios a isso. Satanás sempre buscará cisão entre a igreja e o Senhor. Ele sabe que nisto esta a derrota da igreja.

    Para vencer está batalha, a igreja precisa de duas coisas básicas antes de quaisquer obras. Nestas duas coisas há cura para igreja e para o mundo: Oração e Palavra de Deus, Bíblia. Observe que as reuniões de oração são sempre pouco frequentadas, as orações são sempre curtas e vazias, sem coração, sem intenção e sem propósito.

    Observe, também, que as pregações são igualmente vazias de palavras de Deus, mas com muitas mensagens motivacionais e de crescimento material e de sucesso. Já não se fala mais de pecados, e este é o que traz dor física, emocional e espiritual.

    Além disso, as pregações são curtas e servem apenas como uma etiqueta do culto. Ninguém mais chora seus pecados, mas, choram de dor no pecado, cultivando pecados e achando que por estar na igreja, são a igreja. Até pode ser, mas não estão agindo como igreja.

    Ou seja, há muitas igrejas doentes. Por isso não podem curar. Lamentavelmente.

    Leita também: Jesus Tem O Ensino Superior

  • A IGREJA APROVADA: PÉRGAMO 2

    A IGREJA APROVADA: PÉRGAMO 2

    A IGREJA APROVADA. AP 2.12-17. Carta à Igreja de Pérgamo. Quais os ensinos?

    V.12 Destinada ao “Anjo da igreja” – Mensageiro ou pastor responsável por transmitir a mensagem do Senhor à Igreja.

    É importante notarmos aqui que este pastor mensageiro não recebe a revelação diretamente, mas a recebe através da escrita de um Apóstolo do Senhor Jesus.

    Então, é assim: A revelação de Jesus é dádiva de Deus (1.1), comunicada por um anjo a um homem devidamente escolhido para recebê-la e transmiti-la a outros responsáveis por transmiti-las a outros e assim sucessivamente (Ap 1.1,4,11; 2 Tm 2.2).

    Revelação: Homens inspirados pelo Espirito Santo.

    Iluminação: Compreensão da mensagem revelada.

    A esta altura é bom entendermos o que era uma igreja naquele tempo.

    Imagem de OpenClipart-Vectors por Pixabay

    IGREJA NAQUELE CONTEXTO

    Era bem diferente do que é hoje. Para começar, igreja não era templo. Era gente.

    A palavra Igreja é Ekklesia, reunião dos cidadãos convocados às assembleias legislativas (At 19.32,41). Esta palavra foi aplicada à comunidade dos discípulos de Jesus Cristo (Mt 16.18; 18.17; At 2.47; 5.11).

    Com crescimento da comunidade de discípulos, cada cidade passou a ter sua igreja local, que a princípio se reunia na casa de algum dos membros, e tinha um pastor responsável e certa independência administrativa (At 9.31;15.41; Rm 16.4; 1Co 9 7.17; 1 Ts 2.14).

    Assim era a Igreja da cidade de Pérgamo.

    Cidade de Pérgamo (1.11; 2.12)

    Pérgamo quer dizer: “cidadela”, “burgo”. Era cidade grega muito importante da Mísia, e se situava às margens do rio Caíco, distante 20 milhas do mar em 214 A. C.

    A cidade possuía uma importante biblioteca, que só perdia para a de Alexandria, no Egito e à qual foi anexada mais tarde por Marco Antônio, para satisfazer a vontade de Cleópatra.

    Os romanos, por volta de 133 A.C. elevaram Pérgamo à capital da província romana da Ásia.

    Atualmente, a antiga Pérgamo é Bergama, uma cidade e distrito na província de Esmirna, na região do Egeu da Turquia.

    Ali havia um grande altar dedicado a Zeus, outro dedicado a Atene, deusa da mitologia grega, e também ao romano divino Augusto.

    Também tinha um altar dedicado a Esculápio, deus da medicina, procurado pelas multidões em busca de cura.

    Mas o perigo maior para a Igreja em Pérgamo era o santuário erigido para implantação do culto ao imperador romano. Era considera centro da religião pagã (Sheed). Todos teriam que adorar ao imperador, o que a igreja jamais faria, e por isso, foi perseguida.

    Note, também, que o v.13 diz duas vezes que ali estava o trono de Satanás (Observe que o dito cujo está solto e tem certo poder. Trono significa poder, autoridade, regência). Então, era um grande desafio ser cristão em Pérgamo.

    Porém, o poder de Satanás se torna insignificante mediante a identidade do Senhor Jesus. Qual é a identidade dele nesta carta? Então vejamos a identidade do remetente da carta.

    Identificação do Remetente

    No começo de cada uma das cartas às sete igrejas da Ásia, Jesus se identifica com uma das características apresentadas em sua aparência gloriosa a João no capítulo 1.9-20.

    À igreja de Pérgamo a característica é: “Aquele que tem a espada afiada de dois gumes”. Em 1.16, tal como também em 19.15, diz que essa espada de dois gumes saía da boca do Senhor.

    Então, essa espada é a Palavra de Deus, na verdade mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes (Hb 4.12) e a mesma “espada do Espírito de Ef 6.18.

    Espada aqui, é uma metáfora da Palavra de Cristo, e quer dizer que ela é penetrante e, como uma espada de dois gumes (corte dos dois lados). Ela é plena em ação, para julgar e para defender seu povo.

    Como diz o profeta Isaías 55:11: “Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.

    Ela esteve no início na construção do mundo (Gn 1 e 2; Jo 1.1-3; Hb 11.3). Ela está no mundo salvando o pecador através do Evangelho (Mc 1.14,15; Lc 21.33) e estará no fim encerrando a história (Ap 19.15,16).

    Nessa identificação do remetente, temos assim revelados, alguns dos atributos do Senhor.

    ATRIBUTOS REVELADOS (13).

    Os atributos mencionados nesta carta são: 1-A espada afiada de dois gumes (Palavra Poderosa. Revela Onipotência), 2-O conhecimento completo e perfeito (Onisciência).

    Jesus declara: “Conheço o lugar onde habitas”. A todas as sete cartas Jesus declara conhecer o estado da igreja. A igreja é dele. Ele a conhece como ninguém, pois é Deus onisciente.

    Além do mais, Ele é o Sumo pastor das ovelhas (1 Pe 5.4), e não se descuida delas.

    E quanto a igreja de Pérgamo? Quais as virtudes dela?

    AS VIRTUDES DA IGREJA DE PÉRGAMO

    A igreja era fiel em meio à perseguição. Ela mantinha sua fidelidade mesmo morando numa cidade que era o trono de Satanás (Adversário, Acusador, Tentador). Essa expressão é repetida duas vezes enfaticamente (13).

    A igreja tinha o vizinho do barulho, acusador, caluniador (diabo).

    Aquela cidade de Pérgamo era fortemente pagã e idólatra. Ali o império romano instituiu o culto ao imperador no ano 29 A.C. O imperador queria o lugar de Deus. Então, quem o dominava?

    Assim, Satanás tinha grande influência sobre Pérgamo. Por isso, era desafiador ser cristão em Pérgamo. Mas a igreja era fiel.

    FIDELIDADE NOTÁVEL

    A fidelidade da igreja tinha um mártir (testemunha) notável, Antipas. Nada se sabe dele fora deste versículo. Mas porque então ele é notável? Porque o que é dito a respeito dele vem dos lábios afiados como espada de dois gumes do Senhor, o Onipotente e Onisciente.

    Note, então, como Jesus fala de Antipas, como se diz quando alguém se gaba de outro alguém, de “boca cheia”: “Minha fiel testemunha”. Ou seja, da mesma forma como Deus se gabou de Jó perante Satanás em (Jó 1:8: “E disse o Senhor a Satanás: Observaste tu a meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal”.

    Observe também, que Antipas morreu como fiel testemunha e Jesus sabia disso e não o impediu de morrer e nem o trouxe de volta. Considera que Antipas cumpriu bem sua missão.

    Entendeu? Vou explicar com as palavras de Jesus em Marcos 8:34,35:

    “E chamando a si a multidão, com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me. Porque qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas, qualquer que perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, esse a salvará”.

    O cristão é chamado a morrer para o mundo e a viver para Deus.

    Quanto às reprovações: quais eram?

    REPROVAÇÕES CONTRA A IGREJA DE PÉRGAMO (14,15).

    São “Poucas” ou “algumas coisas”. Quais?

    1 – Mantinha alguns que sustentavam a doutrina de Balaão. Isto é, que ensinava armar ciladas, comer coisas sacrificadas aos ídolos e a prostituição (ver Nm 22-25; 31.16).  O comer das coisas sacrificadas pode significar participar de festas pagãs, e se prostituir em ambos sentidos: Espiritual, adorar deuses e lascívia.

    2 – Mantinha os que sustentavam a doutrina dos nicolaítas (15) um ensino em conexão com a doutrina de Balaão (Ver carta à igreja de Éfeso, v 6).

    Ensinos:

    A igreja só tem um doutrinador que é Cristo.

    A igreja só tem uma doutrina: A de Cristo.

    Quaisquer outras doutrinas e doutrinadores devem ser enfrentados com firmeza, custe o que custar.

    A Bíblia ensina muito bem a disciplina na igreja em vários casos (Mt 7.15-23; Cap.18; Rm 16.17,18; 2 Co 11.13-15; Gl 1.6-9).

    Prosseguindo, veremos agora as exortações universais. Estas se aplicam a todos as igrejas.

    EXORTAÇÃO UNIVERSAL (16-17)

    Em primeiro lugar, o chamado ao arrependimento com advertências e promessas aos vencedores.

    Lembrando que as condições para vencermos são oferecidos por aquele que nos chama, ou seja, o próprio Senhor onipotente e onisciente. Até porque nada podemos sem Ele (Jo 15.5).

    O CHAMADO AO ARREPENDIMENTO

    O que é arrependimento e qual sua importância? O arrependimento é metanoia, mudança de mente e de mentalidade. Isto envolve trocar crenças erradas por crenças de que se conscientizou ser a certa. O mesmo se aplica a valores éticos e morais.

    João, o Batista, pregou enfaticamente o batismo de arrependimento para remissão dos pecados (Mc 1.4). Na ocasião, ele chamava as pessoas a confessar os pecados e a mudar comportamentos.

    Então, não há tratamento para o problema do pecado sem que haja sincero arrependimento e confissão (1 Jo 1.9).

    Depois de João, Jesus veio também pregando arrependimento como pre requisito para entrar no Reino dos Céus (Mc 1.14,15). Não se pode entrar no céu sem arrependimento sincero e sem confissão de pecados.

    Em seguida, temos advertência universais.

    URGÊNCIA NA OBEDIÊNCIA

    Aqui há uma expressão importante nos Evangelhos e dentro do Apocalipse, especialmente. Jesus diz repetidas vezes:  “Venho sem demora” (2.5,16; 3.11 Carta à Igreja de Filadélfia); “brevemente” 1.1; “Cedo venho” (22.7,11,20). Junto com essa expressão há uma advertência.

    Tais repetições significam fato certo, garantido. Vai acontecer mesmo com urgência, brevidade. A palavra para brevemente, segundo Pr. Isaltino é táxei, de táxi, rápido.

    Junto com a advertência há um alerta com respeito a vinda do Senhor. Isto também é fato certo. O Senhor está vindo (2.5, 16,25; 3.3,11; 22.7,11,20).

    O chamado do Senhor exige urgência na obediência. Precisamos atender urgentemente esse chamado e nos arrependermos dos nossos pecados. “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”.

    Então não podemos tratar o chamado do Senhor brasileiramente, isto é, deixando tudo para a última hora. Por isso, o hino nos adverte: Meu amigo hoje tu tens a escolha, vida ou morte: Qual vais aceitar? Amanhã pode ser muito tarde, hoje Cristo te quer libertar” (CC 259).

    ADVERTÊNCIA UNIVERSAL: OUÇA O ESPÍRITO SANTO (17)

    Quando leio repetidamente essa expressão, parece-me que o Espírito Santo foi a Jesus e disse: Olha, é melhor você escrever uma carta para os seus discípulos porque eles não querem me ouvir. Manda a eles que me ouçam, que me respeitem.

    Então, Jesus manda João escrever sete vezes em seguida: “Quem tem ouvidos para ouvir, Ouça o que o Espírito diz às igrejas” (2.7,11. 17,29; 3.6,13,22). A ênfase quer dizer que isso é importante e inadiável; urgente.

    É drástico quando os discípulos não ouvem intencionalmente com intuito de obedecer à Palavra do Senhor ministrada pelo Ensinador e Consolador.

    As igrejas têm abandonado a Palavra inspirada pelo Espírito Santo. Muitas delas têm a Palavra como parcialmente inspirada. Outras acham que a Bíblia como Palavra de Deus precisa ser reescrita e reinterpretada, fazendo-a dizer o que eles querem ouvir. Querem ditar para o Espírito Santo o que Ele deve falar.

    Isso é tão sério que à Igreja dos Tessalonicenses, disse Paulo: 1 Tessalonicenses 5:19-22:

    “Não extingais o Espírito.

    Não desprezeis as profecias.

    Examinai tudo. Retende o bem.

    Abstende-vos de toda a aparência do mal”.

    Ora, sinceramente, precisava alguém dizer isso a uma verdadeira igreja do Senhor? É óbvio que não. No entanto, a advertência é constante e não é à toa. É porque a igreja se faz de surda.

    Muitas, a surdez delas já as mataram, e elas ainda nem perceberam que já não são igrejas verdadeiras, e, se não são verdadeiras, são falsas. Muitas, para não dizer a maioria, são igrejas zumbis (ver Carta à Igreja de Éfeso), que caíram do conceito de igreja bíblica, mas ainda não perceberam. Outras são mortas como a Igreja de Sardes (3.1-6) pensam que vivem, mas estão mortas, Outras ainda, por causa da mediocridade e prepotência, deixaram Jesus de fora, como a Igreja de Laodiceia (3.14-22).

    Entretanto, mesmo a essas igrejas Jesus endereça suas cartas, chamando-as ao arrependermos e a vida. Então, como a palavra é poderosa como espada de dois gumes, há esperança.

    Ainda mais, este é um dos ensinos das Sete Cartas do Apocalipse. Como sete simboliza completude, estes ensinos falam a todas as igrejas em todos os tempos e lugares chamando ao arrependimento para remissão de pecados para recebermos o perdão de Deus.

    PROMESSA UNIVERSAL (17).

    O vencedor vai receber o maná escondido e uma pedrinha branca com um nome novo e secreto. Quais os significados disso?

    O maná lembra aquele que caiu do céu no quando o povo de Israel peregrinava no deserto (Nm 11). Mas tal maná físico foi substituído ou reinterpretado no Novo Testamento como o pão do céu ou pão da vida, Jesus (Jo 6.31-58).

    Agora, os obedientes ao Senhor terão esse pão no banquete celestial, na grande ceia no céu, quando participarem das Bodas do Cordeiro (Ap 19.9).

    Pedrinha branca. Sheed diz que na antiguidade, “usava-se uma pedrinha branca como voto em benefício de um réu, e como ‘documento’ de um escravo liberto”. Então seria como uma Carta de Alforria.

    Isaltino aponta quatro possibilidades em que todas se aplicam: “1º) o réu absolvido; 2º) o escravo libertado; 3º) o vencedor de corridas; 4º) guerreiro vitorioso”.

    O Novo nome fala da nova identidade pessoal oriunda da Nova Aliança em Cristo. Mudança de nome geralmente tem a ver com mudança de caráter, de identidade.

    Interessante notarmos que quem nomeia é quem tem autoridade sobre o nomeado. Nossos pais nos deram o nome que temos porque tinham autoridade para isso. Quer gostemos de nossos nomes ou não.

    Leia também sobre carta à igreja de Esmirna: IGREJA PERSEGUIDA ONTEM E HOJE

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Pr Odivan Velasco

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